segunda-feira, 26 de março de 2012

Resíduos sólidos urbanos são tema de conferência

21/03/2012

Resíduos sólidos urbanos são tema de conferência

Durante toda a terça-feira (20) foi realizada no auditório da Univille a 1a Conferência Municipal dos Resíduos Sólidos Urbanos de São Bento do Sul. A conferência objetivou especialmente o trabalho de conclusão e apresentação das propostas que integrarão o Plano Municipal de Resíduos Sólidos e posteriormente, a Lei Municipal de Resíduos Sólidos.
A conferência foi dividida em dois momentos, com a realização de palestras pela manhã e o trabalho dos grupos no período da tarde. Antes da realização das palestras, o diretor presidente do Samae de São Bento do Sul, Geraldo Weihermann, em seu pronunciamento destacou que no município são depositados mensalmente 1,25 milhões de quilos de lixo no aterro sanitário, e grande parte deste lixo poderia ser reciclado e, futuramente com o projeto da usina do Lixo Zero, como está sendo chamada, todo o lixo poderá ser transformado em energia e adubo orgânico, contribuindo imensamente para o meio ambiente.
Geraldo destacou a importância da realização da conferência e disse que São Bento do Sul está caminhando com muito progresso rumo a elaboração do Plano de Resíduos Sólidos para o município, enfatizando ainda o trabalho de todas as entidades, departamentos da administração pública e profissionais envolvidos nesse processo de elaboração que já está completando um ano de trabalhos.
O prefeito Magno Bollmann fez questão de mencionar as diversas ações ambientais desenvolvidas em São Bento do Sul, destacando inclusive o pioneirismo do município em algumas ações que já são exemplo e motivo de visitas de outros municípios para conhecer os projetos locais, como no caso do PSA – Pagamento Sobre Serviços Ambientais e do programa Econsciência. Magno destacou o trabalho dos catadores de material em São Bento e disse que este importante trabalho que contribui diretamente para o meio ambiente e gera renda para muitas famílias pode se fortalecer ainda mais.
Palestras
Abrindo a programação de palestras, todos prestigiaram a apresentação do tema “Legislação federal, plano nacional, planos municipais, financiamentos e experiências bem sucedidas de elaboração, implantação e gestão de resíduos sólidos urbanos no território brasileiro”, apresentado por Arlinda Cezar, bióloga, diretora técnica do instituto Venturi de Porto Alegre, e mentora e coordenadora do 1.º Fórum Internacional de Resíduos Sólidos realizado no ano de 2007.
Arlinda após sua apresentação, ao ser questionada quanto aos trabalhos realizados em São Bento do Sul, destacou que o município está na média e um pouco adiante dos municípios no Brasil quanto a elaboração do plano municipal de resíduos sólidos.
A engenheira ambiental e sanitarista do Samae, Vivian Alves Máximo Simões abordou um diagnóstico dos trabalhos desenvolvidos ao longo dos últimos doze meses por todos os envolvidos no processo de elaboração do plano municipal de resíduos sólidos.
E por fim, o engenheiro sanitarista ambiental e coordenador de fiscalização da ARIS – Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento, realizou uma apresentação sobre a ARIS e ainda destacou que durante as fiscalizações realizadas em São Bento do Sul, o município sempre se destacou pela excelente qualidade com que o Samae atua no tratamento de água para o município.
Eixos de trabalho
No período da tarde os integrantes dos 7 eixos sendo resíduos de saúde; resíduos especiais; resíduos agrosilvopastoril; resíduos para compostagem; resíduos de construção; resíduos domésticos, comerciais e limpeza urbana; e educação ambiental, estiveram reunidos individualmente nas salas de aula da Univille para concluírem suas propostas a serem apresentadas na conferência para que possam ser inseridas no plano municipal.
Os representantes de cada eixo apresentaram suas propostas no auditório e as repassaram para o Samae, que coordena o projeto. No final da tarde, o diretor presidente do Samae Geraldo Weihermann agradeceu o trabalho de todos os presentes e encerrou a Conferência Municipal dos Resíduos Sólidos Urbanos de São Bento do Sul.
Prefeitura de São Bento do Sul – Joberth Krause – MTB 4280/SC
Fone 3631-6154 - imprensa@saobentodosul.sc.gov.br

domingo, 25 de março de 2012

História de São Bento e Medalha





A cidade de São Bento do Sul, recebe o nome do santo .


A Igreja Matriz Puríssimo Coração de Maria apresenta belíssima imagem do santo, no vitral que embeleza o altar.


Igreja Matriz Puríssimo Coração de Maria - Vitrais com São Bento 

Vida de São Bento

SÃO BENTO
Por ocasião da dedicação do Mosteiro de Monte Cassino em 1964, após sua reconstrução, o Papa Paulo VI proclamou São Bento (ca. 480 - ca. 547) patrono principal de toda a Europa. O título, apesar de um pouco exagerado, é verdadeiro sob vários aspectos. São Bento não construiu o Mosteiro de Monte Cassino com a intenção de salvar a cultura, mas, de fato, os mosteiros que depois seguiram a sua Regra foram lugares onde o conhecimento e os manuscritos foram preservados. Por mais de seis séculos, a cultura cristã da Europa medieval praticamente coincidiu com os centros monásticos de piedade e estudo.
São Bento não foi o fundador do monaquismo cristão, tendo vivido quase três séculos depois do seu surgimento no Egito, na Palestina e na Ásia Menor. Tornou-se monge ainda jovem e desde então aprendeu a tradição pelo contato com outros monges e lendo a literatura monástica. Foi atraído pelo movimento monástico, mas acabou dando-lhe novos e frutuosos rumos. Isto fica evidente na Regra que escreveu para os mosteiros, e que ainda hoje é usada em inúmeros mosteiros e conventos no mundo inteiro.
A tradição diz que São Bento viveu entre 480 e 547, embora não se possa afirmar com certeza que essas datas sejam precisas do ponto de vista histórico. Seu biógrafo, São Gregório Magno, papa de 590 a 604, não registra as datas de seu nascimento e morte, mas se refere a uma Regra escrita por Bento. Há discussões com relação à datação da Regra, mas parece haver consenso de que tenha sido escrita na primeira metade do século VI. São Gregório escreveu sobre São Bento no seu Segundo Livro dos Diálogos, mas seu relato da vida e dos milagres de Bento não pode ser encarado como uma biografia no sentido moderno do termo. A intenção de Gregório ao escrever a vida de Bento foi a de edificar e inspirar, não a de compilar os detalhes de sua vida quotidiana. Buscava mostrar que os santos de Deus, em particular São Bento, ainda operavam na Igreja Cristã, apesar de todo o caos político e religioso da época.
Por outro lado, seria falso afirmar que Gregório nada apresenta em seu texto sobre a vida e a obra de Bento. De acordo com os Diálogos de São Gregório, Bento (e sua irmã gêmea, Escolástica) nasceu em Núrsia, um vilarejo no alto das montanhas, a nordeste de Roma. Seus pais o mandaram para Roma a fim de estudar, mas ele achou a vida da cidade eterna degenerada demais para o seu gosto. Por conseguinte, fugiu para um lugar a sudeste de Roma, chamado Subiaco, onde morou como eremita por três anos, com o apoio do monge Romano. Foi então descoberto por um grupo de monges que o incitaram a se tornar o seu líder espiritual. Mas o seu regime logo se tornou excessivo para os monges indolentes, que planejaram então envenená-lo. Gregório narra como Bento escapou ao abençoar o cálice contendo o vinho envenenado, que se quebrou em inúmeros pedaços. Depois disso, preferiu se afastar dos monges indisciplinados. São Bento estabeleceu doze mosteiros com doze monges cada, na região ao sul de Roma. Mais tarde, talvez em 529, mudou-se para Monte Cassino, 130 km a sudeste de Roma; ali destruiu o templo pagão dedicado a Apolo e construiu seu primeiro mosteiro. Também ali escreveu sua Regra para o Mosteiro do Monte Cassino, já prevendo que ela poderia ser usada em outros lugares. Os 38 pequenos capítulos do Segundo Livro dos Diálogos contêm vários episódios da vida e dos milagres de São Bento. Algumas passagens dizem que podia ler o pensamento das pessoas, outras mencionam feitos miraculosos, como quando fez brotar água de uma rocha e um discípulo andar sobre a água; outra passagem menciona um jarro de óleo que nunca se esgotava.
As estórias de milagres fazem eco aos acontecimentos da vida de certos profetas de Israel, e também da vida de Jesus. A mensagem é clara: a santidade de Bento é como a dos santos e profetas de antigamente, e Deus não abandonou o seu povo, mas continua a abençoá-lo com homens santos. Bento deve ser encarado como um líder monástico, não como um erudito. Provavelmente conhecia bem o latim, o que lhe dava acesso aos escritos de Cassiano e outros, incluindo regras e sentenças. Sua Regra é o único texto conhecido de Bento, mas é suficiente para manifestar a habilidade genial com que cristalizou o melhor da tradição monástica e trouxe-a para o Ocidente. Gregório apresenta Bento como modelo de santo que foge da tentação para levar uma vida de atenção à presença de Deus. Através de um esquema equilibrado de vida e oração, Bento chegou ao ponto de se aproximar da glória de Deus. Gregório narra a visão que Bento teve quando sua vida chegava ao fim: "De súbito, na calada da noite, olhou para cima e viu uma luz que se difundia do alto e dissipava as trevas da noite, brilhando com tal esplendor que, apesar de raiar nas trevas, superava o dia em claridade. Nesta visão, seguiu-se uma coisa admirável, pois, como depois ele mesmo contou, também o mundo inteiro lhe apareceu ante os olhos, como que concentrado num só raio de sol" (cap. 34). São Bento, o monge por excelência, levou um tipo de vida monástica que o conduziu à visão de Deus.

Oração de São Bento

(pedidos de proteção contra o inimigo)
A Cruz sagrada seja minha Luz
Não seja o Dragão meu guia
Retira-te Satanas
Nunca me aconse-lhes coisas vãs
É mal o que tu me ofereces
Bebe tu mesmo do teu veneno
Rogai por nós bem aventurado São Bento
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo

Em Latim

Crux Sacra Sit Mihi Lux
Non Draco Sit Mihi Dux
Vade Retro Sátana
Nunquam Suade Mihi Vana
Sunt Mala Quae Libas
Ipse Venena Bibas

A Medalha


Explicação do anverso

Nas antigas medalhas aparece, rodeando a figura do santo, este texto latino em frase inteira: Eius in obitu nostro presentia muniamur. "Que a hora de nossa morte, nos proteja tua presença". Nas medalhas atuais, freqüentemente desaparece a frase que é substituída por esta: Crux Sancti Patris Benedicti, ou todavia, mais simplesmente, pela inscrição: Sanctus Benedictus.

Explicação do reverso

  1. Em cada um dos quatro lados da cruz: C. S. P. B.
    Crux Sancti Patris Benedicti. Cruz do Santo Pai Bento
  2. Na vertical da cruz: C. S. S. M. L.
    Crux Sacra Sit Mihi Lux. Que a Santa Cruz seja minha luz
  3. Na horizontal da cruz: N. D. S. M. D.
    Non Draco Sit Mihi Dux. Que o demônio não seja o meu guia
  4. Começando pela parte superior, no sentido do relógio: V. R. S. Vade Retro Satana. Afasta-te Satanás - N. S. M. V. Non Suade Mihi Vana. Não me aconselhes coisas vãs - S. M. Q. L. Sunt Mala Quae Libas. + mau o que me ofereces - I. V. B. Ipse Venena Bibas. Bebe tu mesmo teu veneno
Na parte superior, em cima da cruz aparece a palavra PAX e nas mais antigas IESUS

História da medalha de São Bento

Sem dúvida a medalha de São Bento é uma das mais veneradas pelos fiéis. A ela se atribuem poder e remédio, seja contra certas enfermidades do homem e animais, ou contra os males que podem afetar o espírito, como as tentações do poder do mal. + freqüente também colocá-la nos cimentos de novos edifícios como garantia de segurança e bem-estar de seus moradores.
A origem desta medalha se fundamenta em uma verdade e experiência do cunho espiritual que aparece na vida de São Bento tal como a descreve o papa São Gregório no Livro II dos Diálogos. O pai dos monges usou com freqüência do sinal da cruz como sinal de salvação, de verdade, e purificação dos sentidos. São Bento quebrou o vaso que continha veneno com o sinal da cruz feito sobre ele. Quando os monges eram perturbados pelo maligno, o santo mandava que fizessem o sinal da cruz sobre seus corações. Uma cruz era o selo dos monges na carta de sua profissão quando não sabiam escrever. Tudo isso não faz mais que convidar seus discípulos a considerar a santa cruz como sinal benfeitor que simboliza a paixão salvadora do Senhor, porque se venceu o poder do mal e da morte.
A medalha tal como hoje a conhecemos, remonta ao século XII ou XIV ou talvez a uma época anterior de sua história. No século XVII, em Nattenberg, na Baviera, em um processo contra umas mulheres acusadas de bruxaria, elas reconheceram que nunca haviam podido influir malignamente contra o mosteiro beneditino de Metten porque estava protegido por uma cruz. Feitas, com curiosidade, investigações sobre essa cruz, descobriram que nas paredes do mosteiro estavam pintadas várias cruzes com algumas siglas misteriosas que não puderam ser decifradas. Continuando a investigação entre os códices da antiga biblioteca do mosteiro, foi encontrada a chave das misteriosas siglas em um livro do século XIV. Assim sendo, entre as figuras aparece uma de São Bento segurando com a mão direita uma cruz que continha parte do texto que se encontrava só em suas letras iniciais nas hastes das cruzes pintadas nas paredes do mosteiro de Metten, e na esquerda portava una bandeirola com a continuação do texto que completava todas as siglas até àquele momento misteriosas.
Muito mais tarde, já no século XX, foi encontrado outro desenho em um manuscrito do mosteiro de Wolfenbüttel representando um monge que se defende do mal, simbolizado numa mulher com uma cesta cheia de todas as seduções do mundo. O monge levanta contra ela uma cruz que contém a parte final do texto. + possível que a existência de tal crença religiosa não seja fruto do século XIV senão muito anterior.
XIV, em março de 1742, aprovou o uso da medalha que havia sido tachada anteriormente, por alguns, de superstição. Dom Gueranger, liturgista e fundador da Congregação Beneditina de Solesmes, disse que o costume de a imagem de são Bento aparecer com a santa Cruz, confirma a força que esse poder obteve em suas mãos. A devoção dos fiéis e as muitas graças obtidas por ela é a melhor mostra de seu autêntico valor cristão.

sexta-feira, 23 de março de 2012

S.O.S Rio Limpo 6ª ETAPA

22/03/2012

Orientação para preservar o meio ambiente

Uma ação com resultados positivos. Assim é o programa S.O.S Rio Limpo, cujo objetivo, além de realizar o recolhimento de lixo nos principais rios do município, é sensibilizar a comunidade, seja na distribuição de folder ou na apresentação dos materiais que causam o impacto ambiental.
SAMAE - DEFESA CIVIL E DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

Em comemoração ao Dia da Água, 22 de março, mais uma etapa do projeto foi realizada, desta vez, no Rio Negrinho II, no bairro Centenário.
Cerca de 2m³ materiais foram coletados ao longo do percurso, das proximidades do redutor eletrônico da Rua Alberto Torres até o antigo ponto de captação de água do Samae. Esta é a segunda edição do programa no Rio Negrinho II. Na primeira foram coletados cerca de 9m³.
Para o diretor de Meio Ambiente, Marcelo Hübel, o trabalho de informação à comunidade é de suma importância para o resultado positivo do programa. “Não queremos ter periodicidade de visita no rio para não sermos confundidos como uma equipe de limpeza, que sempre estará resolvendo o problema. Por isso realizamos a distribuição de folder e informamos à comunidade sobre os prejuízos que eles mesmos causam, e esta diminuição na quantidade demonstra a evolução do programa”, disse.



Durante a edição, enquanto uma equipe percorria o rio com barco recolhendo os materiais, outra distribuía material informativo aos moradores. “Queremos todos envolvidos com o problema e solicitamos que sejam monitores ambientais, tanto que no folder, além da chamada para a preservação e várias informações quanto ao impacto ambiental e suas consequências, tem um número de telefone para denúncias”, explica Hübel.

Parceiros

Participaram nesta etapa do programa: Defesa Civil, Samae, Secretaria de Obras, Transresíduos e Tuper, com coordenação do Departamento de Meio Ambiente da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente.

Materiais encontrados

Gaiola de passarinho, garrafas, placas de isopor, arame, pneus, plásticos, vassoura, latas de tinta, baldes, papelão, calha de metal, grelha, prateleira de geladeira, tubo de imagem de televisão, brinquedos, parte de aspirador de pó, autofalante, roupas, tapete, guarda-chuva, animais mortos, entre outros.




Histórico

Etapa 1: No Rio Banhados foram recolhidos cerca de 4 m³ de lixo.
Etapa 2: No Rio Negrinho II foram recolhidos cerca de 9m³ de lixo.
Etapa 3: No Rio Vermelho foram recolhidos dois sacos completos por lixo um sofá e um tambor.
Etapa 4: No Rio São Bento foram recolhidos, na galeria e córrego aberto: ponte, porta, duas árvores e dois sacos completos de material de lixo.
Etapa 5: No Rio Banhados foram recolhidos cerca de 6m³ de lixo.
Etapa 6: No Rio Negrinho II foram recolhidos cerca de 2m³ de lixo.
Fonte: Prefeitura de São Bento do Sul – Viviane Miranda

sexta-feira, 16 de março de 2012

Nova ferramenta para expansão do PSA


Nova ferramenta para expansão do PSA


São Bento do Sul é referência quando o assunto é preservação ambiental. Através do PSA – Programa de Pagamento de Serviço Ambiental


Proprietários que desenvolvem ações de conservação principalmente dos recursos hídricos são beneficiados com repasses financeiros como forma de incentivar a preservação. Outro importante passo foi dado na quinta-feira (15), quando, no auditório do Samae, representantes da Fundação O Boticário apresentaram uma nova ferramenta de trabalho, a qual melhora a funcionalidade do PSA.


 
Após 6 meses de elaboração do projeto, que contou com consultoria externa de um economista para alinhar a forma de ação do Programa Oásis, o Departamento de Meio Ambiente e a Fundação adequarão a taboa de valoração, garantindo o pagamento justo e apropriado dentro do programa já existente em São Bento.
 
Durante o encontro, que contou com a presença do prefeito Magno Bollmann, presidente do Samae, Geraldo Weihermann, colaboradores do Comitê do PSA e integrantes do Departamento de Meio Ambiente, foi realizada simulação da taboa, cujos valores serão aplicados no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, quando ocorrem os pagamentos aos proprietários cadastrados no PSA.
 
Para o prefeito, os resultados da implantação do PSA são positivos, mas o maior impacto será observado com o passar dos anos. “Hoje já temos um resultado social e ambiental imediato, mas é o monitoramento da área que vai mostrar claramente daqui a 10 anos o benefício do programa, porque os resultados são de médio a longo prazos”, disse.
 
Os integrantes do encontro receberão a tabela de cálculo para análise detalhada, podendo sugerir as estratégias de valoração para garantir a preservação do manancial de água que abastece o município. “Com essa nova valoração os proprietários preservam mais, pois, consequentemente, ganham mais. Posso citar como exemplo a contaminação da água por esgoto ou algo do gênero. Sabendo da necessidade de preservar, os cadastrados no programa cuidarão mais. Assim, todos ganham, pois ninguém quer beber água imaginando que sua fonte está sendo contaminada”, explicou o presidente do Samae.
 
Para atender as diretrizes da tabela será realizado um cadastro por propriedade a partir do dia 15 de abril, devendo estar definido até 15 de maio. Após esta data o comitê visitará as propriedades para constatar o desempenho ambiental de cada propriedade. "O PSA é um programa que busca a melhoria contínua e neste caso temos uma diferenciação de valoração para as grandes áreas de vegetação nativa, mas ainda assim não perde sua essência dos 18 itens analisados, como vínhamos fazendo", finalizou Marcelo Hübel, diretor de Meio Ambiente.
 

Pagamento por Serviços Ambientais

 
Implantado em 2011, o PSA – Programa de Pagamento de Serviço Ambiental, visa incentivar a preservação e recuperação das margens do Rio Vermelho/Humbold, responsável pelo abastecimento de água do município. Para isso, proprietários de terras às margens do Rio Vermelho recebem recursos financeiros de incentivo, sendo determinado o valor mínimo de R$ 336,24, sendo que, o valor máximo depende da pontuação que sua propriedade pode receber. A pontuação é feita conforme a valoração ambiental calculada com base em 18 indicadores de desempenho ambiental. O programa conta com 18 proprietários inscritos, totalizando R$ 11.013,81 em pagamentos.
 

Parceria

 
No dia 5 de junho de 2011, quando foi realizado o primeiro pagamento aos proprietários, a Prefeitura de São Bento do Sul firmou convênio com a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. Através dele é realizado troca de ideias, compartilhamento de estudos e outras experiências visando a melhoria contínua do programa.
 
 
Prefeitura de São Bento do Sul – Viviane Miranda

sábado, 10 de março de 2012

Flash Histórico de Rio Negrinho - Móveis Cimo 1957


quinta-feira, 1 de março de 2012

PSA rende prêmio ambiental para São Bento do Sul A Prefeitura de São Bento do Sul receberá pela primeira vez o Troféu Onda Verde do Prêmio Expressão de Ecologia.

01/03/2012

PSA rende prêmio ambiental para São Bento do Sul

A Prefeitura de São Bento do Sul receberá pela primeira vez o Troféu Onda Verde do Prêmio Expressão de Ecologia.
A organização do 19º Prêmio Expressão de Ecologia, a maior premiação ambiental da região sul do Brasil organizada pela Editora Expressão, anunciou os ganhadores do prêmio 2011/2012, e São Bento do Sul foi um dos vencedores na categoria Gestão Ambiental, com o projeto do PSA – Pagamento de Serviços Ambientais “Produtor de Água do Rio Vermelho”.
 
A Prefeitura de São Bento do Sul receberá pela primeira vez o Troféu Onda Verde do Prêmio Expressão de Ecologia durante o Fórum de Gestão Sustentável 2012. O evento será realizado no dia 21 setembro de 2012, das 14 às 18 horas, na sede da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC, em Florianópolis.
 
Na ocasião será lançado o Livro Verde do Sul que contará o resgate ambiental da região nas duas últimas décadas, retratando os projetos vencedores dos bem-sucedidos 20 anos do Prêmio Expressão de Ecologia, além da trajetória sustentável dos grandes vencedores da premiação.

 
Para o diretor de Meio Ambiente Marcelo Hübel, a conquista deste prêmio vem coroar o trabalho realizado em São Bento do Sul desde as primeiras reuniões para criação do PSA até o trabalho em campo, realizado junto à comunidade. “É uma grande satisfação recebermos este prêmio que nos engrandece pelo reconhecimento ao nosso trabalho. Hoje o PSA tem 36% de adesão dos proprietários de terras da área abrangida pelo programa, e a vontade mútua de Prefeitura, Samae e proprietários é que proporciona o reconhecimento e o sucesso deste grande programa ambiental”, concluiu Marcelo.
 
Já o maior incentivador do programa em São Bento do Sul, prefeito e ambientalista Magno Bollmann, comemorou muito a indicação do município para receber o prêmio pelo programa do PSA. “Para nós é uma honra e uma imensa alegria sermos reconhecidos pelo Programa de Pagamento sobre Serviços Ambientais aplicado no município. Fomos pioneiros no estado e graças ao trabalho sério e a confiança dos proprietários que aderiram ao PSA, São Bento do Sul é referência nessa área, sendo visitado por representantes de inúmeros municípios que querem conhecer o nosso programa para aplicá-lo em suas áreas. Só posso dizer que este é um grande trabalho de uma grande equipe, e a premiação nos enche de alegria”, disse o prefeito.
 
PSA
 
Implantado em 2011 o programa PSA – Pagamento Sobre Ambientais encerrou seu primeiro ano com 18 proprietários inscritos. Os pagamentos totalizaram R$ 11.013,81. O programa que visa incentivar a preservação e recuperação das margens do Rio Vermelho / Humbold, responsável pelo abastecimento de água do município envolve dezoito itens descritos na Lei 2.677, de 24 de novembro de 2.010 e regulamentada por decreto que diz respeito ao programa “Produtor de Água do Rio Vermelho” o qual atribui pagamento por pontuação de valoração ambiental para aqueles que protegem a água que abastece o município, trazendo diferentes benefícios ambientais na preservação da fauna, flora, sequestro de carbono, dentre outros.
 
Prêmio
 
O Prêmio Expressão de Ecologia foi criado em 1993 pela Editora Expressão, um ano após a Conferência Mundial do Meio Ambiente no Rio de Janeiro - Eco 92 - quando multiplicavam-se as barreiras comerciais não-tarifárias que cobravam dos exportadores uma correta postura ambiental.
 
A Comunidade Européia oficializava o selo ecológico, sem o qual nenhum produto podia ser exportado para aquele cobiçado mercado - o Sul tem forte vocação exportadora e seus três estados costumam estar entre os cinco maiores exportadores brasileiros.
 

A ideia do prêmio era divulgar as ações ambientais das empresas e incentivar que outras seguissem o mesmo caminho. Os organizadores estimavam que o prêmio se esgotasse em cinco anos, quando os melhores cases fossem premiados. Porém, o Prêmio Expressão de Ecologia surpreendeu e além de tornar-se o maior do país no segmento empresarial, mesclou-se com o aumento de conscientização dos empresários e novas ações ambientais explodiram, como educação ambiental, gestão, manejo florestal, reciclagem, aterros industriais, maior mobilização de prefeituras e ONGs. Houve uma grande evolução na qualidade dos trabalhos apresentados pelas empresas.
 
Fonte: Prefeitura de São Bento do Sul – Joberth Krause – MTB 4280/SC
Fone 3631-6154 - imprensa@saobentodosul.sc.gov.br