segunda-feira, 14 de agosto de 2017

CONCURSO DE MAQUETE DA ARAUCÁRIA



PREFEITURA DE SÃO BENTO DO SUL
DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO


Concurso de Maquetes
CARTILHA DE INFORMAÇÕES DA ARAUCÁRIA
Recentemente foi renovado o Termo de Convênio de Gestão Florestal, no qual a FATMA (Órgão Ambiental Estadual) concede ao município, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (Órgão Ambiental Municipal), a competência para emitir autorizações de corte de vegetação. Com o município assumindo o corte de vegetação é possível ter uma aproximação maior do processo com maior conhecimento em relação a realidade presente, bem como agilizar o processo de liberação, quando convier. É importante destacar que os pedidos de corte de vegetação serão analisados tecnicamente e legalmente, e as autorizações somente serão emitidas quando em conformidade com a legislação ambiental vigente.
Ainda assim, dentro da legalidade, haverá muita procura pelo corte de vegetação, o que vai contra os preceitos de preservação e conservação, intensamente necessários nos dias atuais. Sendo assim, esse Concurso visa a conscientização ambiental das crianças que são excelentes difusores e replicadores de informações, principalmente dentro de casa. Queremos que seja compreendido o valor e a importância das árvores no ecossistema no qual também estamos inseridos, fazendo com que possamos viver harmonicamente e lutar pela preservação das espécies.

Araucaria angustifolia conhecida popularmente como araucária, pinheiro brasileiro ou pinheiro do Paraná, é uma das espécies nativas mais importantes do Sul do Brasil. Originalmente cobria grandes áreas contínuas na Região Sul, estendendo-se para São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo na forma de pequenas manchas isoladas, principalmente nas regiões mais frias e altas destes estados. No Brasil, antes da colonização, as matas de araucária chegaram a estender-se por 185 mil quilômetros quadrados. Porém, devido a sua madeira ser de excelente qualidade (resistente e maleável), se iniciou uma grande exploração, onde serviu para erguer casas, fabricar de móveis, construir ferrovias e levantar cidades.
A espécie representou cerca de 92% de exportação de madeira do país. A derrubada da araucária para uso da madeira atingiu seu auge na década de 1970. A falta de plantios encerrou este importante ciclo econômico da região Sul do Brasil. Da área original de floresta de araucária, que antes cobria as serras meridionais brasileiras, restaram apenas 2%, tornando-se o ecossistema mais devastado do país. Seu grande valor madeireiro a condenou à quase extinção no final do século 20 e, atualmente, a espécie se encontra incluída na lista oficial de espécies ameaçadas de extinção. O corte de araucária foi legalmente proibido no Brasil em 2001, visando principalmente à conservação da espécie.
É a espécie característica do ecossistema considerado um dos mais raros e ameaçados do mundo: a Floresta Ombrófila Mista, a famosa Mata de Araucárias, da qual resta menos de 1% de sua ocorrência original. A Mata de Araucárias compõe, juntamente com outras formações vegetais, o Bioma Mata Atlântica, igualmente ameaçado, restando apenas 7% de sua formação original.
A araucária é uma árvore de vida longa, podendo viver de 200 a 300 anos (ou mais). Com altura média de 20 m a 25 m e 1,0 m a 1,5 m de diâmetro. Com folhas em formato de espinhos, uma adaptação à perda de água, sua forma é única na paisagem, parecendo uma taça ou guarda-chuva. É uma das espécies chamadas de “fóssil vivo”, pois ela existe há mais de 200 milhões de anos; já existia, da forma que a vemos hoje, durante a era dos dinossauros.
Estruturas florais da espécie são polinizadas entre setembro e outubro. Esta planta possui macho e fêmea. As plantas fêmeas são as que produzem as pinhas, com 20 cm de diâmetro, sendo que cada uma pode abranger até 150 sementes (pinhões). Já a planta macho é responsável pela formação de cones alongados que podem chegar até 15 cm de comprimento e 4 cm de diâmetro, e é este cone que produz o pólen. Entre abril e julho, 20 meses depois de sua polinização, as pinhas já amadurecidas soltam pinhões saborosos que são procurados por animais como aves e mamíferos.
As araucárias são importantes na fixação do regime hídrico dos rios, bem como por criarem um habitat próprio e rico em biodiversidade. A redução e a consequente fragmentação das matas não interferem somente na dinâmica das demais espécies vegetais, mas também nas espécies animais, pois estas acabam ficando sem ter o alimento (pinhões) em abundância. Toda espécie que entra na lista das ameaçadas, trás consigo inúmeras outras, que dependem desta, num efeito dominó. No caso da araucária, na eliminação da floresta, seu desaparecimento poderá levar à extinção, da canela-sassafrás (Ocotea pretiosa), a canela-preta (Ocotea catarineneses), a imbuia (Ocotea porosa), o xaxim (Alsophila setosa), a gralha-azul (Cyanocorax caeruleus), o macuco (Tinamus solitarius), a jacutinga (Pipile jacutinga) e grande número de epífitas, entre muitos outros. A gralha azul é um exemplo proeminente das interações complexas entre as espécies; ela possui a araucária como nicho ecológico, fazendo seu ninho na coroa de espinhos e alimentando-se dos pinhões. No outono estocam as sementes em troncos secos e buracos no chão, dispersando as sementes e enriquecendo o bioma. Outra ave que possui relação com a araucária é o papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea). Segundo a IUCN (International Union for Conservation of Nature) o papagaio-de-peito-roxo se encontra na categoria “Em Perigo”, já na resolução do CONSEMA também está listado em perigo, que informa as espécies da fauna ameaçada de extinção no estado de Santa Catarina. Embora mais de 28 espécies nativas componham a lista de vegetais que fornecem alimento ao papagaio-de-peito-roxo, a semente de Araucária angustifólia é a alimentação básica durante a estação de inverno, cujas sementes fornecem calorias nos meses de frio. Muitas outras aves e mamíferos depende da araucária como fonte de alimento. A araucária também apresenta espécies endêmicas como o grimpeirinho (Leptasthenura setaria).
Como já mencionado, a madeira da araucária é de alta qualidade, onde era utilizada para a construção de móveis e responsável por um grande parte da exportação madeireira do país, gerando bons resultados na economia, porém como não houve replantio da espécie, são poucos indivíduos que restaram, tornando a araucária em risco de extinção gerando a restrição de corte. Mas se a madeira possui tanta qualidade, porque os silvicultores não pensaram em fazer plantio da espécie para comercialização?
No mesmo período de sua intensa exploração ocorria a introdução no Brasil de espécies florestais exóticas para fins madeireiros e de celulose, principalmente Pinus sp e Eucalyptus sp. Auxiliados pelo melhoramento genético, essas espécies se tornaram mais atrativas economicamente e foram tomando o lugar da araucária. As poucas iniciativas de replantio da araucária foram logo abandonadas pelo seu crescimento mais lento e pouco conhecimento da biologia da espécie ou melhoramento genético. Os produtores passaram a dar preferência para as espécies exóticas, também devido às facilidades legais para exploração quando comparadas com a araucária. A história do replantio da araucária terminou ainda na fase embrionária pela concorrência das espécies mais rentáveis.
Mesmo com a preocupação da espécie em extinção, a proibição de corte não tem sido suficiente para frear o desmatamento, pois faltam incentivos para mantê-las em pé, apoio técnico que mostre suas potencialidades, alternativas para a exploração, além de mais pesquisas relacionadas à espécie.
Opções visando à obtenção de produtos não madeiráveis podem contribuir para a manutenção da araucária em pé, onde o foco na produção econômica do pinhão pode ser uma alternativa viável. A gastronomia à base do pinhão é rica e está presente em muitas festas que coincidem com a época de sua colheita (abril a agosto). Porém, é necessário incentivo e pesquisas visando, principalmente, o desenvolvimento de novas opções de uso e conservação. O fato de não poder mais cortar as araucárias faz com que muitos agricultores, ao verem uma planta ainda pequena, a eliminem com medo de perder um pedaço de terra para cultivo no futuro. Com esse cenário, a possibilidade de preservação da espécie no Brasil fica dependente de plantios porque, dentro da floresta, não há regeneração por falta de luz e, fora dela, o proprietário a elimina ainda jovem e as existentes, um dia, morrerão devido à idade avançada.
Para que a situação de risco de extinção da araucária seja alterada são necessários estudos urgentes sobre sua biologia, conservação, melhoramento genético, manejo e silvicultura. Os incentivos políticos e fiscais ao plantio da espécie para obtenção de produtos madeireiros e não madeireiros (especialmente do pinhão) também são de extrema importância para sua conservação. De modo geral, uma das ações mais efetivas no sentido da conservação da araucária é o incentivo à sua conservação mediante o uso, ou seja, para que produtores tenham interesse em salvar a espécie, será preciso que os mesmos vejam possibilidades reais de ganhos econômicos com o seu plantio.

Referências Bibliográficas:

WENDLING, Ivar & ZANETTE, Flávio. Araucária, particularidades, propagação e manejo de plantios. 2017. Universidade Federal do Paraná (UFPR); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA).

WONS, Fernando. Licenciamento ambiental de Araucária angustifólia. 2014. Disponível em: <https://goo.gl/6BAuAZ> Acesso em: 26 Jul. 2017


ABE, Lígia Mieko. Caracterização do hábitat do papagaio-de-peito-roxo Amazona vinacea (Kuhl, 1820) no Município de Tunas do Paraná, Região Metropolitana de Curitiba, Paraná. 2012. Disponível em: <https://goo.gl/KbKXLb> Acesso em: 26 Jul. 2017


“ECOSSISTEMA DA ARAUCÁRIA”
CONCURSO DE MAQUETES








O DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE, em parceria com a SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO promovem o Concurso
“ECOSSISTEMA DA ARAUCÁRIA”.



AÇÕES DO PROGRAMA:

MOBILIZAR PARA A SUSTENTABILIDADE, VALORIZAR A ARAUCÁRIA, RELACIONAR A FAUNA E FLORA, CONHECER OS DISPERSORES DE SEMENTES, ENTENDER A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS, DEMONSTRAR A RELAÇÃO DA ARAUCÁRIA COM O HOMEM, EXPOR A AMEAÇA DE EXTINÇÃO E COMPREENDER OS DANOS.




São Bento do Sul, 08 de AGOSTO/2017
REGULAMENTO
CONCURSO DE MAQUETES

O DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE em parceria com a SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO promovem o Concurso “ECOSSISTEMA DA ARAUCÁRIA” abordando as ações do programa: MOBILIZAR PARA A SUSTENTABILIDADE, VALORIZAR A ARAUCÁRIA, RELACIONAR A FAUNA E FLORA, CONHECER OS DISPERSORES DE SEMENTES, ENTENDER A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS, DEMONSTRAR A RELAÇÃO DA ARAUCÁRIA COM O HOMEM, EXPOR A AMEAÇA DE EXTINÇÃO E COMPREENDER OS DANOS, incorporado no “Novo Mais Educação”.

O DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE em parceria com a SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO acreditam que o Concurso de Maquetes, é uma forma de divulgar e valorizar a construção pedagógica, que se faz no cotidiano escolar no aprender a conhecer, no aprender a fazer, no aprender a viver e no aprender a ser no convívio nos espaços públicos.

Está lançado o Concurso Maquetes abordando as ações do programa: MOBILIZAR PARA A SUSTENTABILIDADE, VALORIZAR A ARAUCÁRIA, RELACIONAR A FAUNA E FLORA, CONHECER OS DISPERSORES DE SEMENTES, ENTENDER A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS, DEMONSTRAR A RELAÇÃO DA ARAUCÁRIA COM O HOMEM, EXPOR A AMEAÇA DE EXTINÇÃO E COMPREENDER OS DANOS. A realização do concurso ocorre no período de 07 agosto a 15 de setembro de 2017.

1. DOS OBJETIVOS
1.1. Reconhecer a relevância do ensino e de práticas educacionais com enfoque na sustentabilidade;

1.2. Contribuir na formação do aluno cidadão consciente, para que desenvolva o pensamento reflexivo e o raciocínio crítico com relação aos temas propostos, ressaltando a importância da sensibilização para melhor qualidade de vida;

1.3. Incentivar os alunos a expressar seus conhecimentos, ideias e opiniões relacionadas às ações propostas, com enfoque na importância da araucária e seu ecossistema;

1.4. Utilizar diferentes formas de expressão para sensibilizar a população quanto aos cuidados necessários com o meio ambiente.

2. DA PARTICIPAÇÃO
Poderão participar os alunos do Ensino Integral das NOVE escolas da Rede Municipal de Ensino de São Bento do Sul, que confeccionarem uma maquete.

2.1 ESPECIFICAÇÕES DA MAQUETE
2.1.1. Deverão ser montadas equipes de no máximo 5 integrantes por equipe;
2.1.2. A maquete deve ser de autoria/exclusiva da equipe;
2.1.3. As maquetes podem ser confeccionadas com qualquer tipo de material, preferencialmente reciclado e/ou reutilizado;
2.1.4. A maquete deve ser retangular, possuindo tamanho padrão, com 1 metro de comprimento por 50 centímetros de largura, para a espessura, não haverá limite definido.
2.1.5 A maquete que estiver fora do modelo especificado será desclassificada automaticamente;
2.1.6 Para os alunos compreenderem melhor o tema, os professores responsáveis de cada turma deverão dar uma breve introdução de ensino, com base na “Cartilha de Informações da Araucária” que se encontra no Anexo III;
2.1.7 O tema da maquete será as ações do programa que compreendem a base de ensino que o professor repassará na sala, sendo elas: MOBILIZAR PARA A SUSTENTABILIDADE, VALORIZAR A ARAUCÁRIA, RELACIONAR A FAUNA E FLORA, CONHECER OS DISPERSORES DE SEMENTES, ENTENDER A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS, DEMONSTRAR A RELAÇÃO DA ARAUCÁRIA COM O HOMEM, EXPOR A AMEAÇA DE EXTINÇÃO E COMPREENDER OS DANOS.


3. DAS ETAPAS
3.1. DA ETAPA CLASSIFICATÓRIA
3.1.1. A etapa classificatória será realizada na própria Instituição de Ensino, ficando a cargo da direção designar uma Comissão Julgadora para selecionar, dentre as maquetes elaboradas pelas equipes, a melhor maquete, para participar da etapa final do concurso junto à Secretaria Municipal de Educação e o Departamento de Meio Ambiente.
3.1.2. Será de responsabilidade da Unidade Escolar encaminhar a maquete selecionada ao Departamento de Meio Ambiente, anexo no Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann, impreterivelmente até o dia 15 de setembro de 2017.
3.1.3. Será de responsabilidade da Unidade Escolar encaminhar a maquete selecionada, junto com uma Ata de Validação do processo de seleção, assinada pela Comissão Julgadora e Direção da Unidade Escolar, conforme modelo do Anexo I.
3.1.4. A Ata de Validação deverá constar em envelope identificado com o nome da Unidade Escolar. Na maquete a identificação deve estar na parte inferior, com o nome da escola. Não pode ter nenhuma identificação visível ao jurado.

3.2. DA ETAPA FINAL
3.2.1. Será constituída uma Comissão Julgadora formada pelos seguintes representantes:
- 2 (dois) representantes da Secretaria Municipal de Educação;
- 2 (dois) representantes do Departamento do Meio Ambiente;
- 1 ( um) representante da Gestão Florestal;
- 1 (um) representante da EPAGRI;
- 1 (um) representante do COMDEMA;
- 1 (um) representante do Consórcio Intermunicipal Quiriri.
- 1 (um) representante do Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann.

3.2.2. Nenhum dos componentes desta Comissão Julgadora pode ter qualquer vínculo familiar com os alunos cujos trabalhos irão ser julgados;
3.2.3. A Comissão Julgadora instituída será soberana para decidir qualquer fato pertinente à matéria, sendo que tais decisões não serão passíveis de recursos.

4. DOS OBJETOS DA AVALIAÇÃO
A Comissão Julgadora levará em consideração os seguintes critérios:
a) Adequação à proposta temática do concurso;
b) Argumentação (fuga do senso comum, criatividade, unidade, progressão temática, informação);
c) Coerência (clareza, organização das ideias, comunicação do tema);
d) Estética.

5. DAS CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO
5.1. O Concurso de maquetes “ECOSSISTEMA DA ARAUCÁRIA”, será realizado no período compreendido entre 07/08/2017 a 15/09/2017;
5.2. Cada Unidade Escolar poderá inscrever somente 01 (Uma) maquete, de acordo com o tema estabelecido e realizado pela equipe em uma única via da ficha de inscrição;
5.3. Todos os itens solicitados no cabeçalho da ficha de inscrição deverão ser preenchidos;
5.4. Para validar a inscrição da maquete será necessária a assinatura dos pais ou responsável legal na Ficha de Inscrição (Anexo II);
5.5. O não preenchimento de todos os dados na ficha de inscrição (Cabeçalho e Autorização) implicará na desclassificação do trabalho.

6. DAS INSCRIÇÕES
6.1. Os trabalhos selecionados pela Unidade Escolar, Ata de Validação e as Fichas de Inscrições, deverão ser encaminhadas ao Departamento de Meio Ambiente, anexo no Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann, por meio de CI, conforme item 3.1.4 deste regulamento;
6.2. Os trabalhos deverão ser entregues no prazo citado no item 3.1.2 deste regulamento ao Departamento de Meio Ambiente, anexo no Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann;
6.3. O Departamento de Meio Ambiente, ficará responsável pela entrega de comprovante de recebimento dos documentos e maquete, sendo que o mesmo constará data e horário da entrega.

7. DAS PREMIAÇÕES
7.1. A maquete definida pela Unidade Escolar, como a vencedora da escola, receberá medalha de participação para os participantes da equipe que a confeccionaram.

7.2 As NOVE maquetes participantes, escolhida pelas escolas municipais (uma por escola), serão expostas no Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann, durante o mês de setembro, em comemoração ao Dia da Árvore (21/09) e a “Primavera dos Museus”.

7.3. Das NOVE maquetes selecionadas pelas escolas (uma por escola), UMA equipe será selecionada como vencedora pela comissão 3.2.1, onde os integrantes da equipe receberão um kit de utilitários.

8. DA CERIMÔNIA DE ENTREGA DOS PRÊMIOS
8.1. A cerimônia para as premiações será realizada até o dia 11 de outubro.
8.2. A divulgação do resultado final estará disponível no mural da Secretaria Municipal de Educação, no Departamento de Meio Ambiente no dia 18/09/2017 e por meio de Comunicação Interna enviada às Unidades Escolares.
8.3. O resultado final também estará disponibilizado no site da Prefeitura de São Bento do Sul.

9. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
9.1. As elaborações dos trabalhos deverão ser realizadas em sala de aula, de autoria do estudantes e sob a supervisão do professor;
9.2. A Secretaria Municipal de Educação e o Departamento de Meio Ambiente ficam autorizados a utilizar todos os trabalhos inscritos para fins de propaganda, publicações, materiais e eventos, desde que para fins didáticos e educativos ou turísticos;
9.3. Os casos não previstos neste Regulamento serão resolvidos pela Comissão Julgadora;
9.4. A direção da Unidade Escolar deverá preencher na ata de validação (anexo I), os dados acerca do número de alunos que participaram do concurso junto com o trabalho indicado para participar da etapa final;
9.5. A responsabilidade por plágio ou fraude será exclusivamente do autor;
9.6. A inscrição no concurso implica na completa aceitação deste regulamento;
9.7. Caberá à comissão julgadora decidir sobre os casos omissos no presente regulamento;
9.8. Não caberá recurso às decisões da comissão julgadora.

Soltura de aves é grande sucesso na APA do Rio Vermelho


Soltura de aves é grande sucesso na APA do Rio Vermelho
Esta quinta-feira (10) foi realmente uma data especial em São Bento do Sul.
O diretor de Meio Ambiente Marcelo Hübel; Comandante Major Maicon Dilmo de Souza; Prefeito Magno Bollmann; Condante do Comando de Policiamento Militar Ambiental do Estado, Coronel Adilson Schlickmann Sperfeld; Comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar de São Bento do Sul, Tenente Coronel Fabiano Dias Perfeito; Presidente da CDL de São Bento do Sul, Orlando Torinelli; e o Secretario Executivo da CDL

Na ocasião, a Associação R3 ANIMAL responsável pelo CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres) localizado no Parque Florestal Rio Vermelho, em Florianópolis, esteve em São Bento do Sul para realizar a soltura de 32 aves que estavam em reabilitação no CETAS.
Como disse o prefeito Magno Bollmann, "isso aqui é um sonho acalentado há mais de 12 anos".
O evento foi realmente emocionante, pois três grandes gaiolas foram trazidas para o Parque Natural das Aves, e separadamente uma a uma foram abertas para libertar as aves recuperadas no CETAS.
"Algumas espécies inclusive não se vê mais na região", disse o prefeito Magno Bollmann, concluindo que este será o início de uma reintrodução de algumas espécies na natureza local.
O Comandante da Polícia Militar Ambiental do Estado, Coronel Adilson Schlickmann Sperfeld lembrou do espaço que havia no quartel da Polícia Ambiental em Joinville, para recuperação e depois soltura de aves, e também da longa caminhada e parceria com Magno Bollmann. 
"É uma alegria rever isso acontecendo, essa história que começa nos anos 90 acaba se repetindo nesse momento com muito mais ênfase e mais organização, e é uma felicidade ver que isto está acontecendo justamente com o senhor, que sempre esteve na vanguarda na questão de proteção dos animais, na proteção da floresta, e que é o idealizador na melhoria da qualidade do meio ambiente da cidade", disse o comandante.
Magno Bollmann explicou que esse momento é o fundamento desse projeto do Parque Natural das Aves, que é receber aves de cativeiro, recuperá-las e devolver para a natureza. "Essa é a origem do projeto do Parque Natural das Aves", disse.
Magno ainda destacou que trata-se de uma área de proteção ambiental, com 23 mil hectares, em torno de 45% da área do município de São Bento do Sul, com plano de manejo, que em síntese é tratado como um tripé: preservação, recuperação e uso consciente e responsável.
Citando as futuras gerações, o prefeito elogiou a Polícia Ambiental pelo trabalho junto ao programa Protetor Ambiental, que está formando uma turma de 40 alunos em São Bento do Sul.
"É esta nova geração que irá prosseguir com os trabalhos depois que nós estamos deixando", disse.
O prefeito também fez questão de inúmeras vezes destacar e agradecer o apoio da Polícia Ambiental, Polícia Militar, de toda equipe do Meio Ambiente, educação, imprensa, e demais participantes que prestigiaram o ato da soltura das aves.
Além do prefeito, anfitrião do Parque Natural das Aves na APA Rio Vermelho/Humboldt, estiveram presentes ao evento o vice-prefeito, secretário de Agricultura e Meio Ambiente e secretário de Obras, Márcio Dreveck; diretor de Meio Ambiente Marcelo Huebl e equipe; secretária de Educação Rosemari Strack Cândido; Comandante do Comando de Policiamento Militar Ambiental do Estado, Coronel Adilson Schlickmann Sperfeld; Comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar de São Bento do Sul, Tenente Coronel Fabiano Dias Perfeito; Comandante Major Maicon Dilmo de Souza da Polícia Militar de Joinville; veterinário da R3 ANIMAL, João Vitor de Campos Roeder; a bióloga Juliana Kammer, da Comfloresta, parceira do projeto de soltura; equipe de biólogos da FUJAMA - Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente; alunos da EBM Emílio Engel que participam do programa Gestor Ambiental, juntamente com o instrutor Cabo Freiberger; presidente da CDL de São Bento do Sul, Orlando Torinelli; Presidente da ACISBS, Jonathan Roger Linzmeyer; e diversos policiais militares, militares ambientais, convidados e imprensa.
R3 Animal - A Associação R3 ANIMAL www.r3animal.org, sem fins lucrativos, é responsável pelo CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres) localizado no Parque Florestal Rio Vermelho em Florianópolis, com apoio da FATMA e Polícia Militar Ambiental, esta recebe os animais apreendidos ou resgatados, que são tratados e reabilitados para soltura. Apenas os que não são mais aptos a vida na natureza são direcionados para zoológicos.
Aves soltas - As aves soltas no Parque Natural das Aves nesta quinta feira foram 2 sabiás pretas, 4 sabiás coleira, 1 sabiá laranjeira, 2 sabiás poca, 1  trinca-ferro, 1  tangará dançarino, 2 coleirinhos, 2  curiós, 1 pintassilgo, 1 saíra sete cores, 1 tié preto, e 14 tucanos de bico verde.
Prefeito Magno Bollmann e monitor ambiental da PMA na soltura de passeriformes.

Soltura de aves na APA Rio Vermelho Humbold com CETAS - Associação R3 ANIMAL

Joberth Krause – MTB 4280SC
Assessoria de Imprensa

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Dia de Controle da Poluição Ambiental terá palestras e inspeção veicular


Dia de Controle da Poluição Ambiental terá palestras e inspeção veicular


O dia do “Controle da Poluição Ambiental” é “comemorado” mundialmente, sendo também reforçado em São Bento do Sul para a sensibilização com ações de cunho orientativo. 
São ações desenvolvidas pela Prefeitura, através do Departamento de Meio Ambiente, em parceria com a ACISBS (Associação Empresarial de São Bento do Sul).
Neste dia 14 de agosto serão proferidas pelo menos três palestras no auditório da ACISBS, iniciando com a recepção às 8:30hs, seguindo com as palestras distribuídas em três temas: “O Gerenciamento de Resíduos Sólidos, aterro Classe I e II” com Boanerges Carneiro Jr; “O Tratamento de Águas Residuárias” com Débora Garcia Emboaba e Jean Marcelo Fuck, e o “Controle de Poluição Ambiental como Estratégia de Competitividade” com o Dr. Joel Dias da Silva e Msc Fernando Scaburri.
Inspeção Veicular
Em paralelo com a realização das palestras, também ocorre a “Inspeção Veicular”, promovido pela FETRANCESC (Federação das Empresas de Transportes de Cargas no Estado de Santa Catarina)com ASTRAN Transportes Rodoviários. Os veículos com motores diesel serão analisados com opacímetro e tacômetro nas variadas rotações de marcha lenta informada, livre, máxima e lenta,conferindo as definições da Resolução CONAMA nº 418 e a Instrução Normativa do IBAMA nº 06/2010. 
A analise é gratuita e além verificar se existe poluição impactante, fornece subsídios para ajustes no caminhão ou caminhonete para melhor desempenho e prevenção. Esta analise apresenta validade de 180 dias podendo ser apresentado para clientes do setor de transporte, voltados para as certificações ambientais, e até mesmo para a Polícia Rodoviária Federal, se precavendo de punição por multa por emissão de poluição.
Os veículos serão recebidos em frente a ACISBS na Rua Afonso Grosskopf, 352 – Colonial.
As palestras e a análise veicular são direcionadas para associados da ACISBS, mas a parceria estende para toda sociedade que apresenta interesse em enriquecer seu conhecimento ou ainda garantir a manutenção correta de seu veículo. 
O evento conta com a participação dos parceiros Hera Sul, ASTRAN,  SAMAE, FETRANCESC e Metaquímica.

Assessoria de Imprensa
Prefeitura de São Bento do Sul

JARDIM BOTÂNICO EM SÃO BENTO DO SUL


Primeira semente para o Jardim Botânico de São Bento do Sul é plantada


Na tarde desta quarta-feira (9) foi plantada a primeira semente para a criação do Jardim Botânico de São Bento do Sul.
Na ocasião, o prefeito Magno Bollmann esteve reunido com o sr. Osmar Muhlbauer, Presidente da Fundação de Ensino Tecnologia e Pesquisa - FETEP; Osvalmir Tschoeke, gerente da Incubadora Tecnológica de São Bento do Sul; Samuel Henrique Werlich, diretor geral do Instituto Federal Catarinense – IFC - Campus São Bento do Sul; Gean Cardoso de Medeiros, diretor da Univille - Campus São Bento do Sul; Dra. Karin Esemeann Quadros, representante do Jardim Botânico da Univille; Claudinei José Cristofolini, representante da Unisociesc; Agnaldo Valderlei Arnold, diretor administrativo da Udesc - Campus São Bento do Sul; Luiz Claudio Gayer Schuves, Secretário de Planejamento e Urbanismo; Adelino Denk, Secretário de Desenvolvimento e Turismo; Marcelo Huebl, Diretor de Meio Ambiente e Joberth krause, assessor de comunicação da prefeitura de São Bento do Sul.
Durante a reunião foram discutidos temas relativos à criação do Jardim Botânico de São Bento do Sul como: definição da personalidade jurídica para criação do jardim botânico, área do jardim botânico; plano de uso e ocupação; participação das instituições na constituição do jardim botânico, e demais itens para futuras discussões. 
O prefeito Magno Bollmann destacou o grande engajamento das instituições para a criação deste espaço no município: "é realmente impressionante o engajamento das instituições que aqui participaram da reunião. Todos demonstram interesse e vontade de tornar realidade este grande projeto que será desenvolvido dentro da área verde no parque tecnológico do bairro Centenário. Estamos felizes e motivados com os resultados desta primeira reunião. Hoje plantamos a primeira semente para a criação do Jardim Botânico de São Bento do Sul", disse o prefeito.
Todas as instituições reunidas se comprometeram com apoio para trabalhar na concretização deste projeto.
A Dra.Karin Esemeann Quadros, representante do Jardim Botânico da Univille resumiu muito bem o resultado da reunião: "vocês aqui em São Bento do Sul já tem meio caminho andado com o apoio de todos aqui reunidos", disse.
Alguns detalhes técnicos e jurídicos serão verificados nos próximos dias e o segundo encontro do grupo será realizado no início do mês de setembro.

Joberth Krause – MTB 4280SC
Assessoria de Imprensa
Prefeitura de São Bento do Sul

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Licenciamento para Corte de Vegetação já é realidade no município de São Bento do Sul


Licenciamento para Corte de Vegetação já é realidade no município


A partir desta semana já está autorizado o licenciamento para supressão de vegetação emitido pela Prefeitura de São Bento do Sul, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, pelo Departamento de Meio Ambiente. Esta autorização é fruto de um convênio assinado entre o prefeito Magno Bollmann e o Presidente da FATMA, Alexandre Watrick Rates.
Os primeiros contatos com a fundação ocorreram ainda em janeiro. Num primeiro momento foi levantada pela FATMA a possibilidade de não existir a viabilidade do convênio por inúmeras razões. Foi um longo período de conversas e acertos, justificados pela mudança estrutural interna, equívocos do passado, causados por outros municípios, e pela necessidade de adequação do “Termo de Delegação de Atribuições”. 
No Estado ainda existem muitos municípios aguardando a assinatura para iniciarem as atividades. O contrato apresenta 12 páginas com os regramentos e os compromissos em atendimento aos requisitos legais aplicáveis. Na prática a Prefeitura assume a supressão de vegetação em vários quesitos, tendo uma aproximação maior do requerente e com entendimento da realidade do município. “A proposta de trabalho é agilizar o processo de licenciamento para corte de vegetação, mas sem perder etapas ou exigências que a FATMA também exigiria.”, comenta Marcelo Hübel, Diretor de Meio Ambiente. 
O processo segue os mesmos padrões das Instruções Normativas, desenvolvidas pelo CONSEMA (Conselho Estadual de Meio Ambiente), e aplicadas pela FATMA, também não exime qualquer flexibilidade legal ou normativa.
Na prática o Departamento de Meio Ambiente se torna uma extensão da FATMA, no que tange a licença de supressão de vegetação. Contudo continuam valendo as mesmas regras de protocolos com cobranças das documentações pertinentes ao processo de licenciamento, bem como de taxas e profissionais habilitados para atenderem o processo. 
Na contrapartida o Município assumiu a elaboração do Plano Municipal de Conservação e Recuperação. Mas este compromisso não elimina as compensações ambientais que os requerentes terão que assumir. Para melhor entendimento é possível acessar mais documentos no site da Prefeitura, no campo Serviços, seguindo para todos Serviços, abrindo a janela Gestão Florestal. O atendimento ao público sobre a “Gestão Florestal” será realizado todas as terças-feiras e quintas-feiras no período vespertino nas dependências da Secretaria, anexo ao Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann. 
O convênio não é estendido para a APA Rio Vermelho Humbold, devido a Lei Complementar Federal 140/2011, mas esta definição já está em análise pelo setor jurídico da Prefeitura.
Na integra o município pode atender a supressão conforme o porte de área e situações distintas considerando:
Supressão de vegetação de baixo impacto ambiental;
Corte de vegetação secundária nos imóveis urbanos;
Corte no estágio inicial para pequena propriedade rural;
Corte no estágio inicial para imóveis rurais cujo proprietário não  se caracteriza como pequeno produtor rural;
Corte de árvores com risco à via ou ao patrimônio;
Corte de árvores isolada urbana ou rural;
Aproveitamento de árvores mortas ou caídas;
Corte eventual de árvores em área rural.
Assessoria de Imprensa
Prefeitura de São Bento do Sul

Aves silvestres serão soltas na APA Rio Vermelho Humbold


Aves silvestres serão soltas na APA Rio Vermelho Humbold

A Associação R3 ANIMAL, sem fins lucrativos, é responsável pelo CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres) localizado no Parque Florestal Rio Vermelho em Florianópolis. Com apoio da FATMA e Polícia Militar Ambiental, esta recebe os animais apreendidos ou resgatados, que são tratados e reabilitados para soltura. Apenas os que não são mais aptos a vida na natureza são direcionados para zoológicos. 

Este trabalho chamou a atenção do Departamento de Meio Ambiente que iniciou o contato com a R3 ANIMAL, com a Profª. Drª. Cristiane K. M. Kolesnikovas, visualizando a oportunidade da soltura de animais na Unidade de Conservação do município de São Bento do Sul, na APA Rio Vermelho Humbold. 
Neste dia 1º de agosto serão soltas 32 aves de 12 espécies. Mas para esta atividade ser concretizada, foram necessárias várias ações que ocorreram nos últimos 120 dias. 
A ação somente é possível porque a APA foi regulamenta e apresenta Plano de Manejo, e com esta documentação evidenciada iniciaram as conversas com maior seriedade. 
Após a anuência do prefeito Magno Bollmann, a documentação seguiu para aprovação da FATMA. Com este documento foi respeitado o prazo de 45 dias previsto em lei, para seguirem com a análise das fezes das aves em laboratório credenciado. Nesta etapa a empresa COMFLORESTA prestou apoio, pagando pelos exames, mas no total serão feitas 17 análises atendendo a IN do ICMBio 23/2014. 
Em paralelo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) foi contatado para fornecimento das anilhas de identificação, ou ainda a marcação com microchips subcutâneos, controlado pelo CEMAVE, um dos Centros Nacionais de Pesquisa e Conservação ligados ao IBAMA. Com a identificação é possível rastrear a ave e garantir um acompanhamento de sua dispersão. 
A soltura será no Parque Natural das Aves, local escolhido pelo alto nível de conservação e por existirem tratadores externos, que facilitam a reintrodução das aves na natureza. Após a soltura o Biólogo Marcelo Hübel continuará com a atividade monitorando o local e as aves, emitindo relatório de acompanhamento. 
Com o sucesso deste evento, devem ser previstas novas solturas. Esta atividade remete ao passado quando o prefeito Magno Bollmann, em parceria com a Polícia Militar Ambiental, promoviam dias de soltura de aves, que passavam por fazes de recuperação e reabilitação no Parque. 
Assim como no passado e evento deve reunir diversas autoridades e pessoas ligadas ao meio ambiente, ou que ainda apresentam uma postura conservacionista e de apreciação a natureza. Na lista das espécies que serão soltas, constam em maior número o tucano-de-bico-verde, símbolo da fauna de São Bento do Sul, também consta o curió já extinto de Rio Natal e ameaçado de extinção, criticamente em perigo, pela lista do Estado, resolução CONSEMA Nº 2/2011.
Espécies que serão soltas:
2 Turdus flavipes – sabiá-preta
4 Turdus albicollis – sabiá-coleira
1 Turdus rufiventris – sabiá-laranjeira
2 Turdus amaurochalinus – sabiá-poca
1 Saltator similis – trinca-ferro
1 Chiroxiphia caudata – tangará-dançarino
2 Sporophila caurelescens - coleirinho
2 Sporophila angolensis – curió -
1 Spinus magellanicus - pintassilgo
1 Tangara seledon – saíra-sete-cores
1 Tachyphonus coronatus – tié-preto
14 Ramphsastos dicilorus – tucano-de-bico-verde
Assessoria de Imprensa
Prefeitura de São Bento do Sul

SOLTURA DE AVES NA APA COM ASSOCIAÇÃO R3 ANIMAL


segunda-feira, 10 de julho de 2017

SOS Rio Limpo 3 m³ no Rio Negrinho II



SOS Rio Limpo é realizado como programação do Mês do Meio Ambiente

Durante esta sexta-feira uma força tarefa envolvendo a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente através da diretoria de Meio Ambiente, secretaria de Obras, Defesa Civil, Vigilância Sanitária e Samae retomou o programa SOS Rio Limpo.
O Programa SOS Rio Limpo aborda em específico os rios e os moradores ribeirinhos, em situações onde a poluição compromete a saúde das pessoas, a diversidade de fauna e flora aquática e os recursos naturais. 
Ainda são considerados de atenção em relação a poluição de rios, o custo de maior valor investido para tratamento de água, quando este está destinado para abastecimento público.
O envolvimento da comunidade local é essencial para a formação de educação ambiental e cultural, onde as ações de melhoria devem ser adotadas pelas comunidades, que são as primeiras afetadas pela interferência na qualidade de vida. Estes são envolvidos a participar como monitores ambientais, adequando seu sistema de fossa séptica e filtro além de denunciar o lançamento de poluentes, contaminantes e resíduos nos rios.
Retomada - Conforme relatou o diretor de Meio Ambiente Marcelo Huebl, "a retomada do SOS Rio Limpo tem por objetivo trazer a comunidade para junto do programa e estimular a conscientização de todos para com o meio ambiente", disse.

Marcelo também relatou que nesta força tarefa realizada no rio Negrinho II, no bairro Centenário, foram recolhidos gaiolas, pneus, garrafas, lonas, latas, tapetes, banco de carro, sofá, forro de PVC, sacolas, garrafas, desodorantes, roupas, calçados, telas de arame, pedaços de ferro, cerâmica, tábuas, telhas de plástico, telhas de metal, telhas de amianto, dentadura, brinquedos de criança, vidros planos, canos plásticos, pedaço de fogão, dentre outros entulhos.
O prefeito em exercício Márcio Dreveck destacou a retomada do projeto como sendo de fundamental importância para estimular a conscientização da comunidade quanto a importância de se preservar os rios e o meio ambiente em geral.
"É importante que possamos tocar a consciência das pessoas, pois a questão ambiental é um dos fatores de maior importância na atualidade. Precisamos todos ter consciência de que devemos dar a correta destinação aos nossos resíduos, e basta somente a vontade de cada um, pois temos a coleta de resíduos comum, coleta seletiva, além do trabalho dos catadores de materiais recicláveis e ainda postos de coleta de materiais reciclados em alguns pontos do município. Se cada um fizer a sua parte nós poderemos mudar a nossa realidade".
Márcio ainda destacou as ações em prol do turismo integrado, as quais demandam um grande trabalho envolvendo os municípios do Quiriri e que surtirão efeitos muito positivos para toda a região, mas comentou que "o comportamento de cada cidadão pode influenciar diretamente na reação que o turista terá de nossa região. Imagine o turista passeando pelas áreas com rios aqui em São Bento do Sul e se deparar com lixo acumulado nas encostas. Seria muito prejudicial para a imagem do município e da região, por isso a importância da conscientização de cada um", concluiu o prefeito.
O Programa SOS Rio Limpo tem como objetivo geral sensibilizar os moradores no desenvolvimento de práticas adequadas à manutenção da qualidade da água, repassando o exemplo da ação do programa e divulgando as ações de melhoria, favorecendo as características da água de forma que atendam a manutenção da biodiversidade aquática e o bem estar social, por questões ambientais e de pela saúde pública.
Como objetivos específicos o Programa SOS Rio Limpo objetiva divulgar o programa, envolvendo e sensibilizando os moradores da cidade frente ao problema;
Distribuir folders informativos para a necessidade de construção de fossas sépticas conforme requisitos normativos, para as comunidades ribeirinhas;
Distribuir folders informativos especificando a necessidade de participação da comunidade e as causas consequentes do rio poluído, para as comunidades ribeirinhas;
Limpar os rios e suas margens, dos materiais lançados pelos moradores (pneu; plásticos; colchão; geladeira; latas etc.)
Destinar corretamente os resíduos, para reciclagem ou aterro sanitário, conforme sua classificação;
Manter vínculo participativo com a Cooperativa de Catadores de Material Reciclável de São Bento do Sul;
Minimizar as ações de enchentes causado pelo acúmulo de material na entrada de tubulações.
Minimizar os efeitos de poluição e comprometimento da qualidade da água;
Minimizar o odor dos rios causados pela poluição, principalmente de efluente cloacal;
Minimizar os problemas de contaminação por agentes parasitários; e
Melhorar as condições de vida existentes nos rios e garantir a sobrevivência de espécies do habitat.
Materiais e métodos - Cada rio apresenta suas particularidades conforme a ocupação de suas proximidades, sendo em primeiro momento observadas as denúncias que envolvem a bacia em questão.
O reconhecimento técnico prévio é importante para identificação dos locais de maior impacto causados pela ação antrópica, garantindo uma melhor atuação no local, com prévio entendimento do grau de risco; potencial poluidor; quantidade de residências abordadas; tempo necessário para realização da atividade; áreas de saídas; capital humano, e finalmente, a melhor definição de materiais e métodos necessários para cada realidade que suprem a disposição das parcerias com a disponibilidade de recursos.
Joberth Krause – MTB 4280SC
Assessoria de Imprensa
Prefeitura de São Bento do Sul

quinta-feira, 6 de julho de 2017

MUSEU NATURAL - TURISMO EM SÃO BENTO DO SUL

Museu Natural é atrativo para visitantes


Localizado na Rodovia dos Móveis, no bairro Mato Preto, o Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann é um dos pontos mais visitados por turistas e, até mesmo, pelos são-bentenses. Somente neste primeiro semestre, 728 pessoas passaram pelo local. 
Segundo o diretor de Meio Ambiente, Marcelo Hübel, comparando com o ano passado, onde foram registradas 325 visitações, o número aumentou significativamente. “Várias situações foram responsáveis por esse aumento de visitantes. Exposições, a placa de identificação do local e o horário diferenciado de atendimento marcaram esse crescimento exponencial nas visitas, mas que ainda deve melhorar, pois teremos novas programações e divulgações” comentou. 
Entre os visitantes que assinaram o livro de registro do Museu, Marcelo destaca, além dos são-bentenses, turistas dos países da Alemanha e Argentina, e de cidades brasileiras como: Blumenau, Garuva, Ituporanga, Canoas, Santa Rita, Rancho Queimado, Corupá, Estância, Joinville, Jaraguá do Sul, Campo Alegre, Curitiba, Lapa, São José, Agudos do Sul, Florianópolis, São Paulo, Colombo, Ponta Grossa, Itapoá, Resende, Chapecó, Ilhéus, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Bonito, Cascavel, Piên, São José dos Pinhais, Guaratuba, Ribeirão Preto, Itapema, Rio Negrinho, Tijucas do Sul, Mafra e Saquarema.
Visite: O Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann inaugurou no dia 16 de dezembro de 2011 e seu acervo conta com exposição de borboletas, insetos, animais taxidermizados (mamíferos, aves, répteis, anfíbios), exsicatas de plantas, conchas, diorama com a representação da floresta de araucária, artefatos indígenas, folhas com apresentação da morfologia, rochas, desenhos em aquarela, colmeia, fóssil, fatia de araucária que nasceu em 1735, apresentando bandeiras indicativas da escala de tempo até a queda da árvore, em 2011. 
Além disso, conta com mais de 400 imagens da APA Rio Vermelho Humbold, com mapa e histórico, artefatos de borboletas das Indústrias Zipperer e Artefama, painéis com informações dos estudiosos em borboletas de São Bento do Sul (Ornith Bollmann, Ivo Ranck e József Bajcsik Bácsfalusi), e painéis com informações de insetos, lepidoptera, histórico do museu, flores e botânica. 
O local atende de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 12 horas e das 13 às 17 horas. Aos sábados, das 9 às 12 horas. E nos feriados e pontos facultativos, das 9 às 12 horas e das 13 às 16 horas. 
As visitas também podem ser agendadas por grupos e escolas com atendimento guiado. O agendamento poderá ser feito através do telefone 3635-4234, com Bianca. A entrada é gratuita. 


Viviane de Vargas Miranda
Assessoria de Imprensa
Prefeitura de São Bento do Sul

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Resgate bem sucedido


Resgate bem sucedido


Embora o resgate de fauna silvestre não seja uma tarefa rotineira para o Departamento de Meio Ambiente, por vezes ocorre. Nesta semana, uma empresa entrou em contato para socorrer uma coruja. 
O procedimento é verificar o animal, ver o estado de saúde e tomar as providências de adequação, que geralmente são de acionar a Polícia Militar Ambiental, que realiza captura e destinação para o Centro de Triagem de Animal Silvestre. Mas neste chamado foi observado que a coruja em questão, apresentava plumas e ainda não voava, sendo um filhote da coruja-de-igreja ou coruja-das-torres. 

Percorrendo o galpão da empresa, foi avistado o adulto que em voos pelos arredores, sempre voltava para o mesmo ponto, uma abertura entre o telhado e uma manta térmica. 
Estas corujas costumam fazer ninhos em sótão, fendas, beirais. Com uma escada foi possível verificar o local numa altura aproximada de 12 metros. Foram tomadas todas medidas de segurança com cinto, linha da vida e EPI's. 
Marcelo Hübel subindo com a coruja
A coruja foi colocada no ninho novamente, tendo uma nova oportunidade de sobrevivência. Exposta no tempo, seria vítima de cães domésticos e até mesmos de urubus. 
Esta coruja apresenta um território com raio em cerca de 7 km de seu ninho. Os ovos são brancos e após eclodirem permanecem com os pais em aproximadamente 3 meses. A alimentação pode chegar em 90% de ratos, mas também se alimentam de insetos, aracnídeos, morcegos, aves. Sua atividade é crepuscular e noturna, e quando é vista caçando durante o dia é sinal que o alimento está em falta. Com as asas abertas pode chegar em torno de 1 metro de envergadura.
Assessoria de Imprensa
Prefeitura de São Bento do Sul

Parque recebe bancos e lixeiras artísticas


Parque recebe bancos e lixeiras artísticas

O Parque 23 de Setembro, no Centro de São Bento do Sul, foi o espaço escolhido para a prática de educação ambiental do Departamento de Meio Ambiente, com alunos da EBM Dr. Hercílio Malinowsky.
Os estudantes, acompanhados pela professora Marianne Martins Gomes da Silva Auburger e pela diretora, Neide Fátima Cabral, desenvolveram a técnica de arte chamada “mosaico”, onde confeccionaram lixeiras artísticas. 
Para a atividade, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente comprou o material utilizado e a Secretaria de Obras entregou bancos de jardim e tubos de concreto, que foram revestidos com pedacinhos de cerâmica colorida, construindo formas de plantas e animais. Os tubos decorados foram distribuídos em posições estratégicas para servirem de lixeiras.
No total foram colocados três tubos no Parque, sendo um na entrada, outro na casa do imigrante e o último na cruz de madeira. Para enriquecer o local ainda foram colocados dois bancos para os visitantes contemplarem o ambiente.
Os alunos visitaram o local e receberam informações sobre história e ecologia, tendo a informação da imigração e relação destes com o Parque, e a relação de fauna e flora bem como sua importância. Ainda, conheceram as características da pitanga, araçá, pau-brasil, bracatinga, araucária, cereja, e plantaram estas mudas. 
Assessoria de Imprensa
Prefeitura de São Bento do Sul

São Bento do Sul no atlas do Itapocu


São Bento do Sul no atlas do Itapocu

Em 2016 foi lançado o “Atlas da Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu” editado em 2015, sendo o primeiro do gênero, com informações importantes sobre a geografia, biodiversidade, gestão de recursos hídricos, educação ambiental, gerenciamento da bacia e sistema de informação.

O Atlas apresenta figuras, mapas, tabelas, gráficos e quadros. Este valoroso material foi produzido pelo “Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu, na ocasião respondiam pelo grupo o Presidente Sergio Victor Santini, o Vice-presidente Leocádio Neves e Silva (in memória) e a Secretária Executiva Karine Rosilene Holler. 
São Bento do Sul apresenta 48% de seu território nesta bacia, sendo um material valioso para os estudantes. 
A construção dos 7 autores, contou com a participação do Biólogo e atual Diretor de Meio Ambiente Marcelo Hübel, na elaboração de textos de fauna enriquecido com 47 imagens, onde constam algumas fotos provindas das armadilhas fotográficas, da Usina Rio Vermelho de Energia Ltda. 
Nestes últimos dias o Departamento de Meio Ambiente distribuiu este livro para as 22 Escolas Básicas Municipais de São Bento do Sul, que apresentam o ensino fundamental, para servir de consulta para professores e alunos, sendo um material inovador e de grande representatividade, considerando que apresenta informações locais e de um contexto com suprimidas publicações, geralmente submetidas em estudos ambientais de empresas e de pouco acesso ao público.
Assessoria de Imprensa
Prefeitura de São Bento do Sul

sábado, 1 de julho de 2017

PAISAGISMO EM SERRA ALTA - São Bento do Sul


100 árvores serão plantadas para marcar o Dia C - Dia de Cooperar


O plantio de árvores na área urbana é excelente forma de aproximar a natureza de seus moradores, seja pela beleza ornamental de suas formas, flores e folhas, ou ainda pela atração de aves, e até mesmo pela sombra e regulação da temperatura. 
A Rua Conrado Liebl no bairro Serra Alta, recebeu um plantio em 2009 com mais de 100 árvores da espécie Tipuana tipu, nos 2 quilômetros da via. Na ocasião as árvores foram afastadas do meio fio pensando na viabilidade da calçada para os pedestres.
Atualmente o local apresenta 36 árvores. Contudo neste fim de semana a SCRcred – Cooperativa de Crédito, em parceria com a Prefeitura Municipal de São Bento do Sul, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente e Secretaria de Obras, farão o plantio de 100 mudas de árvores com uma média de 1,70m de altura. 
Este plantio também deve ser estendido na praça de Serra Alta. O evento marca a data do dia 1º de junho como “Dia C - Dia de Cooperar”, ação que marca o “Dia Internacional do Cooperativismo”, com o slogan “Cooperativas garantem que ninguém fique para trás”, e assim se visualiza buscar uma corrente do bem, onde são intensificados os valores pessoais com objetivo de sensibilizar, mobilizar, e convergir esforços em práticas de responsabilidade social junto de sua comunidade.
Marcelo Hübel e uma das árvores plantadas em junho de 2009.
 Imagem atual junho de 2017. Rua Conrado Liebl - Serra Alta SBS
Em São Bento do Sul uma das ações é o plantio das árvores. Quando possível, as árvores serão plantadas com um afastamento ainda maior da rua, para garantir uma interferência menor dos pequenos frutos sobre a área de rodagem. A ação será desenvolvida com a participação da comunidade, sendo que cada árvore será plantada por uma ou mais pessoas que assim como o organizador e apoiador, acreditam numa área urbana mais sadia ao convívio harmonioso do homem e o meio ambiente, numa rua apropriada para a prática de exercícios físicos e contemplação de um ambiente integrando num paisagismo que traz uma satisfação interior. 
Sendo um local de grande satisfação aos que transitam nesta rua, que também é entrada do município. As mudas que foram compradas e doadas pela SCRcred somam um investimento de R$ 3.000,00 sendo adquiridas da K.S. Viveiro Florestal Ltda de Edson Klipstein em Volta Grande, Rio Negrinho.
A Administração Municipal, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente apoiou a ação com a prestação de assistência técnica para o manejo e forma correta do plantio das mudas.
O Prefeito Magno Bollmann enfatizou a importância desta ação e complementa que outras ruas do município receberão esta atenção paisagística.
As árvores que serão plantadas neste sábado são:
5 - Guabiju - Myrcianthes pungens; 
5 - Ingá - Inga sp; 
5 - Aroeira Salsa - Schinus molle; 
10 - Aroeira - Schinus tercebinthifolia; 
10 - Ipê Roxo - Tabebuia avellanedae; 
15 - Ipê Amarelo - Tabebuia alba; 
10 - Cereja Preta - Eugenia involucrata; 
10 - Pinho do Campo - Podocarpus lambertii;
10 - Pitanga - Eugenia uniflora;
10 - Uvaia - Eugenia pyriformis;

10 - Tarumã - Vitex montevidensis.
Marcelo Hübel e a Tipuana tipu que ajudou a plantar em 2009, agora com 8 anos.
Rua Conrado Liebl - Bairro Serra Alta - São Bento do Sul. Neste ano o apoio técnico e de campo, parceiras
e com o apoio de várias pessoas, serão plantadas mais 75 árvores na rua e 25 praça.

Assessoria de Imprensa
Prefeitura de São Bento do Sul