segunda-feira, 14 de agosto de 2017

CONCURSO DE MAQUETE DA ARAUCÁRIA



PREFEITURA DE SÃO BENTO DO SUL
DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO


Concurso de Maquetes
CARTILHA DE INFORMAÇÕES DA ARAUCÁRIA
Recentemente foi renovado o Termo de Convênio de Gestão Florestal, no qual a FATMA (Órgão Ambiental Estadual) concede ao município, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (Órgão Ambiental Municipal), a competência para emitir autorizações de corte de vegetação. Com o município assumindo o corte de vegetação é possível ter uma aproximação maior do processo com maior conhecimento em relação a realidade presente, bem como agilizar o processo de liberação, quando convier. É importante destacar que os pedidos de corte de vegetação serão analisados tecnicamente e legalmente, e as autorizações somente serão emitidas quando em conformidade com a legislação ambiental vigente.
Ainda assim, dentro da legalidade, haverá muita procura pelo corte de vegetação, o que vai contra os preceitos de preservação e conservação, intensamente necessários nos dias atuais. Sendo assim, esse Concurso visa a conscientização ambiental das crianças que são excelentes difusores e replicadores de informações, principalmente dentro de casa. Queremos que seja compreendido o valor e a importância das árvores no ecossistema no qual também estamos inseridos, fazendo com que possamos viver harmonicamente e lutar pela preservação das espécies.

Araucaria angustifolia conhecida popularmente como araucária, pinheiro brasileiro ou pinheiro do Paraná, é uma das espécies nativas mais importantes do Sul do Brasil. Originalmente cobria grandes áreas contínuas na Região Sul, estendendo-se para São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo na forma de pequenas manchas isoladas, principalmente nas regiões mais frias e altas destes estados. No Brasil, antes da colonização, as matas de araucária chegaram a estender-se por 185 mil quilômetros quadrados. Porém, devido a sua madeira ser de excelente qualidade (resistente e maleável), se iniciou uma grande exploração, onde serviu para erguer casas, fabricar de móveis, construir ferrovias e levantar cidades.
A espécie representou cerca de 92% de exportação de madeira do país. A derrubada da araucária para uso da madeira atingiu seu auge na década de 1970. A falta de plantios encerrou este importante ciclo econômico da região Sul do Brasil. Da área original de floresta de araucária, que antes cobria as serras meridionais brasileiras, restaram apenas 2%, tornando-se o ecossistema mais devastado do país. Seu grande valor madeireiro a condenou à quase extinção no final do século 20 e, atualmente, a espécie se encontra incluída na lista oficial de espécies ameaçadas de extinção. O corte de araucária foi legalmente proibido no Brasil em 2001, visando principalmente à conservação da espécie.
É a espécie característica do ecossistema considerado um dos mais raros e ameaçados do mundo: a Floresta Ombrófila Mista, a famosa Mata de Araucárias, da qual resta menos de 1% de sua ocorrência original. A Mata de Araucárias compõe, juntamente com outras formações vegetais, o Bioma Mata Atlântica, igualmente ameaçado, restando apenas 7% de sua formação original.
A araucária é uma árvore de vida longa, podendo viver de 200 a 300 anos (ou mais). Com altura média de 20 m a 25 m e 1,0 m a 1,5 m de diâmetro. Com folhas em formato de espinhos, uma adaptação à perda de água, sua forma é única na paisagem, parecendo uma taça ou guarda-chuva. É uma das espécies chamadas de “fóssil vivo”, pois ela existe há mais de 200 milhões de anos; já existia, da forma que a vemos hoje, durante a era dos dinossauros.
Estruturas florais da espécie são polinizadas entre setembro e outubro. Esta planta possui macho e fêmea. As plantas fêmeas são as que produzem as pinhas, com 20 cm de diâmetro, sendo que cada uma pode abranger até 150 sementes (pinhões). Já a planta macho é responsável pela formação de cones alongados que podem chegar até 15 cm de comprimento e 4 cm de diâmetro, e é este cone que produz o pólen. Entre abril e julho, 20 meses depois de sua polinização, as pinhas já amadurecidas soltam pinhões saborosos que são procurados por animais como aves e mamíferos.
As araucárias são importantes na fixação do regime hídrico dos rios, bem como por criarem um habitat próprio e rico em biodiversidade. A redução e a consequente fragmentação das matas não interferem somente na dinâmica das demais espécies vegetais, mas também nas espécies animais, pois estas acabam ficando sem ter o alimento (pinhões) em abundância. Toda espécie que entra na lista das ameaçadas, trás consigo inúmeras outras, que dependem desta, num efeito dominó. No caso da araucária, na eliminação da floresta, seu desaparecimento poderá levar à extinção, da canela-sassafrás (Ocotea pretiosa), a canela-preta (Ocotea catarineneses), a imbuia (Ocotea porosa), o xaxim (Alsophila setosa), a gralha-azul (Cyanocorax caeruleus), o macuco (Tinamus solitarius), a jacutinga (Pipile jacutinga) e grande número de epífitas, entre muitos outros. A gralha azul é um exemplo proeminente das interações complexas entre as espécies; ela possui a araucária como nicho ecológico, fazendo seu ninho na coroa de espinhos e alimentando-se dos pinhões. No outono estocam as sementes em troncos secos e buracos no chão, dispersando as sementes e enriquecendo o bioma. Outra ave que possui relação com a araucária é o papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea). Segundo a IUCN (International Union for Conservation of Nature) o papagaio-de-peito-roxo se encontra na categoria “Em Perigo”, já na resolução do CONSEMA também está listado em perigo, que informa as espécies da fauna ameaçada de extinção no estado de Santa Catarina. Embora mais de 28 espécies nativas componham a lista de vegetais que fornecem alimento ao papagaio-de-peito-roxo, a semente de Araucária angustifólia é a alimentação básica durante a estação de inverno, cujas sementes fornecem calorias nos meses de frio. Muitas outras aves e mamíferos depende da araucária como fonte de alimento. A araucária também apresenta espécies endêmicas como o grimpeirinho (Leptasthenura setaria).
Como já mencionado, a madeira da araucária é de alta qualidade, onde era utilizada para a construção de móveis e responsável por um grande parte da exportação madeireira do país, gerando bons resultados na economia, porém como não houve replantio da espécie, são poucos indivíduos que restaram, tornando a araucária em risco de extinção gerando a restrição de corte. Mas se a madeira possui tanta qualidade, porque os silvicultores não pensaram em fazer plantio da espécie para comercialização?
No mesmo período de sua intensa exploração ocorria a introdução no Brasil de espécies florestais exóticas para fins madeireiros e de celulose, principalmente Pinus sp e Eucalyptus sp. Auxiliados pelo melhoramento genético, essas espécies se tornaram mais atrativas economicamente e foram tomando o lugar da araucária. As poucas iniciativas de replantio da araucária foram logo abandonadas pelo seu crescimento mais lento e pouco conhecimento da biologia da espécie ou melhoramento genético. Os produtores passaram a dar preferência para as espécies exóticas, também devido às facilidades legais para exploração quando comparadas com a araucária. A história do replantio da araucária terminou ainda na fase embrionária pela concorrência das espécies mais rentáveis.
Mesmo com a preocupação da espécie em extinção, a proibição de corte não tem sido suficiente para frear o desmatamento, pois faltam incentivos para mantê-las em pé, apoio técnico que mostre suas potencialidades, alternativas para a exploração, além de mais pesquisas relacionadas à espécie.
Opções visando à obtenção de produtos não madeiráveis podem contribuir para a manutenção da araucária em pé, onde o foco na produção econômica do pinhão pode ser uma alternativa viável. A gastronomia à base do pinhão é rica e está presente em muitas festas que coincidem com a época de sua colheita (abril a agosto). Porém, é necessário incentivo e pesquisas visando, principalmente, o desenvolvimento de novas opções de uso e conservação. O fato de não poder mais cortar as araucárias faz com que muitos agricultores, ao verem uma planta ainda pequena, a eliminem com medo de perder um pedaço de terra para cultivo no futuro. Com esse cenário, a possibilidade de preservação da espécie no Brasil fica dependente de plantios porque, dentro da floresta, não há regeneração por falta de luz e, fora dela, o proprietário a elimina ainda jovem e as existentes, um dia, morrerão devido à idade avançada.
Para que a situação de risco de extinção da araucária seja alterada são necessários estudos urgentes sobre sua biologia, conservação, melhoramento genético, manejo e silvicultura. Os incentivos políticos e fiscais ao plantio da espécie para obtenção de produtos madeireiros e não madeireiros (especialmente do pinhão) também são de extrema importância para sua conservação. De modo geral, uma das ações mais efetivas no sentido da conservação da araucária é o incentivo à sua conservação mediante o uso, ou seja, para que produtores tenham interesse em salvar a espécie, será preciso que os mesmos vejam possibilidades reais de ganhos econômicos com o seu plantio.

Referências Bibliográficas:

WENDLING, Ivar & ZANETTE, Flávio. Araucária, particularidades, propagação e manejo de plantios. 2017. Universidade Federal do Paraná (UFPR); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA).

WONS, Fernando. Licenciamento ambiental de Araucária angustifólia. 2014. Disponível em: <https://goo.gl/6BAuAZ> Acesso em: 26 Jul. 2017


ABE, Lígia Mieko. Caracterização do hábitat do papagaio-de-peito-roxo Amazona vinacea (Kuhl, 1820) no Município de Tunas do Paraná, Região Metropolitana de Curitiba, Paraná. 2012. Disponível em: <https://goo.gl/KbKXLb> Acesso em: 26 Jul. 2017


“ECOSSISTEMA DA ARAUCÁRIA”
CONCURSO DE MAQUETES








O DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE, em parceria com a SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO promovem o Concurso
“ECOSSISTEMA DA ARAUCÁRIA”.



AÇÕES DO PROGRAMA:

MOBILIZAR PARA A SUSTENTABILIDADE, VALORIZAR A ARAUCÁRIA, RELACIONAR A FAUNA E FLORA, CONHECER OS DISPERSORES DE SEMENTES, ENTENDER A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS, DEMONSTRAR A RELAÇÃO DA ARAUCÁRIA COM O HOMEM, EXPOR A AMEAÇA DE EXTINÇÃO E COMPREENDER OS DANOS.




São Bento do Sul, 08 de AGOSTO/2017
REGULAMENTO
CONCURSO DE MAQUETES

O DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE em parceria com a SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO promovem o Concurso “ECOSSISTEMA DA ARAUCÁRIA” abordando as ações do programa: MOBILIZAR PARA A SUSTENTABILIDADE, VALORIZAR A ARAUCÁRIA, RELACIONAR A FAUNA E FLORA, CONHECER OS DISPERSORES DE SEMENTES, ENTENDER A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS, DEMONSTRAR A RELAÇÃO DA ARAUCÁRIA COM O HOMEM, EXPOR A AMEAÇA DE EXTINÇÃO E COMPREENDER OS DANOS, incorporado no “Novo Mais Educação”.

O DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE em parceria com a SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO acreditam que o Concurso de Maquetes, é uma forma de divulgar e valorizar a construção pedagógica, que se faz no cotidiano escolar no aprender a conhecer, no aprender a fazer, no aprender a viver e no aprender a ser no convívio nos espaços públicos.

Está lançado o Concurso Maquetes abordando as ações do programa: MOBILIZAR PARA A SUSTENTABILIDADE, VALORIZAR A ARAUCÁRIA, RELACIONAR A FAUNA E FLORA, CONHECER OS DISPERSORES DE SEMENTES, ENTENDER A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS, DEMONSTRAR A RELAÇÃO DA ARAUCÁRIA COM O HOMEM, EXPOR A AMEAÇA DE EXTINÇÃO E COMPREENDER OS DANOS. A realização do concurso ocorre no período de 07 agosto a 15 de setembro de 2017.

1. DOS OBJETIVOS
1.1. Reconhecer a relevância do ensino e de práticas educacionais com enfoque na sustentabilidade;

1.2. Contribuir na formação do aluno cidadão consciente, para que desenvolva o pensamento reflexivo e o raciocínio crítico com relação aos temas propostos, ressaltando a importância da sensibilização para melhor qualidade de vida;

1.3. Incentivar os alunos a expressar seus conhecimentos, ideias e opiniões relacionadas às ações propostas, com enfoque na importância da araucária e seu ecossistema;

1.4. Utilizar diferentes formas de expressão para sensibilizar a população quanto aos cuidados necessários com o meio ambiente.

2. DA PARTICIPAÇÃO
Poderão participar os alunos do Ensino Integral das NOVE escolas da Rede Municipal de Ensino de São Bento do Sul, que confeccionarem uma maquete.

2.1 ESPECIFICAÇÕES DA MAQUETE
2.1.1. Deverão ser montadas equipes de no máximo 5 integrantes por equipe;
2.1.2. A maquete deve ser de autoria/exclusiva da equipe;
2.1.3. As maquetes podem ser confeccionadas com qualquer tipo de material, preferencialmente reciclado e/ou reutilizado;
2.1.4. A maquete deve ser retangular, possuindo tamanho padrão, com 1 metro de comprimento por 50 centímetros de largura, para a espessura, não haverá limite definido.
2.1.5 A maquete que estiver fora do modelo especificado será desclassificada automaticamente;
2.1.6 Para os alunos compreenderem melhor o tema, os professores responsáveis de cada turma deverão dar uma breve introdução de ensino, com base na “Cartilha de Informações da Araucária” que se encontra no Anexo III;
2.1.7 O tema da maquete será as ações do programa que compreendem a base de ensino que o professor repassará na sala, sendo elas: MOBILIZAR PARA A SUSTENTABILIDADE, VALORIZAR A ARAUCÁRIA, RELACIONAR A FAUNA E FLORA, CONHECER OS DISPERSORES DE SEMENTES, ENTENDER A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS, DEMONSTRAR A RELAÇÃO DA ARAUCÁRIA COM O HOMEM, EXPOR A AMEAÇA DE EXTINÇÃO E COMPREENDER OS DANOS.


3. DAS ETAPAS
3.1. DA ETAPA CLASSIFICATÓRIA
3.1.1. A etapa classificatória será realizada na própria Instituição de Ensino, ficando a cargo da direção designar uma Comissão Julgadora para selecionar, dentre as maquetes elaboradas pelas equipes, a melhor maquete, para participar da etapa final do concurso junto à Secretaria Municipal de Educação e o Departamento de Meio Ambiente.
3.1.2. Será de responsabilidade da Unidade Escolar encaminhar a maquete selecionada ao Departamento de Meio Ambiente, anexo no Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann, impreterivelmente até o dia 15 de setembro de 2017.
3.1.3. Será de responsabilidade da Unidade Escolar encaminhar a maquete selecionada, junto com uma Ata de Validação do processo de seleção, assinada pela Comissão Julgadora e Direção da Unidade Escolar, conforme modelo do Anexo I.
3.1.4. A Ata de Validação deverá constar em envelope identificado com o nome da Unidade Escolar. Na maquete a identificação deve estar na parte inferior, com o nome da escola. Não pode ter nenhuma identificação visível ao jurado.

3.2. DA ETAPA FINAL
3.2.1. Será constituída uma Comissão Julgadora formada pelos seguintes representantes:
- 2 (dois) representantes da Secretaria Municipal de Educação;
- 2 (dois) representantes do Departamento do Meio Ambiente;
- 1 ( um) representante da Gestão Florestal;
- 1 (um) representante da EPAGRI;
- 1 (um) representante do COMDEMA;
- 1 (um) representante do Consórcio Intermunicipal Quiriri.
- 1 (um) representante do Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann.

3.2.2. Nenhum dos componentes desta Comissão Julgadora pode ter qualquer vínculo familiar com os alunos cujos trabalhos irão ser julgados;
3.2.3. A Comissão Julgadora instituída será soberana para decidir qualquer fato pertinente à matéria, sendo que tais decisões não serão passíveis de recursos.

4. DOS OBJETOS DA AVALIAÇÃO
A Comissão Julgadora levará em consideração os seguintes critérios:
a) Adequação à proposta temática do concurso;
b) Argumentação (fuga do senso comum, criatividade, unidade, progressão temática, informação);
c) Coerência (clareza, organização das ideias, comunicação do tema);
d) Estética.

5. DAS CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO
5.1. O Concurso de maquetes “ECOSSISTEMA DA ARAUCÁRIA”, será realizado no período compreendido entre 07/08/2017 a 15/09/2017;
5.2. Cada Unidade Escolar poderá inscrever somente 01 (Uma) maquete, de acordo com o tema estabelecido e realizado pela equipe em uma única via da ficha de inscrição;
5.3. Todos os itens solicitados no cabeçalho da ficha de inscrição deverão ser preenchidos;
5.4. Para validar a inscrição da maquete será necessária a assinatura dos pais ou responsável legal na Ficha de Inscrição (Anexo II);
5.5. O não preenchimento de todos os dados na ficha de inscrição (Cabeçalho e Autorização) implicará na desclassificação do trabalho.

6. DAS INSCRIÇÕES
6.1. Os trabalhos selecionados pela Unidade Escolar, Ata de Validação e as Fichas de Inscrições, deverão ser encaminhadas ao Departamento de Meio Ambiente, anexo no Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann, por meio de CI, conforme item 3.1.4 deste regulamento;
6.2. Os trabalhos deverão ser entregues no prazo citado no item 3.1.2 deste regulamento ao Departamento de Meio Ambiente, anexo no Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann;
6.3. O Departamento de Meio Ambiente, ficará responsável pela entrega de comprovante de recebimento dos documentos e maquete, sendo que o mesmo constará data e horário da entrega.

7. DAS PREMIAÇÕES
7.1. A maquete definida pela Unidade Escolar, como a vencedora da escola, receberá medalha de participação para os participantes da equipe que a confeccionaram.

7.2 As NOVE maquetes participantes, escolhida pelas escolas municipais (uma por escola), serão expostas no Museu Natural Entomológico Ornith Bollmann, durante o mês de setembro, em comemoração ao Dia da Árvore (21/09) e a “Primavera dos Museus”.

7.3. Das NOVE maquetes selecionadas pelas escolas (uma por escola), UMA equipe será selecionada como vencedora pela comissão 3.2.1, onde os integrantes da equipe receberão um kit de utilitários.

8. DA CERIMÔNIA DE ENTREGA DOS PRÊMIOS
8.1. A cerimônia para as premiações será realizada até o dia 11 de outubro.
8.2. A divulgação do resultado final estará disponível no mural da Secretaria Municipal de Educação, no Departamento de Meio Ambiente no dia 18/09/2017 e por meio de Comunicação Interna enviada às Unidades Escolares.
8.3. O resultado final também estará disponibilizado no site da Prefeitura de São Bento do Sul.

9. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
9.1. As elaborações dos trabalhos deverão ser realizadas em sala de aula, de autoria do estudantes e sob a supervisão do professor;
9.2. A Secretaria Municipal de Educação e o Departamento de Meio Ambiente ficam autorizados a utilizar todos os trabalhos inscritos para fins de propaganda, publicações, materiais e eventos, desde que para fins didáticos e educativos ou turísticos;
9.3. Os casos não previstos neste Regulamento serão resolvidos pela Comissão Julgadora;
9.4. A direção da Unidade Escolar deverá preencher na ata de validação (anexo I), os dados acerca do número de alunos que participaram do concurso junto com o trabalho indicado para participar da etapa final;
9.5. A responsabilidade por plágio ou fraude será exclusivamente do autor;
9.6. A inscrição no concurso implica na completa aceitação deste regulamento;
9.7. Caberá à comissão julgadora decidir sobre os casos omissos no presente regulamento;
9.8. Não caberá recurso às decisões da comissão julgadora.

Soltura de aves é grande sucesso na APA do Rio Vermelho


Soltura de aves é grande sucesso na APA do Rio Vermelho
Esta quinta-feira (10) foi realmente uma data especial em São Bento do Sul.
O diretor de Meio Ambiente Marcelo Hübel; Comandante Major Maicon Dilmo de Souza; Prefeito Magno Bollmann; Condante do Comando de Policiamento Militar Ambiental do Estado, Coronel Adilson Schlickmann Sperfeld; Comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar de São Bento do Sul, Tenente Coronel Fabiano Dias Perfeito; Presidente da CDL de São Bento do Sul, Orlando Torinelli; e o Secretario Executivo da CDL

Na ocasião, a Associação R3 ANIMAL responsável pelo CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres) localizado no Parque Florestal Rio Vermelho, em Florianópolis, esteve em São Bento do Sul para realizar a soltura de 32 aves que estavam em reabilitação no CETAS.
Como disse o prefeito Magno Bollmann, "isso aqui é um sonho acalentado há mais de 12 anos".
O evento foi realmente emocionante, pois três grandes gaiolas foram trazidas para o Parque Natural das Aves, e separadamente uma a uma foram abertas para libertar as aves recuperadas no CETAS.
"Algumas espécies inclusive não se vê mais na região", disse o prefeito Magno Bollmann, concluindo que este será o início de uma reintrodução de algumas espécies na natureza local.
O Comandante da Polícia Militar Ambiental do Estado, Coronel Adilson Schlickmann Sperfeld lembrou do espaço que havia no quartel da Polícia Ambiental em Joinville, para recuperação e depois soltura de aves, e também da longa caminhada e parceria com Magno Bollmann. 
"É uma alegria rever isso acontecendo, essa história que começa nos anos 90 acaba se repetindo nesse momento com muito mais ênfase e mais organização, e é uma felicidade ver que isto está acontecendo justamente com o senhor, que sempre esteve na vanguarda na questão de proteção dos animais, na proteção da floresta, e que é o idealizador na melhoria da qualidade do meio ambiente da cidade", disse o comandante.
Magno Bollmann explicou que esse momento é o fundamento desse projeto do Parque Natural das Aves, que é receber aves de cativeiro, recuperá-las e devolver para a natureza. "Essa é a origem do projeto do Parque Natural das Aves", disse.
Magno ainda destacou que trata-se de uma área de proteção ambiental, com 23 mil hectares, em torno de 45% da área do município de São Bento do Sul, com plano de manejo, que em síntese é tratado como um tripé: preservação, recuperação e uso consciente e responsável.
Citando as futuras gerações, o prefeito elogiou a Polícia Ambiental pelo trabalho junto ao programa Protetor Ambiental, que está formando uma turma de 40 alunos em São Bento do Sul.
"É esta nova geração que irá prosseguir com os trabalhos depois que nós estamos deixando", disse.
O prefeito também fez questão de inúmeras vezes destacar e agradecer o apoio da Polícia Ambiental, Polícia Militar, de toda equipe do Meio Ambiente, educação, imprensa, e demais participantes que prestigiaram o ato da soltura das aves.
Além do prefeito, anfitrião do Parque Natural das Aves na APA Rio Vermelho/Humboldt, estiveram presentes ao evento o vice-prefeito, secretário de Agricultura e Meio Ambiente e secretário de Obras, Márcio Dreveck; diretor de Meio Ambiente Marcelo Huebl e equipe; secretária de Educação Rosemari Strack Cândido; Comandante do Comando de Policiamento Militar Ambiental do Estado, Coronel Adilson Schlickmann Sperfeld; Comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar de São Bento do Sul, Tenente Coronel Fabiano Dias Perfeito; Comandante Major Maicon Dilmo de Souza da Polícia Militar de Joinville; veterinário da R3 ANIMAL, João Vitor de Campos Roeder; a bióloga Juliana Kammer, da Comfloresta, parceira do projeto de soltura; equipe de biólogos da FUJAMA - Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente; alunos da EBM Emílio Engel que participam do programa Gestor Ambiental, juntamente com o instrutor Cabo Freiberger; presidente da CDL de São Bento do Sul, Orlando Torinelli; Presidente da ACISBS, Jonathan Roger Linzmeyer; e diversos policiais militares, militares ambientais, convidados e imprensa.
R3 Animal - A Associação R3 ANIMAL www.r3animal.org, sem fins lucrativos, é responsável pelo CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres) localizado no Parque Florestal Rio Vermelho em Florianópolis, com apoio da FATMA e Polícia Militar Ambiental, esta recebe os animais apreendidos ou resgatados, que são tratados e reabilitados para soltura. Apenas os que não são mais aptos a vida na natureza são direcionados para zoológicos.
Aves soltas - As aves soltas no Parque Natural das Aves nesta quinta feira foram 2 sabiás pretas, 4 sabiás coleira, 1 sabiá laranjeira, 2 sabiás poca, 1  trinca-ferro, 1  tangará dançarino, 2 coleirinhos, 2  curiós, 1 pintassilgo, 1 saíra sete cores, 1 tié preto, e 14 tucanos de bico verde.
Prefeito Magno Bollmann e monitor ambiental da PMA na soltura de passeriformes.

Soltura de aves na APA Rio Vermelho Humbold com CETAS - Associação R3 ANIMAL

Joberth Krause – MTB 4280SC
Assessoria de Imprensa

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Dia de Controle da Poluição Ambiental terá palestras e inspeção veicular


Dia de Controle da Poluição Ambiental terá palestras e inspeção veicular


O dia do “Controle da Poluição Ambiental” é “comemorado” mundialmente, sendo também reforçado em São Bento do Sul para a sensibilização com ações de cunho orientativo. 
São ações desenvolvidas pela Prefeitura, através do Departamento de Meio Ambiente, em parceria com a ACISBS (Associação Empresarial de São Bento do Sul).
Neste dia 14 de agosto serão proferidas pelo menos três palestras no auditório da ACISBS, iniciando com a recepção às 8:30hs, seguindo com as palestras distribuídas em três temas: “O Gerenciamento de Resíduos Sólidos, aterro Classe I e II” com Boanerges Carneiro Jr; “O Tratamento de Águas Residuárias” com Débora Garcia Emboaba e Jean Marcelo Fuck, e o “Controle de Poluição Ambiental como Estratégia de Competitividade” com o Dr. Joel Dias da Silva e Msc Fernando Scaburri.
Inspeção Veicular
Em paralelo com a realização das palestras, também ocorre a “Inspeção Veicular”, promovido pela FETRANCESC (Federação das Empresas de Transportes de Cargas no Estado de Santa Catarina)com ASTRAN Transportes Rodoviários. Os veículos com motores diesel serão analisados com opacímetro e tacômetro nas variadas rotações de marcha lenta informada, livre, máxima e lenta,conferindo as definições da Resolução CONAMA nº 418 e a Instrução Normativa do IBAMA nº 06/2010. 
A analise é gratuita e além verificar se existe poluição impactante, fornece subsídios para ajustes no caminhão ou caminhonete para melhor desempenho e prevenção. Esta analise apresenta validade de 180 dias podendo ser apresentado para clientes do setor de transporte, voltados para as certificações ambientais, e até mesmo para a Polícia Rodoviária Federal, se precavendo de punição por multa por emissão de poluição.
Os veículos serão recebidos em frente a ACISBS na Rua Afonso Grosskopf, 352 – Colonial.
As palestras e a análise veicular são direcionadas para associados da ACISBS, mas a parceria estende para toda sociedade que apresenta interesse em enriquecer seu conhecimento ou ainda garantir a manutenção correta de seu veículo. 
O evento conta com a participação dos parceiros Hera Sul, ASTRAN,  SAMAE, FETRANCESC e Metaquímica.

Assessoria de Imprensa
Prefeitura de São Bento do Sul

JARDIM BOTÂNICO EM SÃO BENTO DO SUL


Primeira semente para o Jardim Botânico de São Bento do Sul é plantada


Na tarde desta quarta-feira (9) foi plantada a primeira semente para a criação do Jardim Botânico de São Bento do Sul.
Na ocasião, o prefeito Magno Bollmann esteve reunido com o sr. Osmar Muhlbauer, Presidente da Fundação de Ensino Tecnologia e Pesquisa - FETEP; Osvalmir Tschoeke, gerente da Incubadora Tecnológica de São Bento do Sul; Samuel Henrique Werlich, diretor geral do Instituto Federal Catarinense – IFC - Campus São Bento do Sul; Gean Cardoso de Medeiros, diretor da Univille - Campus São Bento do Sul; Dra. Karin Esemeann Quadros, representante do Jardim Botânico da Univille; Claudinei José Cristofolini, representante da Unisociesc; Agnaldo Valderlei Arnold, diretor administrativo da Udesc - Campus São Bento do Sul; Luiz Claudio Gayer Schuves, Secretário de Planejamento e Urbanismo; Adelino Denk, Secretário de Desenvolvimento e Turismo; Marcelo Huebl, Diretor de Meio Ambiente e Joberth krause, assessor de comunicação da prefeitura de São Bento do Sul.
Durante a reunião foram discutidos temas relativos à criação do Jardim Botânico de São Bento do Sul como: definição da personalidade jurídica para criação do jardim botânico, área do jardim botânico; plano de uso e ocupação; participação das instituições na constituição do jardim botânico, e demais itens para futuras discussões. 
O prefeito Magno Bollmann destacou o grande engajamento das instituições para a criação deste espaço no município: "é realmente impressionante o engajamento das instituições que aqui participaram da reunião. Todos demonstram interesse e vontade de tornar realidade este grande projeto que será desenvolvido dentro da área verde no parque tecnológico do bairro Centenário. Estamos felizes e motivados com os resultados desta primeira reunião. Hoje plantamos a primeira semente para a criação do Jardim Botânico de São Bento do Sul", disse o prefeito.
Todas as instituições reunidas se comprometeram com apoio para trabalhar na concretização deste projeto.
A Dra.Karin Esemeann Quadros, representante do Jardim Botânico da Univille resumiu muito bem o resultado da reunião: "vocês aqui em São Bento do Sul já tem meio caminho andado com o apoio de todos aqui reunidos", disse.
Alguns detalhes técnicos e jurídicos serão verificados nos próximos dias e o segundo encontro do grupo será realizado no início do mês de setembro.

Joberth Krause – MTB 4280SC
Assessoria de Imprensa
Prefeitura de São Bento do Sul