segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Viena para o Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss

Diário de Viagem do Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss DEUTSCHL ANDREISENDE
(Parte 6)

Texto e imagens de Roberto Luiz Scharf

Quinta feira – 26 de maio de 1988 - Mais um dia de viagem – destino – Viena. Antes uma paradinha em Melk para conhecer o Stift Melk (um mosteiro muito bonito às margens do Rio Danúbio ) e almoçar, mais uma paradinha em Krems para conhecer uma rua da cidade ( juro que não é piada.) e depois chegamos a Viena, num alojamento esportivo ( Lindabrunn ) alguns quilômetros do centro, instalado num lugar muito bonito e acomodações luxuosas, além de boa comida, fomos recepcionados com um grupo folclórico local com quem nos divertimos muito nessa primeira noite depois de assistirmos às apresentações e termos feito as nossas, embora sem termos vestidos os trajes.



 Sexta feira – 27 de maio de 1988 - Saímos cedo do alojamento para passear em Viena. A cidade é simplesmente fantástica e merece no mínimo duas semanas para ser conhecida. Nós a conhecemos em um dia (pode) O centro de Viena e maioria de seus monumentos, nós vimos do ônibus e só para satisfazer nosso desejo, a guia austríaca que mais parecia ser uma bruxa, às vezes nos permitia descer do ônibus para dois minutos de fotografia. Assim conhecemos pela manhã: o castelo de Belvedere, a casa de Hundertwasser (uma construção biruta diferente das demais construção), ainda o Castelo de verão do Príncipe Eugênio, hoje Ministério das Finanças, o Paralamento, monumentos a Mozart, a Beathoven,o Prater parque de diversões com seis milhões de metros quadrados, simbolo de lazer em Viena, O almoço foi Wienerwald, depois fomos no Castelo de Schönbrunn castelo da Sissi paramos para conhecer o interior, os jardins,foi formidável. A tardinha deslocamos para o local da nossa apresentação. Era um auditório de escola muito grande com um excelente palco onde nos apresentamos com grupo Húngaro que apesar de muito alegre, muito ¨porquinho¨ Apresentamos o folclore alemã, gaúcho, e samba, porque não havia tempo para o programa completo e sem dúvida, fizemos sucesso tanto quanto os Húngaros com quem fomos jantar no Wienerwald depois de tudo. Terminado o jantar, fomos para casa para tomar banho e dormir. Mas .... antes de fechar nossos olhinhos, gritos fizeram-se ouvir ao e coagem no alojamento. O que aconteceu ??? ... o Adelino voltou ao quarto, tamanho susto. .....tudo calmo novamente, o sono veio!



DEUTSCHL ANDREISENDE, TEILNEHMER DER GRUPPEN...
Viajantes para a Alemanha, membros do grupo...

CORAL MUSICAL EDELWEISS
Walter Malewschik; Monica Malewschik; Igor Rudnick; Roy Rudnick; Giancarlo Vitali; Henry Grosskopf; Taciana Malewschik; Natascha Rudnick; Leila Tascheck; Adriane Malewachik; Karin Lizane Eichstädl; Luciana Schreiner; Karin Grankow; Raquel Kenubuehler; Evelise Marquardt; Lilian Grosskopf; Dúnia nalu Kobs; Monica Evelin Pfeiffer; Cristiane Karin Pfeiffer; Calusse Cidréa Dias; Eliane do Rocio Grein; Joseane Grossl; Josane Soares da Silva; Poliane Mafra; Liane Malewschik Mafra; Leones Malewschik Rudnick.

GRUPO FOLCLÓRICO GERMÂNICO BÖHMERWALD
Roberto Luiz Scharf; Rose Marie Stiegler Scharf; Nilo Nelson Schloegel; Suzanne Mayer; Ademir Weiss; Cleide Regina Gschwendtner; Maurício Fernandes Trevisan; Claudia Maria Zipperer; Venísius de Lacerda Fendrich; Mérida Juneli Tascheck; Carlos José Fedalto; Viviane Raquel Brand; Adelino Schneider; Nádia Wisnheski; Deniz Assis de Carvalho; Doroti Maria Fendrich; Luís Francisco Kamienski; Márcia Regina Kamienski; Carlos Alberto Kamienski; Dilmar Tascheck; Charles Tascheck; Rogério Tascheck; Rubens Buchinger; Nelson Huber; Marcos Malewschik.

Os dois grupos, aqui citados, realizaram uma viagem com apresentações com um itinerário que iniciou no dia 16/05/1988 estendendo até 16/06 do mesmo ano. Estes fizeram apresentações da cultura alemã, da origem de nossos imigrantes e ainda contemplavam em suas apresentações as expressões culturais brasileiras. E assim passaram por várias cidades, vilas regiões da Alemanha, Áustria, Suíça e Boêmia (ex Checoslováquia – atual República Tcheca), destacando: Heidelberg – München – Passau – Linz/Donau – Wien – Bömerwald – Hohenberg – Bad Kissingen – Pfatzgrafeweiler – Frieddrichshafen/Bodensee – Essilingen – Nürtingen – Stuttgart – Witten, representando São Bento do Sul, Santa Catarina e o Brasil.

Texto e imagens de Roberto Luiz Scharf

domingo, 6 de novembro de 2016

Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss na divisa da Alemanha, Áustria e República Tcheca

Diário de Viagem do Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss DEUTSCHL ANDREISENDE
(Parte 5)

Texto e imagens de Roberto Luiz Scharf

Terça feira – 24 de maio de 1988 Acordar... naquele lugar era ótimo. A casa era inteiramente nossa e não houve quem tivesse levantado de mau humor. Nosso grupo tomou café, já divinamente trajados, pois visitaremos a prefeitura que nos dariam os lenços e as gravatas que faltava para o traje do Böhmerwald ser completo. Mas antes do café recebemos a visita do vice-prefeito de Lackenhäuser que nos deu as boas-vindas e nos desejou uma boa estada na Alemanha, nossos líderes foram entrevistados pelo jornal local. Em seguida fomos então para Passau direto ao Rathaus (Prefeitura) onde fomos recebidos pelo prefeito e onde almoçamos (Leberkäse pela primeira vez) após, passeios, correio, banco, telefones p/ Brasil, e como um romance passear de barco pelo Rio Danúbio, ver o encontro das águas Danúbio e Inn belo espetáculo. Depois conhecer a Igreja que tem o maior órgão de tubos do mundo (Dom St. Stephan) – desnecessário descrever a beleza da igreja. Saímos de Passau fomos a montanha que serve de divisa Alemanha, Áustria e República Tcheca, local onde encontramos neve ainda não derretida com a qual nos divertimos muito: Dreisesselberg. A noite após a janta ficamos livres para arrumar as nossas coisas, agradecer o belo dia rezar e dormir.


Quarta feira – 25 de maio de 1988 – Dia de viagem ao ¨exterior¨ rumo a Áustria. Saímos de Lackenhäuser ja sentido saudades às 9,00h. Cruzamos a fronteira às 9:30h. Paramos em uma pequena cidade para fazer umas compras, visitar o centro e continuamos a viagem diretamente a Linz onde chegamos por volta das 1:00h. Com tempo para nos alojarmos fazer um ensaio e passeio pela cidade antes da apresentação que aconteceu às 19:00h. No teatro Casino, no pior palco da temporada. Além de pequeno, abrigando o grupo diminuir o número de casais nas apresentações, era desmontável. Depois a apresentação fomos a um hotel onde jantamos o melhor para o local para uma confraternização com a Juventude dos Sudetos da cidade de Linz onde Sr. Marcos Malwschik deu um show de piano nos fazendo sentir realmente saudades do Brasil. Dali nós voltamos para o Jugengästehaus para a nossa única noite em Linz.



DEUTSCHL ANDREISENDE, TEILNEHMER DER GRUPPEN...
Viajantes para a Alemanha, membros do grupo...
CORAL MUSICAL EDELWEISS
Walter Malewschik; Monica Malewschik; Igor Rudnick; Roy Rudnick; Giancarlo Vitali; Henry Grosskopf; Taciana Malewschik; Natascha Rudnick; Leila Tascheck; Adriane Malewachik; Karin Lizane Eichstädl; Luciana Schreiner; Karin Grankow; Raquel Kenubuehler; Evelise Marquardt; Lilian Grosskopf; Dúnia nalu Kobs; Monica Evelin Pfeiffer; Cristiane Karin Pfeiffer; Calusse Cidréa Dias; Eliane do Rocio Grein; Joseane Grossl; Josane Soares da Silva; Poliane Mafra; Liane Malewschik Mafra; Leones Malewschik Rudnick.

GRUPO FOLCLÓRICO GERMÂNICO BÖHMERWALD
Roberto Luiz Scharf; Rose Marie Stiegler Scharf; Nilo Nelson Schloegel; Suzanne Mayer; Ademir Weiss; Cleide Regina Gschwendtner; Maurício Fernandes Trevisan; Claudia Maria Zipperer; Venísius de Lacerda Fendrich; Mérida Juneli Tascheck; Carlos José Fedalto; Viviane Raquel Brand; Adelino Schneider; Nádia Wisnheski; Deniz Assis de Carvalho; Doroti Maria Fendrich; Luís Francisco Kamienski; Márcia Regina Kamienski; Carlos Alberto Kamienski; Dilmar Tascheck; Charles Tascheck; Rogério Tascheck; Rubens Buchinger; Nelson Huber; Marcos Malewschik.

Os dois grupos, aqui citados, realizaram uma viagem com apresentações com um itinerário que iniciou no dia 16/05/1988 estendendo até 16/06 do mesmo ano. Estes fizeram apresentações da cultura alemã, da origem de nossos imigrantes e ainda contemplavam em suas apresentações as expressões culturais brasileiras. E assim passaram por várias cidades, vilas regiões da Alemanha, Áustria, Suíça e Boêmia (ex Checoslováquia – atual República Tcheca), destacando: Heidelberg – München – Passau – Linz/Donau – Wien – Bömerwald – Hohenberg – Bad Kissingen – Pfatzgrafeweiler – Frieddrichshafen/Bodensee – Essilingen – Nürtingen – Stuttgart – Witten, representando São Bento do Sul, Santa Catarina e o Brasil.

Texto e imagens de Roberto Luiz Scharf

sábado, 5 de novembro de 2016

Passau nas lembranças do Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss

Diário de Viagem do Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss DEUTSCHL ANDREISENDE
(Parte 4)


Texto e imagens de Roberto Luiz Scharf


 Nossa passagem por Passau 22/05/1988.
Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss DEUTSCHL ANDREISENDE Passau 22/05/1988

Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss DEUTSCHL ANDREISENDE. Passau 22/05/1988

Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss DEUTSCHL ANDREISENDE. Passau 22/05/1988



Segunda feira 23 de maio de 1988 - Antes de seguirmos viagem para Passau ainda em München fomos na casa dos Sudetos onde passamos a manhã e fomos convidados para o almoço. A cada acrescentamos em nossa cultura um pouco da história desse povo. A casa dos Sudetos em München foi construida pelo propio povo na tentativa de resgatar a história, seus costumes, suas tradições e seu desejo de reconquistar suas terras e suas vidas.O amor pelas suas terras é algo forte entre eles digno de admiração. München – Passau – estávamos todos co sono, mas sem coragem de fechar os olhos. A paisagem por essa estrada é simplesmente fantástica. Não dá para descrever. As maquinas fotográficas estão sempre largamente utilizadas na tentativa de captar a beleza do que vemos, mais é imposivel. Para ajudar no clima festivo, a música. Foram palavras bonitas escritas durante a viagem que foi realmente como sonhamos que Alemanha é. Passau tambem é uma cidade encantadora embora apenas tenhamos passado por ela nesse dia nós nos dirigimos a Lackenhäuser onde dormimos. No caminho paramos em Waldkirchen e só então fomos para casa ¨Haus der Böhmerwalder¨. Maravilhosa que em cada coração a melhor lembrança ... oportunidade de fazer um passeio pelos campos e matas como crianças que todos ainda somos, corremos e brincamos. Como adultos responsáveis que deveríamos ser, voltamos para casa para lavar nossos trajes. O resto da noite foi livre e todos aproveitaram para ir dormir.





Os dois grupos, aqui citados, realizaram uma viagem com apresentações com um itinerário que iniciou no dia 16/05/1988 estendendo até 16/06 do mesmo ano. Estes fizeram apresentações da cultura alemã, da origem de nossos imigrantes e ainda contemplavam em suas apresentações as expressões culturais brasileiras. E assim passaram por várias cidades, vilas regiões da Alemanha, Áustria, Suíça e Boêmia (ex Checoslováquia – atual República Tcheca), destacando: Heidelberg – München – Passau – Linz/Donau – Wien – Bömerwald – Hohenberg – Bad Kissingen – Pfatzgrafeweiler – Frieddrichshafen/Bodensee – Essilingen – Nürtingen – Stuttgart – Witten, representando São Bento do Sul, Santa Catarina e o Brasil.

DEUTSCHL ANDREISENDE, TEILNEHMER DER GRUPPEN...
Viajantes para a Alemanha, membros do grupo...
CORAL MUSICAL EDELWEISS
Walter Malewschik; Monica Malewschik; Igor Rudnick; Roy Rudnick; Giancarlo Vitali; Henry Grosskopf; Taciana Malewschik; Natascha Rudnick; Leila Tascheck; Adriane Malewachik; Karin Lizane Eichstädl; Luciana Schreiner; Karin Grankow; Raquel Kenubuehler; Evelise Marquardt; Lilian Grosskopf; Dúnia nalu Kobs; Monica Evelin Pfeiffer; Cristiane Karin Pfeiffer; Calusse Cidréa Dias; Eliane do Rocio Grein; Joseane Grossl; Josane Soares da Silva; Poliane Mafra; Liane Malewschik Mafra; Leones Malewschik Rudnick.

GRUPO FOLCLÓRICO GERMÂNICO BÖHMERWALD
Roberto Luiz Scharf; Rose Marie Stiegler Scharf; Nilo Nelson Schloegel; Suzanne Mayer; Ademir Weiss; Cleide Regina Gschwendtner; Maurício Fernandes Trevisan; Claudia Maria Zipperer; Venísius de Lacerda Fendrich; Mérida Juneli Tascheck; Carlos José Fedalto; Viviane Raquel Brand; Adelino Schneider; Nádia Wisnheski; Deniz Assis de Carvalho; Doroti Maria Fendrich; Luís Francisco Kamienski; Márcia Regina Kamienski; Carlos Alberto Kamienski; Dilmar Tascheck; Charles Tascheck; Rogério Tascheck; Rubens Buchinger; Nelson Huber; Marcos Malewschik.


Texto e imagens de Roberto Luiz Scharf

Suddentandeutsche com Grupo Bömerwald e Coral Edelweiss de São Bento do Sul

Diário de Viagem do Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss DEUTSCHL ANDREISENDE
(PARTE 3)


Texto e imagens de Roberto Luiz Scharf

Sábado – 21 de maio de 1988 – Alvorada 7:00 h. às 8:00h. já estamos todos de traje, tomando o café da manhã, nos preparando p/ Suddentandeutsche Tag (a festa dos Sudetos que afinal nos levou para a Alemanha ). Assistimos a abertura que aconteceu no Messerplaz (um local com inúmeros pavilhões e um grande auditório, próprio para festas ou eventos dessa grandeza) e depois oficialmente iniciado o Dia dos Sudetos, participamos de um desfile no próprio local, juntamente com grupos de diversos lugares da Europa e de outros continentes. Final do desfile, um discurso: discursinho: foi apenas cinco horas de palavras e orações que faziam os alemães e o público vibrar e chorar e simplesmente não se mover na tentativa de ir embora. Para nós brasileiros, sentimentos que iam desde a impaciência até a surpresa. E fome !! (Para variar a hora do almoço já tinha passado) e depois ter terminado UFA! Os discursos fomos comer pela primeira vez num Wienerwald. Depois passeamos pela cidade a pé e com o ônibus até ao local da primeira apresentação em München (Nockerberg) fizemos apenas apresentação do folclore alemão e depois participamos de um baile juntamente com o grupo de Heidelberg que mais uma vez juntou-se a nós. O baile terminou por volta de meia noite o que nos levou a ir para casa e ...... cama.


Domingo – 22 de maio de 1988 – Nova alvorada, com trajes e tudo para mais um dia na Festa dos Sudetos. (Designa-se pela expressão sudetos alemães ou simplesmente sudetos as populações germanófonas que habitavam a Boêmia e a Morávia (respectivamente, Čechy e Morava, em checo), perfazendo algo em torno de 3,2 milhões de indivíduos, os quais representavam, no início do século XX, aproximadamente 36 % da população total da Boêmia. Já antes da formação da Checoslováquia, os sudetos invocavam o direito à auto-determinação, pleiteando a sua reunião aos demais povos germânicos da Áustria e da Alemanha sob um só Estado. Essa aspiração levou à formação do "Partido Alemão dos Sudetos", em 1933.) Desta vez nos apresentamos no auditório do Messegelände com grupos de outros lugares. A penas duas músicas (danças) por grupo, mas mesmo assim passamos a manhã nesse auditório. A bandinha deu um show e fez sucesso entre as pessoas presentes na festa, o que não é de admirar. Eles são bons nisso! Almoçamos no próprio ônibus e voltamos para o auditório assistindo o encerramento da 39º Suddetendeutsche Tag. Dali fomos novamente ao centro de München para passear, ver o relógio da Rathaus funcionar, jantar no Wienerwald , recer as honras do Prefeito e / seus representantes e por fim participar da festa do Espirito Santo na Frauenkirche assistindo a uma representação envolvendo a história dos Susetos e fazendo parte de uma procissão de tochas que a princípio pareceu reticulada, mas que depois foi muito bonita e interessante. Terminando a procissão numa praça entre os monumentos históricos onde nos nos despedimos do grupo de Heidelberg cantando uma música que passou a fazer parte de nossa vida pela beleza de sua letra e pela emoção de sua melodia: Kein Schöner land. Foi assim que terminou o dia.



Roberto Luiz Scharf e Rose Marie Stiegler Scharf

Festa dos Sudetos - SUDETENLAND
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Viajantes para a Alemanha, membros do grupo...
CORAL MUSICAL EDELWEISS
Walter Malewschik; Monica Malewschik; Igor Rudnick; Roy Rudnick; Giancarlo Vitali; Henry Grosskopf; Taciana Malewschik; Natascha Rudnick; Leila Tascheck; Adriane Malewachik; Karin Lizane Eichstädl; Luciana Schreiner; Karin Grankow; Raquel Kenubuehler; Evelise Marquardt; Lilian Grosskopf; Dúnia nalu Kobs; Monica Evelin Pfeiffer; Cristiane Karin Pfeiffer; Calusse Cidréa Dias; Eliane do Rocio Grein; Joseane Grossl; Josane Soares da Silva; Poliane Mafra; Liane Malewschik Mafra; Leones Malewschik Rudnick.

GRUPO FOLCLÓRICO GERMÂNICO BÖHMERWALD

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Os dois grupos, aqui citados, realizaram uma viagem com apresentações com um itinerário que iniciou no dia 16/05/1988 estendendo até 16/06 do mesmo ano. Estes fizeram apresentações da cultura alemã, da origem de nossos imigrantes e ainda contemplavam em suas apresentações as expressões culturais brasileiras. E assim passaram por várias cidades, vilas regiões da Alemanha, Áustria, Suíça e Boêmia (ex Checoslováquia – atual República Tcheca), destacando: Heidelberg – München – Passau – Linz/Donau – Wien – Bömerwald – Hohenberg – Bad Kissingen – Pfatzgrafeweiler – Frieddrichshafen/Bodensee – Essilingen – Nürtingen – Stuttgart – Witten, representando São Bento do Sul, Santa Catarina e o Brasil.


Texto e imagens de Roberto Luiz Scharf

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss em München

Diário de Viagem do Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss DEUTSCHL ANDREISENDE 
(PARTE 2)

Um pouco de nossa 1ª viagem ao velho mundo. Sexta feira – 20 de maio de 1988 – Dia triste, de despedida. Mesmo tendo sido poucos dias, o relacionamento foi forte e caloroso para todos nós. Partimos rumo a München com certeza que Heidelberg ficaria no coração de todos. Com primeira impressão levamos muito carinho, alegria e a sensação de estar em casa. O dia estava muito frio. Sem sol vento forte e gelado. Saímos às 9:00 h. da manhã (seria às 8:00 h. mas …) . Por volta de 11:00 h. chegamos a Heilbronn (cidade onde mora a Gudrun). Com muito frio e muito e muita roupa fomos passear pelo centro conhecendo igreja e monumentos importantes a caminho da prefeitura, onde mais uma vez fomos recebidos pelo Prefeito, ouvimos a história da cidade, ... lanchamos e rimos: - Mauricio ao receber uma taça de vinho e ser convidado a fazer um brinde, ao invés de responder ao comprimento respondeu com um alegre e festivo: ¨Auf Wiedersehen¨. Mas tudo bem: a língua alemã é muito difícil. Voltamos para o ônibus e continuamos a viagem; detalhe com fome, já passava do meio dia e almoço que é bom: nada. Fomos almoçar somente às 15:00h. em Ichenhausen, na empresa que cedeu o ¨lar¨ do motorista (Probst Reisen) linguiça e pão. Como nem todos gostavam do cardápio, houve quem adorasse o almoço, ouve quem não almoçasse, novamente no ônibus fomos direto a München onde lá chegamos por volta das 20:30 h. no Jugendgästehaus, saímos em busca de comida (janta). Jantamos, passeamos, tomamos banho (obs. Era um chuveiro para mais ou menos vinte pessoas; resultando bilhetinhos para o sorteio de lugar na fila) fomos dormir.

Imagens e texto de Roberto Luiz Scharf. 

CONTINUA....





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Viajantes para a Alemanha, membros do grupo...

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Os dois grupos, aqui citados, realizaram uma viagem com apresentações com um itinerário que iniciou no dia 16/05/1988 estendendo até 16/06 do mesmo ano. Estes fizeram apresentações da cultura alemã, da origem de nossos imigrantes e ainda contemplavam em suas apresentações as expressões culturais brasileiras. E assim passaram por várias cidades, vilas regiões da Alemanha, Áustria, Suíça e Boêmia (ex Checoslováquia – atual República Tcheca), destacando: Heidelberg – München – Passau – Linz/Donau – Wien – Bömerwald – Hohenberg – Bad Kissingen – Pfatzgrafeweiler – Frieddrichshafen/Bodensee – Essilingen – Nürtingen – Stuttgart – Witten, representando São Bento do Sul, Santa Catarina e o Brasil.


Imagens e texto de Roberto Luiz Scharf. 


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Diário de Viagem do Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss DEUTSCHL ANDREISENDE


Diário de Viagem do Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss DEUTSCHL ANDREISENDE

A cultura em nossa cidade, é sem dúvida uma das maiores riquezas de nossa sociedade. São expressões que emanam e caracterizam uma identidade em nossa sociedade. São Bento do Sul é privilegiada em diversas manifestações que valorizam a cultura como: trabalhos manuais, música, folclore, teatro, entre outros.
A valorização das pessoas e grupos que preservam nossa cultura é de extrema necessidade, muitos destes dedicam parte de suas vidas, pelo bem de uma arte, sem ganhar recursos extras que não seja a manutenção e condição da própria transmissão cultural.
Alguns destes grupos buscam por uma característica de representação dos primeiros habitantes, ou ainda antes do épico momento da colonização. Nossos imigrantes, em maior número são provindos da Áustria, região da Boêmia (Reichenberg e Böhmerwald) e da própria Alemanha como da região sula, a Baviera, todos de etnia germânica. Tendo ainda outras regiões e representações de países distintos mas de menor representatividade. Mas esta maior concentração de imigrantes provindos das regiões descritas, fez surgir dois grandes grupos em São Bento, o Grupo Folclórico Germânico Böhmerwald, cujo nome homenageia uma região da Boêmia, e o Coral Musical Edelweiss, que apresenta o nome de uma flor que cresce nos alpes europeus.
Estes dois grupos existem ainda nos dias atuais enriquecendo nossa terra com apresentações. Mas como o blog em muitas vezes apresentou fatos históricos e culturais, estaremos contribuindo com a divulgação destes grupos com a postagem de imagens e textos do diário de viagem escrito por Roberto Luiz Scharf, do Grupo Folclórico Germânico Böhmerwald datados de 1988.

Grupo Böhmerwald e Coral Edelweiss DEUTSCHL ANDREISENDE

Os dois grupos, aqui citados, realizaram uma viagem com apresentações com um itinerário que iniciou no dia 16/05/1988 estendendo até 16/06 do mesmo ano. Estes fizeram apresentações da cultura alemã, da origem de nossos imigrantes e ainda contemplavam em suas apresentações as expressões culturais brasileiras. E assim passaram por várias cidades, vilas regiões da Alemanha, Áustria, Suíça e Boêmia (ex Checoslováquia – atual República Tcheca), destacando: Heidelberg – München – Passau – Linz/Donau – Wien – Bömerwald – Hohenberg – Bad Kissingen – Pfatzgrafeweiler – Frieddrichshafen/Bodensee – Essilingen – Nürtingen – Stuttgart – Witten, representando São Bento do Sul, Santa Catarina e o Brasil.
O blog mostrará uma sequência de postagens com o diário de viagem,  imagens e texto de Roberto Luiz Scharf. 



DEUTSCHL ANDREISENDE, TEILNEHMER DER GRUPPEN...
Viajantes para a Alemanha, membros do grupo...
CORAL MUSICAL EDELWEISS
Walter Malewschik; Monica Malewschik; Igor Rudnick; Roy Rudnick; Giancarlo Vitali; Henry Grosskopf; Taciana Malewschik; Natascha Rudnick; Leila Tascheck; Adriane Malewachik; Karin Lizane Eichstädl; Luciana Schreiner; Karin Grankow; Raquel Kenubuehler; Evelise Marquardt; Lilian Grosskopf; Dúnia nalu Kobs; Monica Evelin Pfeiffer; Cristiane Karin Pfeiffer; Calusse Cidréa Dias; Eliane do Rocio Grein; Joseane Grossl; Josane Soares da Silva; Poliane Mafra; Liane Malewschik Mafra; Leones Malewschik Rudnick.

GRUPO FOLCLÓRICO GERMÂNICO BÖHMERWALD
Roberto Luiz Scharf; Rose Marie Stiegler Scharf; Nilo Nelson Schloegel; Suzanne Mayer; Ademir Weiss; Cleide Regina Gschwendtner; Maurício Fernandes Trevisan; Claudia Maria Zipperer; Venísius de Lacerda Fendrich; Mérida Juneli Tascheck; Carlos José Fedalto; Viviane Raquel Brand; Adelino Schneider; Nádia Wisnheski; Deniz Assis de Carvalho; Doroti Maria Fendrich; Luís Francisco Kamienski; Márcia Regina Kamienski; Carlos Alberto Kamienski; Dilmar Tascheck; Charles Tascheck; Rogério Tascheck; Rubens Buchinger; Nelson Huber; Marcos Malewschik.






Flor de Edelweiss

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Fauna de São Bento do Sul - QUATI


FAMÍLIA PROCYONIDAE
Quati e mão-pelada
São plantígrado com patas pentadáctilas, ou seja, depositam toda a pata ao chão e seu rastro normalmente demonstra de forma evidente os 5 dedos bem definidos, as unhas não são retráteis, sendo bem evidente no caso do mão-pelada. A cauda é longa e possui anéis fechados, sendo muito característico desta família. A cabeça e pequena em proporção ao corpo e as orelhas são arredondadas. As pata

Quati ou Coati
Nasua nasua
Características: a definição de nome é originária do tupi “akwa’ti” e significa “nariz pontudo”, este focinho é longo e a ponta promove movimentações. Seu tamanho da extremidade do focinho até a ponta da cauda apresenta variações ficando no intervalo de 89cm a 1,25m de comprimento e pesa até 10kg. A coloração pode ser diferenciar entre os indivíduos em relação a tonalidade mais escura ou mais clara sendo característico do indivíduo ou da idade. São de pelagem longa e amarelada/cinzenta com partes ventrais mais claras, as patas são negras, e existem colorações mais claras pertos dos olhos com faixas pretas. Os olhos e orelhas são pequenos. A cauda é longa e peluda formadas pela coloração de anéis pretos e amarelados intercalados, terminando em ponta escura. Os machos e fêmeas podem ser diferenciados pelos dentes caninos em relação ao tamanho e formato.
Habitat: prefere áreas de floresta e com grandes árvores que sobem com destreza. Mas também pode ser visto em campos ou até áreas abertas próximo de residências.
Distribuição: ocorre em todo território brasileiro. Na América do Sul também ocorre desde a Venezuela até o Uruguai, mas não ocorre no Chile ou ainda no Equador.
Curiosidades: É considerado de hábitos semi-arborícolas tamanha a frequência que se encontra sob as árvores, onde consegue se deslocar entre as copas, procurando frutos e até aves. Mas em solo deixa suas marcas com evidência das longas garras e por muitas vezes com evidência do calcanhar ou “calcâneo”, o grupo deixa as pegadas com diferentes tamanhos de jovens e adultos. O comprimento de passada é de 44cm e a largura de 11cm. Com seu focinho e garras procura alimentos entre folhas, fendas e rochas se alimentando de larvas e insetos. Seu abrigo são ocos de árvores e a própria copada de árvores. É ativo a noite e dia, mas nas armadilhas fotográficas demostrou frequência durante o dia. É de convívio social de até 18 indivíduos, mas pode viver sozinho, sendo popularmente conhecido como mundéus, ou seja, macho velho que se afasta do bando.  É um animal de fácil adaptação e multiplicação, quando introduzido erroneamente pode se propagar de forma espantosa, principalmente quando não existir um predador que age como controlador de populações. Esta espécie sofre ameaça por se perseguido pelo homem para caça, ou por agricultores que somam prejuízos na plantação de milho, atacada pelo bando. O quati pode ficar manso e conviver de forma harmoniosa com o ser humano, chegando a ser inconveniente e oportunista pela comida que pode ser retirada de dentro de casa ou da mão. A gestação é de 77 dias e podem nascer até 5 filhotes, que ficam com a mãe, isolados do grupo.


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

ARQUITETURA CARACTERÍSTICA DE 1881 de Francisco Drancka (Dranka).


ARQUITETURA CARACTERÍSTICA DE 1881

Na imagem vemos a casa que pertencia a Francisco Drancka (Dranka) construída antes de 1900, próximo da ponte velha do rio Negro na divisa do PR com SC. A casa pertence atualmente ao Sr. Schier. Mas esta construção com cerca de 135 anos, fez história. A construção levou 8 anos até a sua conclusão. No térreo sobem as paredes espessas, de tijolos, revestidas de “cimento”, sustentando um forro resistente, num intervalo vazio entre vigas faz surgir o assoalho de tábuas largas e grossas, sem nenhum sinal de cupim, e assim inicia o primeiro andar. As paredes são em enxaimel, tendo a estrutura de parede em vigas de madeira preenchidas de tijolo. Mas na imagem vemos estas paredes revestidas por tábuas de pinheiro. A última parte da casa (segundo andar, soton), é de madeira. Esta casa teve várias serventias no passado, sendo moradia, salão de festas, barbearia e até foi utilizada pelo órgão público. Francisco Drancka é precursor de uma família tradicional na região, tendo grande importância para Piên/PR. Francisco é citado no livro PIONEIROS como “compadre” de Virgínio Soares Fragoso, da família dos Fragoso, colonizadores de 1848. E deixamos abaixo como referência a citação...


“Certo dia receberam a visita de Francisco Drancka e sua esposa Francelina. Este casal morava num sobrado em Fragosos do lado do Paraná. Sua bondade tenaz sempre foi de admiração de todos moradores da região.
Virgínio, em especial, zelava grande respeito e admiração ao nobre amigo, e o considera como se fosse seu sobrinho.
Os dois casais estavam tomando chimarrão quando Francisca pediu um favor para o amigo. Ela solicitou a sonhada cama com rodas, para amenizar a angústia do marido.
Conforme esperado, Francisco Drancka, sensibilizado com o problema do amigo se propôs em ajudar.
Passados alguns dias Drancka retorna para a casa de Virgínio para lhe presentear com a tão esperada cama. A cama era toda de metal, tinha molas e rodas, sendo muito apropriada. Não demorou para as crianças testarem a cama puxando até a sala. Todos estavam muito satisfeitos e gratos ao Sr. Drancka, queriam pagar, mas o amigo não queria dinheiro, recebendo então o caloroso desejo da família pelas bênçãos e retribuições de Deus.” (HÜBEL, 2012)
“Virgínio faleceu no dia no dia 17.09.1905 deixando para trás uma trilha de glória, trabalho e história. Uma lição de vida. ” (HÜBEL, 2012)



detalhe do enxaimel  abaixo da parede de madeira




terça-feira, 2 de agosto de 2016

SCHLACHTFEST MÚSICA TEMA – SETEMBRO CHEGOU


SCHLACHTFEST MÚSICA TEMA – SETEMBRO CHEGOU

 

A música tema do Schlachtfest (festa da matança) apresenta uma origem espontânea, tal qual a própria formação cultural de um povo. A letra e música não surgiram por solicitação dos organizadores da festa, ou pela Sociedade Ginástica e Desportiva São Bento, local da festa. Mas emanou ao acaso, do talento musical de Dilmar Tascheck compositor e músico por excelência domina vários instrumentos musicais e já compôs dezenas de músicas, tendo muitas destas gravadas por Bandas típicas alemãs. Dilmar apresenta o dom da música assim como outros familiares, ele é descendente de imigrantes de etnia alemã originários de Fleken – Rothenbaum da Boêmia, então Império da Áustria Hungria, de Jacob Treml (linha materna), pai de João Treml, fundador da Banda Treml. Já pela linha paterna o imigrante é Franz Stascheck, que também apresenta descendentes músicos de grande talento. 

Dilmar Tascheck
Mas Dilmar foi colunista chargista do Jornal Evolução, e teve maior contato e aproximação com Pedro Alberto Skiba, dono do semanário, e assim foi sugestiva por parte do jornal a publicação da letra da música tema do Schlachtfest, criada em 1994. Já Maurício Bayer, na época colaborador do “Evolução”, foi mais longe e recomendou a gravação para uma apresentação no “Rádio Jornal Evolução” na FM 89 de São Bento do Sul/SC.
Foi no ano de 1996 que a gravação ocorreu no estúdio pela “ Unnica Áudio Produções” de Ney Maia, tendo Gerson Zollner no teclado/trompete; Dilmar no trombone/sax e Ivana Lampe com Silvio Cruz no vocal.
A música de boa harmonia e ritmo, caiu no gosto dos ouvintes que solicitavam pela música na FM 89. O Jornalista Ivan Roberto Liebl, membro da diretoria da Sociedade Ginástica, levou a música para a festa. A Banda Böhmerwald tocou pela primeira vez no baile do Schlachtfest seguida pela Banda Badenblu que também subiu no palco mas com arranjo próprio e a Banda Bavária gravou em 2003.
A cultura é assim, surge de forma natural na aprovação popular, tornando um marco, um registro, e neste caso uma referência de uma das festas germânica mais tradicionais de São Bento do Sul, transformando em uma tradição, que se encaixa no perfil de uma festa autêntica que preserva as características germânicas, onde a alegria da música não pode faltar.

TEMA DA SCHLACHTFEST


Setembro chegou, é festa outra vez
São Bento do Sul esperou
Mais um ano se foi
A alegria voltou
A contagiar os salões
Cantando, dançando
Muita música e chopp a rolar
Nessa festa que é minha
Nessa festa que é sua
Vamos todos brincar

Cantando, dançando,
Nessa festa três dias pra valer
Cantando, dançando
A Schlachtfest quem faz é você
Cantando, dançando
Ao som de uma banda a tocar
Pelo salão vou rodando,
No salão vou dançando,
até o dia clarear





São Bento do Sul - Santa Catarina - Brasil