segunda-feira, 14 de agosto de 2017

CONCURSO DE MAQUETE DA ARAUCÁRIA



PREFEITURA DE SÃO BENTO DO SUL
DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO


Concurso de Maquetes
CARTILHA DE INFORMAÇÕES DA ARAUCÁRIA
Recentemente foi renovado o Termo de Convênio de Gestão Florestal, no qual a FATMA (Órgão Ambiental Estadual) concede ao município, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (Órgão Ambiental Municipal), a competência para emitir autorizações de corte de vegetação. Com o município assumindo o corte de vegetação é possível ter uma aproximação maior do processo com maior conhecimento em relação a realidade presente, bem como agilizar o processo de liberação, quando convier. É importante destacar que os pedidos de corte de vegetação serão analisados tecnicamente e legalmente, e as autorizações somente serão emitidas quando em conformidade com a legislação ambiental vigente.
Ainda assim, dentro da legalidade, haverá muita procura pelo corte de vegetação, o que vai contra os preceitos de preservação e conservação, intensamente necessários nos dias atuais. Sendo assim, esse Concurso visa a conscientização ambiental das crianças que são excelentes difusores e replicadores de informações, principalmente dentro de casa. Queremos que seja compreendido o valor e a importância das árvores no ecossistema no qual também estamos inseridos, fazendo com que possamos viver harmonicamente e lutar pela preservação das espécies.

Araucaria angustifolia conhecida popularmente como araucária, pinheiro brasileiro ou pinheiro do Paraná, é uma das espécies nativas mais importantes do Sul do Brasil. Originalmente cobria grandes áreas contínuas na Região Sul, estendendo-se para São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo na forma de pequenas manchas isoladas, principalmente nas regiões mais frias e altas destes estados. No Brasil, antes da colonização, as matas de araucária chegaram a estender-se por 185 mil quilômetros quadrados. Porém, devido a sua madeira ser de excelente qualidade (resistente e maleável), se iniciou uma grande exploração, onde serviu para erguer casas, fabricar de móveis, construir ferrovias e levantar cidades.
A espécie representou cerca de 92% de exportação de madeira do país. A derrubada da araucária para uso da madeira atingiu seu auge na década de 1970. A falta de plantios encerrou este importante ciclo econômico da região Sul do Brasil. Da área original de floresta de araucária, que antes cobria as serras meridionais brasileiras, restaram apenas 2%, tornando-se o ecossistema mais devastado do país. Seu grande valor madeireiro a condenou à quase extinção no final do século 20 e, atualmente, a espécie se encontra incluída na lista oficial de espécies ameaçadas de extinção. O corte de araucária foi legalmente proibido no Brasil em 2001, visando principalmente à conservação da espécie.
É a espécie característica do ecossistema considerado um dos mais raros e ameaçados do mundo: a Floresta Ombrófila Mista, a famosa Mata de Araucárias, da qual resta menos de 1% de sua ocorrência original. A Mata de Araucárias compõe, juntamente com outras formações vegetais, o Bioma Mata Atlântica, igualmente ameaçado, restando apenas 7% de sua formação original.
A araucária é uma árvore de vida longa, podendo viver de 200 a 300 anos (ou mais). Com altura média de 20 m a 25 m e 1,0 m a 1,5 m de diâmetro. Com folhas em formato de espinhos, uma adaptação à perda de água, sua forma é única na paisagem, parecendo uma taça ou guarda-chuva. É uma das espécies chamadas de “fóssil vivo”, pois ela existe há mais de 200 milhões de anos; já existia, da forma que a vemos hoje, durante a era dos dinossauros.
Estruturas florais da espécie são polinizadas entre setembro e outubro. Esta planta possui macho e fêmea. As plantas fêmeas são as que produzem as pinhas, com 20 cm de diâmetro, sendo que cada uma pode abranger até 150 sementes (pinhões). Já a planta macho é responsável pela formação de cones alongados que podem chegar até 15 cm de comprimento e 4 cm de diâmetro, e é este cone que produz o pólen. Entre abril e julho, 20 meses depois de sua polinização, as pinhas já amadurecidas soltam pinhões saborosos que são procurados por animais como aves e mamíferos.
As araucárias são importantes na fixação do regime hídrico dos rios, bem como por criarem um habitat próprio e rico em biodiversidade. A redução e a consequente fragmentação das matas não interferem somente na dinâmica das demais espécies vegetais, mas também nas espécies animais, pois estas acabam ficando sem ter o alimento (pinhões) em abundância. Toda espécie que entra na lista das ameaçadas, trás consigo inúmeras outras, que dependem desta, num efeito dominó. No caso da araucária, na eliminação da floresta, seu desaparecimento poderá levar à extinção, da canela-sassafrás (Ocotea pretiosa), a canela-preta (Ocotea catarineneses), a imbuia (Ocotea porosa), o xaxim (Alsophila setosa), a gralha-azul (Cyanocorax caeruleus), o macuco (Tinamus solitarius), a jacutinga (Pipile jacutinga) e grande número de epífitas, entre muitos outros. A gralha azul é um exemplo proeminente das interações complexas entre as espécies; ela possui a araucária como nicho ecológico, fazendo seu ninho na coroa de espinhos e alimentando-se dos pinhões. No outono estocam as sementes em troncos secos e buracos no chão, dispersando as sementes e enriquecendo o bioma. Outra ave que possui relação com a araucária é o papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea). Segundo a IUCN (International Union for Conservation of Nature) o papagaio-de-peito-roxo se encontra na categoria “Em Perigo”, já na resolução do CONSEMA também está listado em perigo, que informa as espécies da fauna ameaçada de extinção no estado de Santa Catarina. Embora mais de 28 espécies nativas componham a lista de vegetais que fornecem alimento ao papagaio-de-peito-roxo, a semente de Araucária angustifólia é a alimentação básica durante a estação de inverno, cujas sementes fornecem calorias nos meses de frio. Muitas outras aves e mamíferos depende da araucária como fonte de alimento. A araucária também apresenta espécies endêmicas como o grimpeirinho (Leptasthenura setaria).
Como já mencionado, a madeira da araucária é de alta qualidade, onde era utilizada para a construção de móveis e responsável por um grande parte da exportação madeireira do país, gerando bons resultados na economia, porém como não houve replantio da espécie, são poucos indivíduos que restaram, tornando a araucária em risco de extinção gerando a restrição de corte. Mas se a madeira possui tanta qualidade, porque os silvicultores não pensaram em fazer plantio da espécie para comercialização?
No mesmo período de sua intensa exploração ocorria a introdução no Brasil de espécies florestais exóticas para fins madeireiros e de celulose, principalmente Pinus sp e Eucalyptus sp. Auxiliados pelo melhoramento genético, essas espécies se tornaram mais atrativas economicamente e foram tomando o lugar da araucária. As poucas iniciativas de replantio da araucária foram logo abandonadas pelo seu crescimento mais lento e pouco conhecimento da biologia da espécie ou melhoramento genético. Os produtores passaram a dar preferência para as espécies exóticas, também devido às facilidades legais para exploração quando comparadas com a araucária. A história do replantio da araucária terminou ainda na fase embrionária pela concorrência das espécies mais rentáveis.
Mesmo com a preocupação da espécie em extinção, a proibição de corte não tem sido suficiente para frear o desmatamento, pois faltam incentivos para mantê-las em pé, apoio técnico que mostre suas potencialidades, alternativas para a exploração, além de mais pesquisas relacionadas à espécie.
Opções visando à obtenção de produtos não madeiráveis podem contribuir para a manutenção da araucária em pé, onde o foco na produção econômica do pinhão pode ser uma alternativa viável. A gastronomia à base do pinhão é rica e está presente em muitas festas que coincidem com a época de sua colheita (abril a agosto). Porém, é necessário incentivo e pesquisas visando, principalmente, o desenvolvimento de novas opções de uso e conservação. O fato de não poder mais cortar as araucárias faz com que muitos agricultores, ao verem uma planta ainda pequena, a eliminem com medo de perder um pedaço de terra para cultivo no futuro. Com esse cenário, a possibilidade de preservação da espécie no Brasil fica dependente de plantios porque, dentro da floresta, não há regeneração por falta de luz e, fora dela, o proprietário a elimina ainda jovem e as existentes, um dia, morrerão devido à idade avançada.
Para que a situação de risco de extinção da araucária seja alterada são necessários estudos urgentes sobre sua biologia, conservação, melhoramento genético, manejo e silvicultura. Os incentivos políticos e fiscais ao plantio da espécie para obtenção de produtos madeireiros e não madeireiros (especialmente do pinhão) também são de extrema importância para sua conservação. De modo geral, uma das ações mais efetivas no sentido da conservação da araucária é o incentivo à sua conservação mediante o uso, ou seja, para que produtores tenham interesse em salvar a espécie, será preciso que os mesmos vejam possibilidades reais de ganhos econômicos com o seu plantio.

Referências Bibliográficas:

WENDLING, Ivar & ZANETTE, Flávio. Araucária, particularidades, propagação e manejo de plantios. 2017. Universidade Federal do Paraná (UFPR); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA).

WONS, Fernando. Licenciamento ambiental de Araucária angustifólia. 2014. Disponível em: <https://goo.gl/6BAuAZ> Acesso em: 26 Jul. 2017


ABE, Lígia Mieko. Caracterização do hábitat do papagaio-de-peito-roxo Amazona vinacea (Kuhl, 1820) no Município de Tunas do Paraná, Região Metropolitana de Curitiba, Paraná. 2012. Disponível em: <https://goo.gl/KbKXLb> Acesso em: 26 Jul. 2017


ECOSSISTEMA DA ARAUCÁRIA
CONCURSO DE MAQUETES








O DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE, em parceria com a SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO promovem o Concurso
ECOSSISTEMA DA ARAUCÁRIA”.



AÇÕES DO PROGRAMA:

MOBILIZAR PARA A SUSTENTABILIDADE, VALORIZAR A ARAUCÁRIA, RELACIONAR A FAUNA E FLORA, CONHECER OS DISPERSORES DE SEMENTES, ENTENDER A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS, DEMONSTRAR A RELAÇÃO DA ARAUCÁRIA COM O HOMEM, EXPOR A AMEAÇA DE EXTINÇÃO E COMPREENDER OS DANOS.




São Bento do Sul, 08 de AGOSTO/2017
REGULAMENTO
CONCURSO DE MAQUETES

O DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE em parceria com a SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO promovem o ConcursoECOSSISTEMA DA ARAUCÁRIA” abordando as ações do programa: MOBILIZAR PARA A SUSTENTABILIDADE, VALORIZAR A ARAUCÁRIA, RELACIONAR A FAUNA E FLORA, CONHECER OS DISPERSORES DE SEMENTES, ENTENDER A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS, DEMONSTRAR A RELAÇÃO DA ARAUCÁRIA COM O HOMEM, EXPOR A AMEAÇA DE EXTINÇÃO E COMPREENDER OS DANOS, incorporado no “Novo Mais Educação”.

O DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE em parceria com a SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO acreditam que o Concurso de Maquetes, é uma forma de divulgar e valorizar a construção pedagógica, que se faz no cotidiano escolar no aprender a conhecer, no aprender a fazer, no aprender a viver e no aprender a ser no convívio nos espaços públicos.

Está lançado o Concurso Maquetes abordando as ações do programa: MOBILIZAR PARA A SUSTENTABILIDADE, VALORIZAR A ARAUCÁRIA, RELACIONAR A FAUNA E FLORA, CONHECER OS DISPERSORES DE SEMENTES, ENTENDER A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS, DEMONSTRAR A RELAÇÃO DA ARAUCÁRIA COM O HOMEM, EXPOR A AMEAÇA DE EXTINÇÃO E COMPREENDER OS DANOS. A realização do concurso ocorre no período de 07 agosto a 15 de setembro de 2017.

1. DOS OBJETIVOS
1.1. Reconhecer a relevância do ensino e de práticas educacionais com enfoque na sustentabilidade;

1.2. Contribuir na formação do aluno cidadão consciente, para que desenvolva o pensamento reflexivo e o raciocínio crítico com relação aos temas propostos, ressaltando a importância da sensibilização para melhor qualidade de vida;

1.3. Incentivar os alunos a expressar seus conhecimentos, ideias e opiniões relacionadas às ações propostas, com enfoque na importância da araucária e seu ecossistema;

1.4. Utilizar diferentes formas de expressão para sensibilizar a população quanto aos cuidados necessários com o meio ambiente.

2. DA PARTICIPAÇÃO
Poderão participar os alunos do Ensino Integral das NOVE escolas da Rede Municipal de Ensino de São Bento do Sul, que confeccionarem uma maquete.

2.1 ESPECIFICAÇÕES DA MAQUETE
2.1.1. Deverão ser montadas equipes de no máximo 5 integrantes por equipe;
2.1.2. A maquete deve ser de autoria/exclusiva da equipe;
2.1.3. As maquetes podem ser confeccionadas com qualquer tipo de material, preferencialmente reciclado e/ou reutilizado;
2.1.4. A maquete deve ser retangular, possuindo tamanho padrão, com 1 metro de comprimento por 50 centímetros de largura, para a espessura, não haverá limite definido.
2.1.5 A maquete que estiver fora do modelo especificado será desclassificada automaticamente;
2.1.6 Para os alunos compreenderem melhor o tema, os professores responsáveis de cada turma deverão dar uma breve introdução de ensino, com base na “Cartilha de Informações da Araucária” que se encontra no Anexo III;
2.1.7 O tema da maquete será as ações do programa que compreendem a base de ensino que o professor repassará na sala, sendo elas: MOBILIZAR PARA A SUSTENTABILIDADE, VALORIZAR A ARAUCÁRIA, RELACIONAR A FAUNA E FLORA, CONHECER OS DISPERSORES DE SEMENTES, ENTENDER A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS, DEMONSTRAR A RELAÇÃO DA ARAUCÁRIA COM O HOMEM, EXPOR A AMEAÇA DE EXTINÇÃO E COMPREENDER OS DANOS.


3. DAS ETAPAS
3.1. DA ETAPA CLASSIFICATÓRIA
3.1.1. A etapa classificatória será realizada na própria Instituição de Ensino, ficando a cargo da direção designar uma Comissão Julgadora para selecionar, dentre as maquetes elaboradas pelas equipes, a melhor maquete, para participar da etapa final do concurso junto à Secretaria Municipal de Educação e o Departamento de Meio Ambiente.
3.1.2. Será de responsabilidade da Unidade Escolar encaminhar a maquete selecionada ao Departamento de Meio Ambiente, anexo no Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann, impreterivelmente até o dia 15 de setembro de 2017.
3.1.3. Será de responsabilidade da Unidade Escolar encaminhar a maquete selecionada, junto com uma Ata de Validação do processo de seleção, assinada pela Comissão Julgadora e Direção da Unidade Escolar, conforme modelo do Anexo I.
3.1.4. A Ata de Validação deverá constar em envelope identificado com o nome da Unidade Escolar. Na maquete a identificação deve estar na parte inferior, com o nome da escola. Não pode ter nenhuma identificação visível ao jurado.

3.2. DA ETAPA FINAL
3.2.1. Será constituída uma Comissão Julgadora formada pelos seguintes representantes:
- 2 (dois) representantes da Secretaria Municipal de Educação;
- 2 (dois) representantes do Departamento do Meio Ambiente;
- 1 ( um) representante da Gestão Florestal;
- 1 (um) representante da EPAGRI;
- 1 (um) representante do COMDEMA;
- 1 (um) representante do Consórcio Intermunicipal Quiriri.
- 1 (um) representante do Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann.

3.2.2. Nenhum dos componentes desta Comissão Julgadora pode ter qualquer vínculo familiar com os alunos cujos trabalhos irão ser julgados;
3.2.3. A Comissão Julgadora instituída será soberana para decidir qualquer fato pertinente à matéria, sendo que tais decisões não serão passíveis de recursos.

4. DOS OBJETOS DA AVALIAÇÃO
A Comissão Julgadora levará em consideração os seguintes critérios:
a) Adequação à proposta temática do concurso;
b) Argumentação (fuga do senso comum, criatividade, unidade, progressão temática, informação);
c) Coerência (clareza, organização das ideias, comunicação do tema);
d) Estética.

5. DAS CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO
5.1. O Concurso de maquetes ECOSSISTEMA DA ARAUCÁRIA”, será realizado no período compreendido entre 07/08/2017 a 15/09/2017;
5.2. Cada Unidade Escolar poderá inscrever somente 01 (Uma) maquete, de acordo com o tema estabelecido e realizado pela equipe em uma única via da ficha de inscrição;
5.3. Todos os itens solicitados no cabeçalho da ficha de inscrição deverão ser preenchidos;
5.4. Para validar a inscrição da maquete será necessária a assinatura dos pais ou responsável legal na Ficha de Inscrição (Anexo II);
5.5. O não preenchimento de todos os dados na ficha de inscrição (Cabeçalho e Autorização) implicará na desclassificação do trabalho.

6. DAS INSCRIÇÕES
6.1. Os trabalhos selecionados pela Unidade Escolar, Ata de Validação e as Fichas de Inscrições, deverão ser encaminhadas ao Departamento de Meio Ambiente, anexo no Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann, por meio de CI, conforme item 3.1.4 deste regulamento;
6.2. Os trabalhos deverão ser entregues no prazo citado no item 3.1.2 deste regulamento ao Departamento de Meio Ambiente, anexo no Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann;
6.3. O Departamento de Meio Ambiente, ficará responsável pela entrega de comprovante de recebimento dos documentos e maquete, sendo que o mesmo constará data e horário da entrega.

7. DAS PREMIAÇÕES
7.1. A maquete definida pela Unidade Escolar, como a vencedora da escola, receberá medalha de participação para os participantes da equipe que a confeccionaram.

7.2 As NOVE maquetes participantes, escolhida pelas escolas municipais (uma por escola), serão expostas no Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann, durante o mês de setembro, em comemoração ao Dia da Árvore (21/09) e a “Primavera dos Museus”.

7.3. Das NOVE maquetes selecionadas pelas escolas (uma por escola), UMA equipe será selecionada como vencedora pela comissão 3.2.1, onde os integrantes da equipe receberão um kit de utilitários.

8. DA CERIMÔNIA DE ENTREGA DOS PRÊMIOS
8.1. A cerimônia para as premiações será realizada até o dia 11 de outubro.
8.2. A divulgação do resultado final estará disponível no mural da Secretaria Municipal de Educação, no Departamento de Meio Ambiente no dia 18/09/2017 e por meio de Comunicação Interna enviada às Unidades Escolares.
8.3. O resultado final também estará disponibilizado no site da Prefeitura de São Bento do Sul.

9. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
9.1. As elaborações dos trabalhos deverão ser realizadas em sala de aula, de autoria do estudantes e sob a supervisão do professor;
9.2. A Secretaria Municipal de Educação e o Departamento de Meio Ambiente ficam autorizados a utilizar todos os trabalhos inscritos para fins de propaganda, publicações, materiais e eventos, desde que para fins didáticos e educativos ou turísticos;
9.3. Os casos não previstos neste Regulamento serão resolvidos pela Comissão Julgadora;
9.4. A direção da Unidade Escolar deverá preencher na ata de validação (anexo I), os dados acerca do número de alunos que participaram do concurso junto com o trabalho indicado para participar da etapa final;
9.5. A responsabilidade por plágio ou fraude será exclusivamente do autor;
9.6. A inscrição no concurso implica na completa aceitação deste regulamento;
9.7. Caberá à comissão julgadora decidir sobre os casos omissos no presente regulamento;
9.8. Não caberá recurso às decisões da comissão julgadora.