sábado, 11 de junho de 2016

PALESTRA DA KM26 E URVE NO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA EBM EMILIO ENGEL


PALESTRA DA KM26 E URVE NO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA EBM EMILIO ENGEL


A KM26 Caldeiraria e Metalúrgica (http://www.km26.com.br/) e KM26 Madeireira em conjunto com a USINA RIO VERMELHO DE ENERGIA LTDA (URVE), proferiram a palestra “Meio Ambiente no Rio Vermelho” na EBM Emilio Engel, atendendo 165 alunos nos períodos matutino e vespertino.
O evento fez parte do Projeto de Educação Ambiental, desenvolvido pela escola. A palestra iniciou a abertura da semana, alusiva ao dia mundial do meio ambiente ocorrido no domingo dia 05/06. Outras palestras e atividades foram desenvolvidas no decorrer da semana como a “Troca sustentável” (4ª feira) e a “Apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos” (6ª feira).  O conceito do evento foi integrado com as frases de Iolanda F. Sigrist:
“Tal como uma pequena semente guarda dentro de si a essência de uma bela árvore...Pequenos gestos de nossa parte podem preservar a vida de todo um planeta. ”
Na oportunidade a escola recebeu algumas unidades do “Atlas da Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu” desenvolvido pelo Comitê do Itapocu e seus colaboradores como URVE/KM26 que elaboraram textos e doaram imagens. Um material riquíssimo de informações distribuídas em 147 páginas de textos com, 87 fotos, 49 tabelas, 21 mapas, 19 gráficos e 17 ilustrações. A EBM Emilio Engel está inserida na Bacia do Itapocu, recebendo um material importante para consulta e trabalhos escolares. (No mesmo mês outras unidades do atlas foram entregues na Biblioteca Pública Municipal Luiz de Vasconcellos, Sociedade Literária São Bento e Arquivo Histórico de São Bento do Sul.)
A palestra ministrada pelo Biól. da URVE, levou em consideração a localização da escola e a relação desta com seu entorno. Levantando a importância da preservação ambiental e da participação da comunidade nos programas institucionais e públicos, fortalecendo a organização social participativa na tomada de decisões, e assim reverter os benefícios ambientais, a valoração do meio ambiente, em ganhos econômicos como complemento de renda. O assunto foi tratando em pelo menos 10 tópicos como exemplos de ações que promovem a sustentabilidade ambiental:

1 – COMITÊ DO ITAPOCU
2 – CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL QUIRIRI
3 – ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL
4 – PAGAMENTO DE SERVIÇO AMBIENTAL
5 – CICLOTURISMO
6 – BORBOLETÁRIO IVO RANK
7 – RESÍDUOS SÓLIDOS E LÍQUIDOS
8 – FRAGMENTOS DE FLORESTA E CORREDORES
9 – USINA RIO VERMELHO DE ENERGIA
10 – ESPÉCIES AMEAÇADAS DE EXTINÇÃO

A palestra teve um maior aprofundamento em pelo menos dois tópicos sendo “Fragmentos de Floresta e Corredores” e “Espécies Ameaçadas de Extinção”. Foi evidenciada a importância dos fragmentos de floresta, seja pela formação de grandes manchas de floresta ou ainda capões, na formação de trampolins ecológicos, e também da na condição de vegetação contínua formando os corredores de fluxo gênico. Existe a necessidade destas áreas estarem em harmonia mesmo que aparentemente diferentes e heterogêneas, devendo ser observadas como potencial dentro da matriz produtiva na propriedade seja com a agricultura, pecuária ou florestas plantadas de Pinus sp e Eucalyptus sp, como formas de preservação de espécies e variabilidade genética na dispersão de sementes.
Na sequência foram apresentadas as espécies ameaçadas de extinção da lista federal ICMBio Portaria MMA nº 444/2014 e nº 445/2014 e ameaçados da lista estadual CONSEMA DIÁRIO OFICIAL – SC – Nº 19.237, DE 20.12.2011. Nesta etapa foram apresentadas imagens de mamíferos das armadilhas fotográfica com uma sequência de imagens que permitiu visualizar o movimento dos animais, e em algumas situações curiosas, que despertou maior atenção dos estudantes e até despertou risadas.
A palestra finalizou com distintos questionamentos e experiências que somaram muito na formação do conhecimento.


http://www.km26.com.br/







sexta-feira, 10 de junho de 2016

Imigrantes Alemães do Rio Grande do Sul e Santa Catarina


Imigrantes Alemães do Rio Grande do Sul e Santa Catarina

No Brasil temos algumas cidades que iniciaram predominantemente com a etnia Alemã, vindos de distintos períodos, principalmente da região administrativa da Áustria local atualmente pertencente a República Tcheca. Desta região da Bohemia podemos considerar a maioria dos imigrantes de São Bento do Sul/SC como vindos do Böhemerwald e do Reichenberg, ou ainda de outras regiões como Baviera/Alemanha Pomerânia/Alemanha e outros países em menor proporção. Mas outras cidades também apresentam ampla descendência Bohemia como Nova Petrópolis (RS) ou ainda Venâncio Aires (RS) entre outras, conforme levantado pelo pesquisador mestre e doutorando Pter Polakovic da República Tcheca, Diretor do Museu da Imigração www.emigrationmuseum.cz na cidade de Ralsko.

Mas próximo desta pesquisa, também referenciamos outras pessoas que estudam a imigração alemã como da dedicação de Nélio J. Schmidt do site  Genealogia www.genealogiars.com do Rio Grande do Sul, que lançou o livro “Famílias de Origem Alemã no RS” - Volume I, e agora também disponibiliza a versão digital, no formato PDF, com 447 páginas, índice onomástico, constando além dos textos, fotos e mapas no tamanho de 18 MB, os interessados podem adquirir no valor de R$ 50,00 no endereço de e-mail: nelioschmidt@gmail.com

Muitas famílias descendentes de imigrantes alemães elaboram seus livros e publicam, mas outras apresentam alguns textos e não realizam o sonho da publicação. A proposta do site GENEALOGIARS é organizar as informações com o registro de várias famílias, suas gerações, e assim vincular sua história em uma obra. O custo é rateado entre os colaboradores que recebem alguns exemplares e podem adquirir outros ao preço de custo. No total são editadas 1000 cópias. Este método oportuniza a publicação por um custo individual baixo, garantindo a memória de sua família. Este trabalho que já rendeu o volume I, continua com informações que já estão rendendo o volume II/RS e que em poucos meses deve estar disponível.

Na mesma linha de trabalho está sendo elaborado os livro “Imigrantes Alemães que chegaram em Santa Catarina”, com apoio do Instituto Genealógico de Santa Catarina - INGESC entre outros contatos e aficionados pela história. Nos dias 15 a 19 de julho devem ocorrer alguns encontros e divulgações no estado. Maiores informações podem ser conferidas no site www.genealogiars.com

RESUMO

Volume I do RS
 Lançado em agosto de 2015 em papel e agora disponível na versão digital.
  
Volume II do RS
 Em construção, no mesmo formato, para lançamento em agosto de 2016.

Volume I de SC:
 Em elaboração e previsão de lançamento no final de ano de 2016.



www.genealogiars.com

sábado, 30 de abril de 2016

DEGUSTAÇÃO EIN GEDI – ISRAEL E NORTON - ARGENTINA CONFRARIA DE BENTO

DEGUSTAÇÃO 

EIN GEDI / ISRAEL E NORTON / ARGENTINA

CONFRARIA DE BENTO 30/04/2016


Em Israel a produção histórica remonta mais de 3000 anos aC. Atualmente existem mais de 300 vinícolas, desde grandes produtoras até vinícolas de menor porte.



Mas o interessante é a relação do vinho com Jerusalém e o cristianismo. Embora somente no século 19 deslanchou o sucesso das pequenas vinícolas produtoras do “vinho sacramental”.

Já o crescimento significativo da produção começou mesmo em 1990 com a exportação dos vinhos de Israel.

O vinho degustado neste dia, suvenir, da viajem de nossa amiga Roseli Pscheidt Eiselt feito em Israel no ano de 2014 (além de outros países) é o Ein Gedi do Vale Soreq produzido pela Mony Adega, localizada em um histórico mosteiro cristão (dos monges de Dir Rafat) mas atualmente pertencente a uma família árabe-cristã que faz vinhos tipo kosher, ou seja, aquele que atende o âmbito alimentar sancionado, ou que se comporta, pela lei judaica.

O local é interagido pela história bíblica ao analisar a bacia de Nahal Sorek que era o lugar onde Dalila morava, foi visitada por Samson e ao seduzi-lo obteve o segredo de sua força, e onde ele acabou sendo capturado pelos filisteus.
O vinho batizado de Ein Gedi é composto de duas hebraicas : ein que significa primavera e gǝdi que significa cabra-kid. Mas o nome Ein Gedi também é referência de uma reserva natural, um oasis que foi declarado em 1971 como uma das mais importantes reservas em Israel. 
Outros vinhos degustados foram da NORTAN adquiridos em passeio feito em 2013 pelo casal Roseli. P. Eiselt e Vilmar Eiselt, quando percorreram a Argentina e Chile. Foram três garrafas de 2009 mas vindas de diferentes fazendas, de parreirais com distintas idades e altitudes.

E a noite foi consagrada com um belo entreveiro (carne/linguicinha/brócolis/ cebola aipim/pimentão/couve-flor/pinhão…) feito no disco sobre tradicional fogão a lenha.









sexta-feira, 18 de março de 2016

ATLAS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO ITAPOCU


ATLAS DO COMITÊ DO ITAPOCU
http://www.km26.com.br/


Após mais de um ano em construção, por várias mãos, e colaboração dos autores Anja Meder Steinbach; Carla Caroline Tomaselle; Cássio Rogério Eskelsen; Julio Cesar Refosco; Kaethlin Katiane Zeh; Karine Rosilene Holler e Marcelo Hübel, foi lançado no dia 17/03/2016 o Atlas da Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu, no auditório da AMVALI (Associação dos Municípios do Vale do Itapocu) em Jaraguá do Sul.

O Atlas é uma primeira edição construída em parceria e colaboração na forma de voluntariado, sendo muito bem ilustrado com figuras (111), mapas (16), tabelas (21), gráficos (19) e quadros (21), que ajudam na melhor interpretação e apresentação das informações. 
Errara Figura 56 - correto:
 Pica-pau-de barba-branca 
 Dryocopus lineatus 

Os textos são uma referência da Bacia do Itapocu sendo essencial como ferramenta de trabalho para a educação ambiental avançada com explicações que iniciam com “O que é bacia hidrográfica? ”, passando para uma evolução de conceitos e informações sobre a geografia, ocupação, desenvolvimento, biodiversidade, gestão de recursos, educação ambiental, sistemas de informação e sobre o próprio comitê, que envolvem a Bacia do Itapocu.

Karine Rosilene Holler e Marcelo Hübel

Dentre as fotos se destacam várias imagens de distintos atores como: Alexandre Schmitt dos Santos; Anja Meder Steinbach; Cassio Rogério Eskelsen; Arquivo Histórico de Jaraguá do Sul ; Caldis Tomaselli; Secretaria Municipal de Defesa Civil de Jaraguá do Sul, Carla C. Tomaselli;  AMVALI; Comitê do Itapocu; Marcelo Hübel,  e também de detentores de patrimônio como parte das imagens de mamíferos (Puma, Irara, Quati, Cachorro-do-mato e Jaguatirica) feitos com equipamentos da Usina Rio Vermelho de Energia Ltda, dentro de seu de “Programa de Monitoramento de Mastofauna de Médio e Grande Porte”, sendo um dos exemplos da importância das contribuições de textos e imagens que fazem do trabalho voluntariado a complementação de uma obra que é estendida para organizações públicas, para a sociedade civil organizada e principalmente para a comunidade e escolas que recebem um material riquíssimo de detalhes, com informações valiosas de sua bacia, de sua realidade, dentro do contexto social e ambiental que estão inseridas, considerando os municípios de São Bento do Sul; Campo Alegre; Corupá; Jaraguá do Sul; Massaranduba; São João do Itaperiú; Barra Velha; Balneário Barra do Sul; Araquari; Joinville  e Schroeder, mas correspondendo as sub-bacias do Rio Humboldt; Rio Novo; Rio Jaraguá; Rio Putanga; Rio Itaperiú, Interbacia Rio Itapocu; Canal do Linguado; Rio Piraí e Rio Itapocuzinho.


Figura 40: Usina Rio Vermelho de Energia Ltda - Marcelo Hübel, 2015


Foto Divulgação do Comitê do Itapocu/AMVALI: Julio Cesar Refosco; Carla Caroline Tomaselle;  Kaethlin Katiane Zeh; Marcelo Hübel; Anja Meder Steinbach; Karine Rosilene Holler 

ATLAS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO ITAPOCU 

Apoio: Fehidro, Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Secretaria de Desenvolvimento Regional de Jaraguá do Sul, Amvali e SC Rural.

A organização é de Anja Meder Steinbach, Carla Caroline Tomasellii e Julio Cesar Refosco.

A  edição dos mapas é de Julio Cesar Refosco.

A edição e revisão de texto de Anja Meder Steinbach e Carla Caroline Tomaselli.

A diagramação é de Beatriz Sasse e Márcio Schalinski.

A foto de capa é de Cássio Rogério Eskelsen.

Os direitos reservados são da Associação dos Municípios do Vale do Itapocu – AMVALI localizado em Jaraguá do Sul.

O Comitê do Itapocu apresenta como Presidente: Sérgio Victor Santini (CREA – SC Jaraguá do Sul); Vice-presidente: Leocádio Neves e Silva (FUJAMA) e Secretária executiva: Karine Rosilene Holler (AMVALI).

ATLAS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO ITAPOCU

CERIMONIAL 

Por: Anja Meder Steinbach & Carla Caroline Tomaselle


É uma grande alegria este momento,

Em q. gostaria de chamar todos os autores do  Atlas e dizer q. ele foi escrito a muitas mãos!!!

Relembrando a história

De quando iniciamos os trabalhos em 2012, a atividade de consultoria, junto à equipe de georreferenciamento da AMVALI, foram elaborados os primeiros mapas georreferenciados delimitando a bacia hidrográfica, com Júlio, Cássio e Karine do SIG/AMVALI.

De quando em 2013 foi elaborada a proposta pedagógica e implementado o curso para formação de educadores ambientais multiplicadores, para a gestão da BH do Rio Itapocu, houve 62 participantes.

Para este curso de formação elaboramos o que poderíamos chamar de semente ou croqui inicial do Atlas: a Cartilha que visou apresentar o comitê e o tema da Bacia Hidrográfica à comunidade. Sim ela foi o início do desenho deste sonho.

Em 2013 e 2014 foram implementados 7 cursos de EA em 5 municípios da bacia do Itapocu com 181 participantes. 

Aí já estava o sonho em Sistematizar o conteúdo programático aplicado no Ciclo de Cursos de EA para que mais pessoas, escolas e instituições que aqui vivem e atuam, tomassem conhecimento dos diversos aspectos, como físicos, biológicos, sociais, econômicos e institucionais, envolvidos na gestão da bacia hidrográfica do Rio Itapocu.

O sonho coletivo com a arquiteta Carla Tomaselli e o interesse em escrever um livro reunindo todo o conteúdo abordado na EA, sobre os vários aspectos que compõem a bacia hidrográfica.

A capacidade e potencial dos autores do Atlas que desenvolveram pesquisas e sistematizaram as informações para compor o Atlas.

Através de uma meta do Projeto FEHIDRO, implementado em 2014-2015, foi possível elaborar o Atlas da Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu.

O apoio e confiança da Diretoria do Comitê e do Conselho Consultivo, e das entidades membro  que nos permitiram ter autonomia para confeccionarmos o Atlas.

Parabéns e muito obrigada a todos que participaram deste longo e árduo processo no qual se buscou com rigor científico, numa linguagem acessível, retratar a realidade da bacia e o resultado dos trabalhos e pesquisas que vem sendo desenvolvidos pelo Comitê Itapocu de 2012 até 2014, com apoio de muitas pessoas que estiveram envolvidas e das instituições AMVALI, SDS/SC, do Fundo FEHIDRO e EPAGRI, Programa SC Rural.

Temos aqui um material único na nossa bacia, mesmo tendo a consciência de que ainda nos faltam muitos dados, também sabemos que conseguimos reunir informações importantes para o entendimento de que a bacia hidrográfica não é apenas esse fato físico de uma área por onde a água escoa em direção ao oceano, mas ela é formada, influencia e é influenciada por muitas relações, seja de clima, topografia ou relações sociais, em fim, é uma rede complexa e já sabemos que com todo o conhecimento que possuímos, agora, sem a desculpa da ignorância dos tempos passados, é nosso dever zelar por ela, pela nossa Bacia Hidrográfica.

Para finalizar gostaria de dizer que esta foi uma semente que germinou e se desenvolveu!

Muito obrigada! 

Anja Meder Steinbach




Foto divulgação do Comitê do Itapocu/AMVALI
Marcelo Hübel e Jonas Fernando Engel (Secretaria de Meio Ambiente de São Bento do Sul)


domingo, 13 de março de 2016

DE LIBEREC REICHENBERG A SÃO BENTO DO SUL BRASIL: BOÊMIOS ALEMÃES NO ALTO DA SERRA EM SANTA CATARINA

DE LIBEREC/REICHENBERG A SÃO BENTO DO SUL: BOÊMIOS ALEMÃES NO ALTO DA SERRA EM SANTA CATARINA

Recomendo a leitura do trabalho desenvolvido por Antonio Alexandre Bispo: "De Liberec/Reichenberg a São Bento do Sul: boêmios alemães no alto da serra em Santa Catarina - situação há 120 anos segundo testemunho de visitante da região de Eifel".

O texto apresenta o contexto de resgate histórico e cultural do Professor Karl Ilg Referente aos colonos de língua alemã na América do Sul, citando como exemplo a colonização de São Bento em 1873.
Entre os tópicos apresentados está descrito como exemplo o roteiro de viagem do Reichebberg a São Bento com tradução do diário de Raymund Woehl (imigrante de 1882), filho de August Wöhl e Theresia Wöhl (nascida Hübel).
Curioso a definição dos similares núcleos de Joinville e São Bento, cidades irmãs, entretanto distintos em relação a origem e religião, que também ocorre em São Bento com formação de fixações dos moradores de forma diferenciada em distintas zonas da cidade, separadas pela origem. Mas a convivência harmoniosa provocou uma situação nova que influenciou a cultura, novos costumes, uma nova forma de se vestir. Existia em São Bento um maior número de famílias boêmias de imigrantes Austro-húngaros sendo um total de 480 famílias, das quais 396 eram da Boêmia, tendo ainda poloneses, pomeranos entre outros.
O texto é muito rico em detalhes e fontes, retratando o início de São Bento e a importância da formação da colônia acima do Planalto que avançava rapidamente quando comparado as áreas mais baixas de clima mais tropical. A formação do relevo e a temperatura baixa favorecia estes europeus que encontravam certa familiaridade com sua terra natal. O texto segue com fontes importantes, além do diário de Raymund Woehl, temos fontes do livro "Os Alemães na Floresta Brasílica", de Hugo Zöller, escrito no em 1882. Mas o texto de Antonio Alexandre Bispo é interessante trazendo um contexto, digamos semelhante de nossa história, mas também importante porque neste contém as mesclas de um “filho são-bentense”, com a percepção do autor, não traz somente o romantismo de um descendente de imigrantes, e ainda podemos observar a questão histórica cultural não apenas de São Bento, mas um reflexo de um povo em seu novo continente, pelos tópicos: 

“Viagem de um imigrante de Reichenberg a São Bento do Sul (1882)” – “Um relato da situação em São Bento do Sul em 1882” – ” Implantação, crescimento rápido da Colônia e transformação do meio ambiente” – ” O alto da serra e sua influência na cultura” – ” Transplantação de animosidades europeias: bávaros x poloneses” – “Processo de adaptação e de surgimento de identidade colonial” -  “Tipos de colonos: "brancos" versus colonos abrasileirados” – “A ação dignificante do trabalho” -  ” Atrocidades de colonos: chacina de indígenas”

Complemento para pesquisa, fonte: Revista Brasil-Europa: Correspondência Euro-Brasileira 133/3 (2011:5). http://www.revista.brasil-europa.eu/133/Reichenberg-Santa-Catarina.html. Ciclo de estudos Boêmia-Brasil da A.B.E. No ano da morte deOtto von Habsburg-Lothringen (1912-2011). Liberec/Reichenberg. Professor Karl Ilg, Heimat Südamerika: Brasilien und Peru: Leistung und Schicksal deutschsprachiger Siedler, 2a. ed. revista, Innsbruck, Viena: Tyrolia 1982, 75-77; 1a. ed. Pioniere in Brasilien, Innsbruck, Viena, Munique: Tyrolia 1972).


Cerveja em São Bento do Sul - Santa Catarina


Cultura da Cerveja em São Bento do Sul

Porque gostamos tanto de cerveja Pilsen?

A cidade “germânica” de São Bento do Sul é uma “referência” no consumo de cerveja, diga-se de passagem, atribuída a nossa descendência! Será? A cerveja na realidade data dos sumérios, babilônios e egípcios, mas estes produziam com uma qualidade horrível, terrível, longe de qualquer possível elogio. Nem mesmo loiras e morenas “usadas” em marketing poderiam fazer o sucesso desta cerveja. Na Idade Média a cerveja tomou corpo e prazer em degustar, pois entrou mais um componente na fabricação, a flor de lúpulo. Então a cerveja foi congratulada pela fama alemã. E se olharmos na atualidade, sem tirar o “mérito” de São Bento do Sul, os países com maiores consumidores de cerveja são: República Tcheca (148,6 Litros/ano per capita); Áustria (107,8 Litros/ano per capita) e Alemanha (106,1 Litros/ano per capita). Mas estes países da atualidade são o berço dos primeiros imigrantes de São Bento. Temos descendentes da Alemanha vindos em maior número da Baviera, mas atenção a maior proporção dos primeiros imigrantes é originária da Áustria-Hungria/Boêmia do Böhmerwald e Reichenberg, atualmente República Tcheca, embora seja verdade “todos” de origem germânica. Mas foi na Baviera de 1516 que foi intitulada a “Lei da Pureza” para a cerveja que levava lúpulo, malte, água e cevada, que em particular tinha em seu processo o grão com presença de calor e umidade passando para a fermentação. Mas não existia nada de brilhante nesta lei, que na verdade não passava de uma garantia para os moinhos deterem o trigo e assim não aumentar o preço do pão. Contudo ainda assim a cerveja alemã tornou-se referência para outros países e a “Lei da Pureza” ainda é marketing. Outra atribuição a Baviera é a cerveja tipo langer. A cerveja era fermentada em cavernas no frio subsolo nas baixas temperaturas que geravam uma seleção natural das leveduras, existiam fungos que predominavam com a temperatura mais baixas e fungos que foram perdidos pois predominam em temperaturas mais altas. Já a cerveja de trigo “weizenbier”, ou cerveja branca “weissbier”, depende de temperaturas mais altas e traz mais aroma. Mas nesta história da evolução da cerveja é preciso dar créditos para a Inglaterra que no século 17 fez a secagem indireta do malte com uso de um derivado do carvão mineral que em combustão fazia a cerveja mais clara. É claro que o sucesso desta nova cerveja atraiu a atenção dos alemães que “precisavam supera-la”, e então passaram a usar maltes mais claros e de quebra uma filtragem transparente, um verdadeiro estouro em 1842. Mas este mérito é dos alemães da Boêmia, da terra da maioria de nossos imigrantes. Esta cerveja nasceu na cidade de Pilsen na atual República Tcheca. A região também era conhecida pela fabricação de cristais, que valorizavam ainda mais a bebida, sendo um grande sucesso em seus copos transparentes. Aqui lembramos também que a primeira cooperativa de São Bento foi de fabricação de cristais, e das primeiras empresas também tínhamos as de cerveja, que somente foram se perdendo devido a invasão das grandes marcas de cerveja que não permitiam a concorrência. Hoje os apreciadores de cerveja já não procuram somente o preço, mas a variedade e a diversidade de sabores, aromas e origens. E assim também no Brasil a cerveja atualmente mais consumida é a pilsen “american standart lager” uma consequência da cerveja clara dos cristais da Boêmia.


Propaganda em São Bento com 50 anos de fundação

Propaganda em São Bento com 50 anos de fundação




EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Como trabalhar?


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

ARAÇARI BANANA Baillonius bailoni Pteroglossus bailloni RIO NATAL - SÃO BENTO DO SUL


sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

IMIGRANTE MUEHLBAUER MÜHLBAUER - Construtor de Igrejas

IMIGRANTES MÜHLBAUER 
Construtores de Igrejas

O imigrante Philipp Mühlbauer contraiu uma doença que lhe consumia e mesmo com a atenção da medicina não existia muita expectativa de cura. Mas iniciaram as orações, de uma família muito devota. As pessoas da cidade também se mobilizavam nas orações vindas de várias partes, rezando pela melhora do paciente. A família então prometeu construir uma capela no caso de Philipp ser curado. E seu pedido/promessa, devoção e fé, surtiram efeito. Muitos moradores da cidade, sensibilizados, doaram o material, uns davam pregos, outros pinheiros, os Roesler desdobraram as toras em sua serraria e assim foi construída a capela na propriedade dos Mühlbauer em 1893.
Leonardo Mühlbauer e Wally (Liebl) Mühlbauer
O local começou a ter grande movimento em especial para fazer a via sacra, vindo pessoas de Lençol, Rio Antinha e do Centro, que chegavam à cavalo, carroça e até de charrete trole como da família Fendrich. Mas a capela de madeira foi desmanchada e no outro lado da rua foi construída uma de alvenaria em 1982, no terreno doado por Leonardo Mühlbauer e sua esposa Wally, ele filho de José Mühlbauer e Francisca, sendo neto dos imigrantes Phillip Mühlbauer e Rosa. 

Conforme as pesquisas do Jornalista Henrique Fendrich, a mesma família de  Philipp Mühlbauer também foram signatários da ata da benção e assentamento da pedra fundamental da nova Igreja Católica de São Bento no ano de 1901.

CAPELA SÃO FELIPE CONSTRUÍDA EM 1893 PELO IMIGRANTE MÜHLBAUER (MUEHLBAUER) EM SÃO BENTO DO SUL - SC 


IMIGRANTES PHILIPPE MÜHLBAUER E ROSA KELLNER

Philipp (Felippe) Mühlbauer

Philipp (Felippe) Mühlbauer – Católico, imigrou com os pais e irmãos (ãs),  no Navio Rio, Capitão von Helms com saída de Hamburgo 20/03/1877 e chegada no BRASIL em São Francisco SC 22/04/1877.

Imigrou com 12 anos Philipp, (Felipe) nasceu em Kleineigen 49°18'14.61"N 12°54'18.22"L batizado em Eschelkam 49°17'57.39"N 12°54'57.04"L na Baviera, casou-se com 24 anos em 19/10/1889 com Rosalia (Rosa) Kellner, Testemunhas: Gaspar Liebl e Ignacio Fürst. Reg 53 Liv. Casamentos Igreja Católica de SBS 29/07/1887 a 28/04/1890. Ele faleceu em 02/11/1926 aos 64 anos.

Seus pais e irmãos são: Anton (Antonio) Mühlbauer – Imigrante da cidade de Schwanzenberg – Baviera 22/04/1887 Filho de Mathias Mühlbauer e Klara Mühlbauer, proprietários em Schwarzenberg.  Antonio Mühlbauer, casado com Bárbara Pfeiffer ou (Pfeffer) imigrou com 43 anos, pedreiro de Schwanzenberg, Baviera, com mulher Bárbara (39), filhos Theresia (17), Philipp (12), Francisca (8), Catharina (6), Barbara (4 ¼), Georg (3) e Ludwig morador de Kleinagn. Católico imigrou no Navio Rio, Capitão von Helms com saída de Hamburgo 20/03/1877 e chegada em São Francisco 22/04/1877.  Em 1859.

Anton estava em Schwarzenberg. Em 1869/1870 em Kleinagn. Em 1872 em Grossaign e em 1873 em Ritzenried. Casou-se em 03/10/1868 com Bárbara Pfeffer, filha de Georg Pfeffer e Anna Singer. Ele faleceu 02/12/1911 aos 78 anos e 10 meses.

Rosa (Rossalina/Rosalia) Kellner

Rosa (Rossalina/Rosalia) Kellner – Imigrante nascida na cidade de Leigenhof e batizada em Eschelkam – Baviera. Rosa Kellner tem com pais e irmãos: José Kellner – Cidade de Schwanzenberg – Baviera. 

José foi casado com Bárbara Kerscher, filha de Wolfgang Gerscher e Bárbara Seltner. 

José imigrou com 43 anos, operário, de (Oschlkamm) Schwarzenberg, Baviera, com a mulher Barbara (33), filhos (Rosalia (9 ½), Francisca (8), Monika (7), Joseph (6), Franz (4), Christine (2), Barbara (1/4), católicos, pelo Navio Humbold (barco à vela de 741 toneladas inglesas, Capitão H.D. Busch, saída de Hamburgo 15/04/1876 e chegada no BRASIL São Francisco SC 11/06/1876 com 349 passageiros. 

No dia 11/12/1909 faleceu Catharina Kellner com 82 anos viúva do falecido José Kellner sepultado no município de São Bento do Sul. Talvez o nome da esposa seja composto como Bárbara Catharina ou vice-versa.

Capela São Felipe na atual Rua Conrado Liebl número 4798 no Banhados I São Bento do Sul SC Brasil.


CURIOSIDADE HISTÓRICA DA IMIGRAÇÃO
Anita (Mühlbauer) Pscheidt relata oque Rosalia (Rosa) contou:

Da esquerda para direita
Anita Mühlbauer, as primas Luiza Laytof ,
Frida Laytof e sentada Rosalia.(Rosa)
Saíram da “Alemanha” num momento em que existiam muitas dificuldades para sobrevivência. Foram divulgadas as boas notícia de prosperidade no Brasil, de até ter mel escorrendo pelas árvores, emborra fossem fungos liberando substância açucarada dos troncos das bracatingas. Rosalia acrescenta que durante a viagem Alemanha/Brasil ocorreu um incêndio que iniciou na cozinha, mas foi controlado e fizeram uma novena. Um dos passageiros que já entrou no navio doente, e embora tivesse remédios e bom tratamento e conforto, piorou a saúde e faleceu em alto mar. Fizeram um velório, envolveram o falecido com lençóis, soaram por algumas vezes o apito em tom fraco. No momento de descer o corpo que foi lançado por uma prancha, tocaram mais três vezes o apito do navio em alto tom. A família chegou no Brasil, ela com 13 anos (diferente do registro do navio), e se dirigiram para a região do Rio Antinha onde já estavam outros conhecidos e da família. Foram recebidos com uma sopa de nabo branco doce, o adequado e compreensível pelo que existia disponível na época. A disponibilidade de comida era escassa em relação a diversidade, comia-se oque se cultivava, ou que outros cultivavam, e inicialmente não existiam algum alimentos, como o arroz. Em relação aos problemas de saúde, estes eram sanados em Joinville, dias de viagem no lombo de mulas e cavalos.

Interessante que lendo o descritivo de viagem feito pela colonizadora o evento narrado acima foi apresentado, como descrito abaixo.


NOTÍCIA DA IMIGRAÇÃO PELA COLÔNIA DONA FRANCISCA.

No dia 12 deste mês, ao anoitecer, aportou em São Francisco o navio Humboldt, capitão Busch, expedido em 15 de abril com 349 imigrantes para Dona Francisca. Apesar de ter sofrido pequena avaria, motivo pelo qual teve de aportar na costa inglesa, pode-se dizer que fez uma boa viagem. Segundo a nacionalidade, esses novos recém chegados são, em sua maioria, boêmios, alguns bávaros e bem poucos de outras nacionalidades. Quanto a idade 29 têm até 1 ano, 97 de 1 a 10 anos, 223 têm mais que 10 anos, 187 são do sexo masculino, 120 são casados e 4 viúvos. Todos os imigrantes têm boa aparência. Segundo soubemos nossos novos colonos seguem para São Bento, onde muitos deles já tem parentes. Caso tudo corra bem, já nos próximos dias deverá aportar o vapor com passageiros, anunciado no dia 18 de maio de Hamburgo (Kolonie Zeitung, 17.06.1876).

Capela São Felipe construída em 1982 substituindo a capela de 1893


Capela São Felipe em 12/2015
O Apóstolo Felipe é citado em várias ocasiões no Santo Evangelho: Foi ele que levou a Cristo o Apóstolo Natanael (ou seja, Bartolomeu, ; Vide Jo 1.. 46), é ele que diz ao  Senhor sobre a impossibilidade de comprar pão para os cinco mil homens (Jo 6: 5-7), foi ele que leva ao Senhor alguns alguns dos judeus helenizados que desejavam conhecer o Mestre (Jo 12, 21-22) e, finalmente, quando da  Última Ceia de Cristo, foi Felipe que  faz a pergunta a  respeito de Deus, o Pai (Jo 14, 8).

São Felipe foi um dos primeiros apóstolos de Jesus,
com São Pedro, Santo André, São Tiago e São João.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

PROMOSUL em São Bento do Sul - SC


A PROMOSUL 

É dotada de infra-estrutura para feiras de nível internacional, a Fundação Promotora de Eventos (Promosul) de São Bento do Sul, está totalmente preparada para receber feiras, congressos, competições esportivas, shows e eventos em geral. Projetada dentro dos mais modernos conceitos de arquitetura e funcionalidade, tem capacidade para 30.000 pessoas e conta com amplo estacionamento.


PROMOSUL em números

-                   Área total do parque 143.000m²;
-                   Área total construída 15.500m²;
-                   Pavilhão: 80m largura x 140m de comprimento
-                   03 auditórios  (com capacidade de: 600; 300; 300 pessoas);
-                   09 salas de apoio;
-                   09 salas permanentes;
-                   03 acessos para carga e descarga.


Endereço: Tv. Francisco Soehtje, 180 - Brasília, São Bento do Sul - SC


PROMOSUL em construção, sendo inaugurada em 1996

PROMOSUL inaugurado em 1996

PROMOSUL inaugurado em 1996

PROMOSUL - Travessa. Francisco Soehtje, 180 - Brasília, São Bento do Sul - SC


terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Dilmar Tascheck está na Banda Treml - CD vol 10, lançado em dezembro de 2015



Dilmar Tascheck

Dilmar Tascheck

Nascido em primeiro de dezembro de 1965, filho de Edimar Tascheck e Cacilda Treml Tascheck (In memorian). Iniciou seus estudos musicais aos 9 anos, tendo como primeiro professor, o seu pai. Alguns anos depois, ingressou na Escola de Música Donaldo Ritzmann, onde conclui aos 8 anos no curso de piston, trompete e bombardino, com o Prof. Giovani Tempo. Neste período aprendeu também saxofone, acordeon, teclado, bateria e contrabaixo.
O interesse por arranjos e adaptações apareceu cedo por influência do pai que fazia esse trabalho para os grupos que participava na época. Sua primeira composição foi feita aos 14 anos, dedicada á seu pai, o Dobrado Edi Tascheck e na sequência compôs uma Valsa para a mãe – Caci-Walzer, entre outras composições, como o Fox Jardim de Rosas. Assim, ao longo de 40 anos, somam-se aproximadamente 40 composições, algumas incluídas no repertório da Banda Treml, além de arranjos e adaptações para vários grupos, especialmente para o Grupo Folclórico Germânico Böhmerwald, auxiliando Marcos Malewschick, por ocasião da turnê realizada pela Alemanha, Áustria, Suíça e Tschecoslováquia em 1988.
Alguns de seus arranjos e composições foram gravados pelo Grupo Musical Bavária e pela Bandinha do Opa, da qual fez parte, como também da Bandinha do Clube dos Tradicionalistas, Banda Böhmerwald, Banda da Escola de Música e nos primeiros anos do grupo que formava com a família – Edi e seus Solistas.

Composições que integram o CD da Banda Treml:

Wenn die Freunde sich Treffen (Quando os amigos se encontram)
Essa marcha foi composta em 1999: fazendo parte da Bandinha do Opa e da Bandinha do Clube Tradicionalista, imediatamente o título venho à mente. Ambos são um encontro de amigos, que se reúnem para momentos de alegria e descontração. Daí o nome Wenn die Freunde sich Treffen.

Der Kleine Max (O Pequeno Max)
Em 2001 nasce o Pequeno Max, filho de seu irmão Charles e Mérida Juneli Tascheck trazendo muita alegria para a família Tascheck. Também surge a inspiração para esta polka. A mesma é dedicada a Max Tascheck, sobrinho e afilhado do compositor.

São Bento 130 anos

Com a cidade comemorando mais um aniversário em 2003, a inspiração veio em ritmo de dobrado. Assim, dedica essa música a sua cidade natal. 

Dilmar Tascheck foi maestro de sua música Wenn die Freunde sich Treffen (Quando os amigos se encontram) no lançamento do CD vol.10 da Banda Treml. Essa marcha foi composta em 1999: fazendo parte da Bandinha do Opa e da Bandinha do Clube Tradicionalista, imediatamente o título venho à mente. Ambos são um encontro de amigos, que se reúnem para momentos de alegria e descontração.

Dilmar Tascheck foi maestro de sua música Wenn die Freunde sich Treffen (Quando os amigos se encontram) no lançamento do CD vol.10 da Banda Treml. Essa marcha foi composta em 1999: fazendo parte da Bandinha do Opa e da Bandinha do Clube Tradicionalista, imediatamente o título venho à mente. Ambos são um encontro de amigos, que se reúnem para momentos de alegria e descontração.




Fonte: Informações do lançamento do CD da Banda Treml (09/12/2015) na Sociedade Atiradores 23 de Setembro, em comemoração ao centenário da banda (01/05/2013).