quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Prédio é revitalização com jardinagem

24/02/2011

Prédio é revitalização com jardinagem






O Departamento de Meio Ambiente de São Bento do Sul, em parceria com a secretaria de Obras, realizam ações de melhoria no entorno do prédio localizado no trevo do Mato Preto, na SC 301. Foram compradas mais de 70 mudas de diferentes espécies de cedros, além de buriti, moreia, bruxinho, entre outras que renovaram a fachada do prédio.

Num primeiro momento foram definidas as espécies adequadas para o paisagismo e a adequação do cronograma de trabalho com a secretaria de Obras que executou o serviço. “São Bento é reconhecida pelos belos jardins, é oportuno termos na entrada da cidade uma boa apresentação”, diz Marcelo Hübel, diretor de Meio Ambiente.

As espécies foram escolhidas por dois critérios: por serem perenes e portanto não exigirem esforço de manutenção, e por estarem associadas a arquitetura do prédio. “Os cedros sempre remetem a lembrança do clima europeu, e associados com a arquitetura do prédio, caracterizam uma visão harmoniosa, mas os buritis apropriadamente arranjados também retratam o clima tropical”, explica Marcelo Hübel.

Para a cobertura do solo foi priorizada uma planta rasteira e com flores amarelas que devem fechar o solo exposto. O plantio apresenta maior distanciamento entre os cedros prevendo o crescimento e ocupação do espaço futuro. A forma de distribuição das mudas segue um padrão de organização, mas sem definições de canteiros totalmente alinhados. “O jardim deve ser o reflexo de um ambiente natural, com estilo de desarranjos, mas com traços definidos” finaliza Marcelo.



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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Fundação O Boticário forma parceria com a Prefeitura

15/02/2011

Fundação O Boticário forma parceria com a Prefeitura


O Biólogo Carlos Kriech e o Tecnólogo em Gestão Ambiental Renato Atanazio, ambos da Fundação O Boticário de Preservação a Natureza, estiveram em São Bento do Sul para conhecer as perspectivas da Lei nº 2677, aprovada no final de 2010 que institui a “Política Municipal dos Serviços Ambientais, o Programa Municipal de Pagamento por Serviços Ambientais”.

A primeira aproximação com a Fundação ocorreu em 2010 quando o Presidente do Samae Geraldo Weiherman e o Diretor de Meio Ambiente Marcelo Hübel conheceram as premissas do Projeto Oásis desenvolvido no Paraná e São Paulo, que aplica o pagamento para os proprietários que desenvolvem ações de preservação, garantindo a conservação principalmente dos recursos hídricos. Além desta visita as experiências trazidas pelo Prefeito Magno Bollmann e Geraldo Weihermann da cidade de Munique na Alemanha sobre o Pagamento por Serviços Ambientais, e os estudos levantados pelo Diretor de Meio Ambiente Marcelo Hübel feitos por alguns meses, resultando na redação do programa: “Produtor de Água do Rio Vermelho” que valoriza num primeiro momento, 49 proprietários das margens do Rio Vermelho.

“Temos a motivação do Prefeito Magno Bollmann, visualizador da importância socioambiental do programa, que apresenta valoração ambiental num retorno de ganho de equilíbrio ecossistêmico preservando principalmente os recursos hídricos e com aplicabilidade sustentável dentro desta parcela da APA (Área de Proteção Ambiental)Rio Vermelho Humbold que sofre a construção do Plano de Manejo”, cita Marcelo Hübel.

Neste ano o programa vai gerar os primeiros pagamentos, que num primeiro momento garantirão o estabelecimento das ações de melhoria, continuando nos anos subsequentes, com valoração de ganhos ambientais. A Fundação o Boticário, apresenta uma equipe específica para atender o Projeto Oásis, e nos próximos dias somará a participação de um consultor que em conjunto formulará uma estrutura organizada em um manual específico, com critérios para aplicação do Pagamento de Serviços Ambientais.

São Bento do Sul se propôs em ser parte da aplicação prática do piloto na nova formatação do projeto proposto. “Temos uma metodologia muito parecida com o aplicado pela Fundação, vamos aplicar o Programa escrito pelo Departamento de Meio Ambiente e estaremos ampliando o programa, em acordo com os propósitos do Projeto Oásis, que participaremos intensivamente, num formato inovador, pensando sempre na melhoria contínua. Estaremos ampliando a valoração da área de influência”, relata Marcelo Hübel.

O Programa atual prevê não somente o plantio e manutenção de árvores nas margens do rio Vermelho, mas valoriza diferentes ações dentro da propriedade que são analisadas na forma de pontuação como forma positiva de ganho ou negativa com decréscimo de ganho com diferentes interpretações como: APP conservada; APP em recuperação; existência de benfeitorias em APP; animais domésticos circulam em APP para beber água; promove o turismo ecológico; é produtor local; faz adensamento em floresta secundaria; apresenta Reserva Legal em bom estado de conservação; apresenta conexão de RL e APP com vizinhos; faz agricultura orgânica e não utiliza defensivos em nenhuma prática agrícola; apresenta nascentes preservadas; possui sistema de tratamento de esgoto; faz controle de erosão; apresenta APP superior a 30m de rio e 50m de nascente; apresenta controle de espécies exóticas invasoras.




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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Cada são-bentense produz 476 gramas de lixo por dia

27/01/2011

Cada são-bentense produz 476 gramas de lixo por dia



No Brasil, são coletados 125.281 toneladas de lixo domiciliar por dia, conforme fonte do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que corresponde a média de 739 gramas por habitante. Em São Bento do Sul são gerados 1.072,25 toneladas por mês que para uma população de 75.047 corresponde a uma produção de 476 gramas por habitante dia.

Conforme explica o diretor de Meio Ambienta da Prefeitura de São Bento do Sul, os números do município podem ser considerados positivos. “Estamos abaixo da média nacional e no índice mais baixo para cidades com menos de 200.000 habitantes, devido as características do município, considerando a coleta seletiva e a compostagem nas residências”, informa o diretor.

Uma pesquisa feita recentemente pelos estudantes Andreas Franz Xaver Auburger e Jean Fabio Bianconcine com orientador da Univille, demonstraram o destino do material reciclável apresenta diferentes disposições finais, embora a grande parte da população destina para a reciclagem ou outro aproveitamento. Das questões direcionadas foi observado que 73,7% das pessoas apresentam alguma forma de separação enquanto 24,2% não separam e 2,1% não souberam responder, no entanto observa-se que não existe periodicidade semanal.

No levantamento dos estudos entre as questões apresentadas destacam proporções considerando um equilíbrio de proporções das pessoas que destinam os resíduos para a coleta seletiva semanalmente que chega até a Cooperativa; bem como as que separam para catadores informais e nestes não se enquadra a Cooperativa que não sai nas ruas pegar os resíduos, apenas quando são chamados para coletas de maiores volumes e apanham com o caminhão.

Outras pessoas ainda encaminham para escolas ou entregam diretamente na Cooperativa de Catadores e uma parte destina de forma diferente como reaproveitamento de embalagens, artesanato, entre outros. Ainda devem ser consideradas as saídas de material reciclável pela SBS Sucatas; Sucatas São Bento e Comércio de Transportes Moser, Associações de Reciclagem como a Arecicla e a do Loteamento Wilfredo Weiherman. “As empresas também destinam uma proporção considerável para reciclagem”, conta Marcelo.

Toda coleta seletiva do município vai para a Cooperativa, com um custo absorvido pela Prefeitura de R$ 11.000,00 por mês. “É uma das ajudas que a Prefeitura oferece para fortalecer a Cooperativa”, diz o diretor de Meio Ambiente. Parte do material é vendido em São Bento do Sul, pelas empresas que somam maiores volumes para encaminhamento para um comprador final, mas o resíduo também segue diretamente para cidades vizinhas sem atravessadores. Neste sentido, a Cooperativa de Catadores apresenta galpão, esteira, prensa, balança e caminhão conseguindo um material de melhor qualidade e com possibilidade de entrega.

Em poucos meses será concluída uma unidade industrial que deve absorver todo papelão recolhido em São Bento do Sul e região. A pesquisa revela que além do material reciclável, 71,9% da população separa o resíduo orgânico e disponibiliza para aproveitamento no quintal da casa. Estes valores somados a coleta seletiva demonstram porque São Bento do Sul apresenta baixa proporção de lixo per capita. “Mas independente da pesquisa, aceitamos que periodicamente apenas a metade da cidade contribui efetivamente para a coleta seletiva. Podemos melhorar e chegar a reciclar todo material. O ideal é diminuirmos o uso do aterro e até zerar o envio de materiais, mas é um trabalho de conscientização e de projetos que são conquistado gradativamente e não são resolvidos da noite para o dia. É fato que estamos melhor que muitas cidades do Brasil, que sequer apresentam a coleta seletiva ou até mesmo um aterro controlado”, fala Marcelo Hübel, Diretor de Meio Ambiente.
Melhorias
O Samae prepara para 2011 uma equipe para gestão dos resíduos que deve atender todas as demandas de planejamento e adequação com ações de melhoria. O Decreto 580 de 17/01/2011, assinado pelo Prefeito Magno Bollmann, designa uma comissão especial de análise e estudos da movimentação do aterro, que entre as atribuições devem propor a redução de volume do aterro; avaliação da qualidade dos resíduos em relação aos índices; garantir a segurança integridade da gestão; analisar os impactos ambientais; acompanhamento técnico; observar o controle ambiental e operacional.

No ano que passou a Prefeitura desenvolveu diferentes parcerias com a Cooperativa de Catadores de Material Reciclável do Bairro Brasília, entre as quais:

1 - implantação da coleta de óleo vegetal;
2 - incentivo para gestão administrativa com influência para a legalização dos direitos trabalhistas;
3 - aproximação com acadêmicos da UNOPAR que desenvolveram e aplicaram técnicas de trabalho de produtividade e propostas de melhoria;
4 - participação no São Bento Sempre Limpa com recebimento do material arrecadado.
5 – destinação da coleta seletiva para o galpão da Cooperativa com um custo de R$ 11.000,00 por mês.
6 – participação em projetos pilotos para desenvolvimento de programas futuros.


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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Moradores serão remunerados por preservação

19/01/2011

Moradores serão remunerados por preservação



Em breve, os moradores das margens do Rio Vermelho, em São Bento do Sul, serão pagos para preservarem o manancial que abastece o município. Isso será possível graças a lei de número 2677, aprovada no final de 2010, e que instituiu a “Política Municipal dos Serviços Ambientais”. Através dela, os moradores serão beneficiados através do chamado PSA, que é o Pagamento por Serviços Ambientais. Agora, falta apenas a regulamentação da lei para que os primeiros pagamentos sejam feitos.

O diretor de Meio Ambiente da Prefeitura de São Bento do Sul, Marcelo Hübel, explica que o crescimento das demandas de utilização dos recursos naturais vem causando diferentes tipos de impactos e danos ao meio ambiente. “Uma forma de melhorar as áreas degradadas e garantir a manutenção do ecossistema foi o desenvolvimento de PSA”, conta.

Marcelo revela que basicamente o projeto é direcionado para a necessidade de manutenção e garantia de fornecimento de água e visa a recuperação de áreas degradadas. “Devemos priorizar um equilíbrio ecossistêmico e com isso elaboramos um programa específico para num conjunto de ações conseguirmos proteger o manancial de água que abastece São Bento do Sul”, reforça o diretor.

A lei apresenta abrangência para diferentes atribuições prevendo a garantia do abastecimento de água; diminuição de processos erosivos; recuperação de áreas de bacia com maior impacto provocado por desmatamento; manutenção da biodiversidade, entre outros. “O programa vai abranger os moradores das margens do rio Vermelho, que estarão aderido a diversas melhorias na propriedade para alcançarem pontuações que representarão um valor pago. O valor máximo já previsto em lei é de 122,5 UFM (Unidade Fiscal do Município) que será pago por hectare de APP preservado as margens do rio Vermelho”, detalha. Uma UFM equivale a cerca de R$ 2,57 e apresenta variações mensais, garantindo a atualização de valores.

O Programa de Pagamento por Serviços Ambientais - PSA, deve contemplar todos os proprietários que apresentam áreas em parte da Bacia Rio Vermelho inseridos na Área de Proteção Ambiental (APA) Rio Vermelho/Humbold, correspondendo especificamente ao Rio Vermelho, do ponto de captação de água do município de São Bento do Sul até a divisa com o Município de Campo Alegre. Para fins de preservação e conservação da cobertura de vegetação nativa e que atenda a preservação de até 30 metros de conservação da margem de rio. Serão considerados os pagamentos por hectare de área conservada ou em fase comprovada de recuperação da mata ciliar, bem como de adoção comprovada por vistoria de práticas ecoeficientes que melhoram o desempenho ambiental da propriedade.

Nestes ganhos estão previstos a constatação de diferentes situações que serão pontuadas como a observação de: fossa e filtro ou tratamento com zona de raízes, produção orgânica, uso ou não de defensivos agrícolas; preservação de nascentes e afluentes que drenam para o Rio Vermelho; contenção de erosão, formação de corredores biológicos; cuidados especiais com a reserva legal entre outros. “A lei foi aprovada, agora com a definição do programa, será possível regulamentar a lei, começando por rio Vermelho”, finaliza Marcelo Hübel.


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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Rio Banhados recebe atenção especial

04/01/2011

Rio Banhados recebe atenção especial


O Consórcio Ambiental Quiriri e o Departamento de Meio Ambiente da Prefeitura de São Bento do Sul, somam parcerias para sensibilizar os moradores dos bairros Rio Vermelho e Serra Alta para a preservação das cabeceiras do Rio Banhados, que contribui para o abastecimento de água da cidade de Rio Negrinho. Duas placas foram colocadas de forma estratégica, uma na Rua Mathias Nossol esquina com Estrada Saraiva e outra na Rua Emílio Engel, ambas demonstram a localização da bacia, que chega no Rio Negro, Rio Iguaçu, passando portanto pelas Cataratas do  Iguaçu, e a bacia do Prata. O painel das placas equivalem ao tamanho de três metros por dois metros com o texto: “Preservar a Água Aqui é Garantir a Sustentabilidade Para Todos”, demostrando um fundo com uma foto do Rio Banhados e dois mapas de localização, mostrando São Bento do Sul e os municípios do Consórcio e em outra apresentação o Estado do Paraná e Santa Catarina, demostrando o trajeto que a água percorre até chegar na Argentina.

Diversas ações são desenvolvidas para melhorar a qualidade da água do Rio Banhados, é um dos rios da cidade que merecem maior atenção. Estamos em um divisor de água, e com as primeiras cabeceiras que passam por muitas cidades. É nosso dever preservar este rio principalmente pela necessidade de abastecimento de Rio Negrinho.” Marcelo Hübel Diretor de Meio Ambiente. Entre as ações apontadas está a revitalização das margens do Rio Banhados. Considerando aspectos sociais e ambientais. As 106 famílias da Vila Schwartz correspondente a 310 pessoas que passam por um momento de adequação do planejamento urbano. Destas famílias pelo menos 83 são motivadas em serem reassentadas em locais apropriados, saindo da área de risco das margens do rio para conjuntos habitacionais devidamente estruturados e planejados com infraestrutura apropriada para uma vida digna. Contudo serão recuperados cerca de 9000m² ou 0,90ha de área de APP (Área de Preservação Permanente) com plantio de mudas nativas e técnicas de nucleação com transposição de solo, transposição de chuva de sementes, transposição de galharia.
Outra ação desenvolvida no local é o S.O.S Rio Limpo, que teve a primeira edição com participação da Polícia Militar Ambiental de Joinville, após foram feitas outros dois eventos o mesmo rio e outras três edições em diferentes rios do município, mas está marcada uma próxima etapa do S.O.S Rio Limpo no rio Banhados para fevereiro de 2011. Na ação organizada pelo Departamento de Meio Ambiente constam a participação de diferentes secretarias autarquia e departamentos que garantem a continuidade do programa (SAMAE, Secretaria de Obras;  Secretaria de Administração; Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente; Transresíduos e Defesa Civil). Duas equipes são divididas sendo uma dentro do rio e outra nas margens. A equipe do rio retira diferentes materiais do fundo e encostas da água, passando para dentro do barco curiosos objetos como: restos de geladeira, pneu, telas, latas, garrafas, colchão, vaso sanitário, poltronas entre outros. A equipe que anda por terra envolve os moradores na sensibilização do problema, resgatando vigilantes e monitores ambientais para não ocorrerem atos de poluição.
São distribuídos folders informativos e a recomendação da construção de fossa séptica e filtro, com solicitação de encaminhar o resíduo de forma correta para ter o destino final em aterro sanitário ou para reciclagem. Com estas ações são pretendidos ganhos ambientais e sociais, pois diminui o risco de enchentes, diminui a poluição da água, se reduz a contaminação por agentes parasitários e melhora a condição de ecossistema do rio e habitat da fauna e flora aquática.
O tratamento do esgoto em Serra Alta é outro avanço da melhoria da qualidade de vida local e preservação das características naturais do Rio Banhados. Após as obras serem concluída serão atendidas mais de oito mil moradores com investimentos de R$ 3.768.108,26. O Consórcio Ambiental Quiriri também mantem o monitoramento do rio, com o projeto PIA (Programa Intermunicipal da Água) que por definição procura estabelecer a busca contínua pela melhorar qualidade da água com a manutenção das água superficiais, com diagnóstico das características físicas e educação ambiental e sanitária. No momento existe 19 pontos fixos de coleta e monitoramento. Destes pelo menos dois pontos são de referência para o Rio Banhados.
O banco de dados criado desde 2000 demostra entre diferentes interpretações em forma de diferentes gráficos que devido as características de meandros do rio a matéria orgânica gerada em Serra Alta, é deteriorada e incorporada ao meio, sem danos após um percurso maior do rio.  “O somatório de diferentes atividade, monitoramento e projetos demostram a melhoria da qualidade da água e da reação social frente a necessidade de preservação. Na próxima etapa do S.O.S Rio Limpo teremos a presença dos estudantes da Escola Frederico Fendrich, com integrantes do Parlamento Jovem. Este evolvimento da comunidade é de fundamental importância, pois está dentro doque estabelece um dos principais propósitos do programa” finalizou Hübel.


Prefeitura de São Bento do Sul – Alessandro Machado–MTB/SC 02992-JD
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Separar o lixo reciclável é hábito em São Bento do Sul

09/12/2010

Separar o lixo reciclável é hábito em São Bento do Sul


Hoje em dia o ato de separar os materiais recicláveis já virou rotina para muitos moradores de São Bento do Sul. Com duas Cooperativas de Catadores, sendo uma no bairro Brasília e outra no Cruzeiro, mais o Programa Associação de Reciclagem no Bairro, que acontece em Lençol e Rio Natal, empresas privadas de reciclagem e intensas campanhas de conscientização promovidas pela Prefeitura, São Bento do Sul recicla cerca de 800 toneladas de lixo por mês.
Conforme Antonio Schwirkowski, responsável pela coleta seletiva da Transresíduos, empresa que faz a coleta de resíduos no município, mensalmente mil toneladas de lixo são despachadas diretamente para o aterro sanitário localizado no bairro Rio Vermelho. A empresa ainda faz a coleta seletiva (somente de materiais recicláveis) de 20 a 25 toneladas no mês. Esse material é encaminhado para as Cooperativas de Catadores, que também realizam coletas e recebem os resíduos na sede.
A reciclagem favorece o meio ambiente, gera renda, gera economia aos cofres públicos, além de  muitos outros benefícios. “É muito fácil reciclar, basta separar os matérias como vidro, plástico, papel, papelão dos demais lixos e deixar em frente da residência no dia da coleta seletiva. Um simples ato que trará benefícios para toda a sociedade”, explica o diretor de Meio Ambiente Marcelo Hubel, que reforça a necessidade e importância da participação e colaboração de toda a comunidade na separação do lixo residencial. “Já são muitas pessoas que têm essa consciência, mas por outro lado, ainda é grande a quantidade de lixo que poderia ser reciclado e acaba parando no aterro”, lembra.
A coleta seletiva acontece em dias alternados à coleta de lixo comum, e atende a todos os bairros conforme programação. Nas duas modalidades de coleta os caminhões fazem o mesmo percurso para atender todas as residências. Maiores informações sobre o itinerário do caminhão de coleta seletiva podem ser obtidas no telefone 3626-3273 (departamento de Meio Ambiente) ou 3634-0754 (Transresíduos).
Saiba quais são os materiais recicláveis
Plástico – embalagens plásticas, garrafas pet, canos de PVC, potes de creme e de xampu, potes de margarina e de outros alimentos, baldes, bacias, brinquedos, sacos e sacolas.
Metais – latinhas de refrigerante, de cerveja e de enlatados, arames, pregos e parafusos, tampas, fios alumínio, cobre, ferro-velho, sucatas metálicas.
Papéis – jornais, revistas, listas telefônicas, folhetos, folhas de rascunho, papéis de embrulho e caixa de papelão.
Vidros – todo tipo de garrafas, garrafões, potes e jarros, vidros de conserva e de maionese, frascos de perfume e de produto de limpeza.
Óleo de cozinha - também pode ser entregue na coleta seletiva, pois o mesmo passa pelo processo de filtragem e é reutilizado como combustível no caminhão da cooperativa e alguns veículos oficiais.

Cronograma da Coleta Seletiva
Segunda-feira – Centro, Rio Vermelho Povoado, Rio Vermelho Estação (até a Escola Alfredo Diener)
Terça-feira – Cruzeiro, Oxford, Boehmerwald, Alpino, Lençol (até a Rua Castelo Branco)
Quarta-feira – Progresso, Centenário, Brasília, Bela Aliança, Mato Preto e Dona Francisca
Quinta-feira – Colonial, 25 de Julho, Schramm
Sexta-feira – Serra Alta

Programas de conscientização
A Prefeitura propõe ainda diversas ações que visam a conscientização e orientação sobre a preservação e cuidados com o meio ambiente. Nesses estão inclusos os programas Econsciência, Trilha Ecológica, Programa Ecoatitude, SOS Rio Limpo, São Bento Sempre Limpa, Recolhimento de Resíduos Eletrônicos, Palestras e demais atividades em datas comemorativas.

Prefeitura de São Bento do Sul – Luciane Nagorski–MTB/SC 3902-JP
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Separar o lixo reciclável é hábito em São Bento do Sul

09/12/2010

Separar o lixo reciclável é hábito em São Bento do Sul


Hoje em dia o ato de separar os materiais recicláveis já virou rotina para muitos moradores de São Bento do Sul. Com duas Cooperativas de Catadores, sendo uma no bairro Brasília e outra no Cruzeiro, mais o Programa Associação de Reciclagem no Bairro, que acontece em Lençol e Rio Natal, empresas privadas de reciclagem e intensas campanhas de conscientização promovidas pela Prefeitura, São Bento do Sul recicla cerca de 800 toneladas de lixo por mês.
Conforme Antonio Schwirkowski, responsável pela coleta seletiva da Transresíduos, empresa que faz a coleta de resíduos no município, mensalmente mil toneladas de lixo são despachadas diretamente para o aterro sanitário localizado no bairro Rio Vermelho. A empresa ainda faz a coleta seletiva (somente de materiais recicláveis) de 20 a 25 toneladas no mês. Esse material é encaminhado para as Cooperativas de Catadores, que também realizam coletas e recebem os resíduos na sede.
A reciclagem favorece o meio ambiente, gera renda, gera economia aos cofres públicos, além de  muitos outros benefícios. “É muito fácil reciclar, basta separar os matérias como vidro, plástico, papel, papelão dos demais lixos e deixar em frente da residência no dia da coleta seletiva. Um simples ato que trará benefícios para toda a sociedade”, explica o diretor de Meio Ambiente Marcelo Hubel, que reforça a necessidade e importância da participação e colaboração de toda a comunidade na separação do lixo residencial. “Já são muitas pessoas que têm essa consciência, mas por outro lado, ainda é grande a quantidade de lixo que poderia ser reciclado e acaba parando no aterro”, lembra.
A coleta seletiva acontece em dias alternados à coleta de lixo comum, e atende a todos os bairros conforme programação. Nas duas modalidades de coleta os caminhões fazem o mesmo percurso para atender todas as residências. Maiores informações sobre o itinerário do caminhão de coleta seletiva podem ser obtidas no telefone 3626-3273 (departamento de Meio Ambiente) ou 3634-0754 (Transresíduos).
Saiba quais são os materiais recicláveis
Plástico – embalagens plásticas, garrafas pet, canos de PVC, potes de creme e de xampu, potes de margarina e de outros alimentos, baldes, bacias, brinquedos, sacos e sacolas.
Metais – latinhas de refrigerante, de cerveja e de enlatados, arames, pregos e parafusos, tampas, fios alumínio, cobre, ferro-velho, sucatas metálicas.
Papéis – jornais, revistas, listas telefônicas, folhetos, folhas de rascunho, papéis de embrulho e caixa de papelão.
Vidros – todo tipo de garrafas, garrafões, potes e jarros, vidros de conserva e de maionese, frascos de perfume e de produto de limpeza.
Óleo de cozinha - também pode ser entregue na coleta seletiva, pois o mesmo passa pelo processo de filtragem e é reutilizado como combustível no caminhão da cooperativa e alguns veículos oficiais.

Cronograma da Coleta Seletiva
Segunda-feira – Centro, Rio Vermelho Povoado, Rio Vermelho Estação (até a Escola Alfredo Diener)
Terça-feira – Cruzeiro, Oxford, Boehmerwald, Alpino, Lençol (até a Rua Castelo Branco)
Quarta-feira – Progresso, Centenário, Brasília, Bela Aliança, Mato Preto e Dona Francisca
Quinta-feira – Colonial, 25 de Julho, Schramm
Sexta-feira – Serra Alta

Programas de conscientização
A Prefeitura propõe ainda diversas ações que visam a conscientização e orientação sobre a preservação e cuidados com o meio ambiente. Nesses estão inclusos os programas Econsciência, Trilha Ecológica, Programa Ecoatitude, SOS Rio Limpo, São Bento Sempre Limpa, Recolhimento de Resíduos Eletrônicos, Palestras e demais atividades em datas comemorativas.

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Programa de coleta do óleo de cozinha é referência

06/12/2010

Programa de coleta do óleo de cozinha é referência





O projeto de coleta do óleo vegetal, de iniciativa da Prefeitura de São Bento do Sul em parceria com  a Cooperativa de Catadores e Consórcio Quiriri, tem expandido gradativamente no município, e com o apoio dos meios de comunicação é divulgado e reconhecido em demais cidades. Dessa forma outros municípios se conscientizam da importância do recolhimento e procuram entender os processos de funcionalidade da coleta.

Na última semana o departamento de Meio Ambiente recebeu o Secretário de Meio Ambiente Leandro Rech e o Engenheiro Ambiental Everton Moreira, da cidade de Guaramirim. Eles  receberam informações pertinentes a construção do projeto, licenciamento, etapas de implantação e resultados alcançados.

Atualmente 47 unidades escolares fazem o recolhimento do óleo vegetal, sendo então coletado pela Cooperativa de Catadores de Material Reciclável do bairro Brasília. Os moradores de São Bento do Sul, também armazenam o óleo em garrafas pet, disponibilizando na coleta seletiva, que chega até o galpão da Cooperativa, onde passa pela esteira de triagem. A parceria do programa envolve diferentes secretarias do município e também conta com a participação da iniciativa privada. Recentemente a Unimed aprovou a disponibilidade de estrutura para fazer pontos de coleta, que estarão distribuídos em locais estratégicos de maior aglomeração ou circulação de pessoas.

O óleo após beneficiado é utilizado como biocombustível, sendo um aproveitamento eficiente por não contaminar tanto quanto os combustíveis fósseis, e é o destino final adequando pois não está propenso a contaminação do solo e da água. O aproveitamento do óleo também favorece economicamente, pois um litro de óleo vegetal equivale a um litro de diesel, e o motor apresenta o mesmo rendimento.

Atualmente o biocombustível está sendo usado pela Secretaria de Obras e Cooperativa, que adiciona no diesel de 5% a 35% de óleo de cozinha. “Não inventamos nada novo, pois quando o Engenheiro alemão Rudolf Christian Karl Diesel inventou o motor a diesel, projetou visualizando a utilização de óleos vegetais. Nós apenas adequamos um problema para a solução já desenhada no passado”, relata Marcelo Hübel, Diretor de Meio Ambiente.

O projeto desenvolvido por intermédio do Consórcio Ambiental Quiriri, iniciou as atividades em São Bento do Sul pelo Departamento de Meio Ambiente, mas nos próximos dias Mauro Fernandes Bácsfalusi estará envolvendo a participação de outros municípios na integração do programa.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Meio ambiente como tema de palestra

24/11/2010

Meio ambiente como tema de palestra



O Departamento de Meio Ambiente da Prefeitura de São Bento do Sul, através de seu diretor Marcelo Hübel, proferiu palestras para a Pós-Graduação em Gestão Ambiental do IPGEX nas dependências do Colégio Cenecista São José, em Rio Negrinho, à convite da Professora Mariana Schuchovski. Na mesma semana também foi realizada palestra no Colégio Bom Jesus São José em São Bento do Sul a convite da Professora Rose Maria Tascheck.

As palestras foram direcionadas para as questões atuais sobre meio ambiente, na valorização da visão do empresariado que atua de forma socialmente justa ambientalmente correta e economicamente viável. Na ocasião foram demonstradas as evoluções de pensamento e atitude que iniciaram de forma mais representativa na década de 80, mas no Brasil a sensibilização foi mais marcante na ECO 92, Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, evento mundial que ocorreu na cidade de Rio de Janeiro.

Nesta mesma década uma empresa madeireira do Planalto Norte Catarinense, conquista a primeira certificação ISO 14.001 do estado. Neste contexto ainda foi valorizada a participação do poder público com políticas adequadas de melhoria socioambiental e citados os projetos do Departamento de Meio Ambiente.

Na mesma semana, além das palestras ocorreu uma visita no aterro sanitário da turma do Professor José Paulo Meyer com a turma de graduação, Tecnólogo Químico. A visita foi realizada com proposição de compreensão do funcionamento do aterro relacionado com os conceitos passados em sala de aula.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

São Bento Sempre Limpa recolhe 30,5 toneladas de recicláveis

22/11/2010

São Bento Sempre Limpa recolhe 30,5 toneladas de recicláveis



Encerrou neste sábado, dia 20, a edição 2010 do programa “São Bento Sempre Limpa” com a coleta nos bairros 25 de Julho e Schramm. Em sete etapas realizadas foram recolhidas 30,5 toneladas de materiais recicláveis. Numa promoção da Prefeitura, o programa é executado pela Defesa Civil e departamento de Meio Ambiente, com o apoio da Secretaria de Obras, Emhab, Samae e em parceria com a Cooperativa de Catadores, que faz a separação dos materiais.

Segundo o diretor da Defesa Civil, Aluísio Moreira, a edição 2010 conseguiu atender todos os bairros. “Foi um ano perfeito e como sempre o programa teve grande apoio da comunidade”, comenta. Aluísio considera que o total de resíduos recolhidos é um número bastante alto e que campanhas para separação do lixo devem ser intensificadas. “Conseguimos evitar que 30,5 toneladas de lixo ficassem expostas agredindo o meio ambiente e no caso de uma tempestade evitamos que esse lixo fosse parar em bueiros e rios, entre outros problemas que o acumulo de materiais proporciona”.

Daniel Batista Fragoso, 48 anos, aproveitou o “São Bento Sempre Limpa” para fazer uma faxina nas caixas e entulhos que deixou guardadas por alguns anos em sua residência. “Uma cadeira estraga a gente guarda e pensa que depois vai consertar, mas esse dia nunca chega e é mais fácil renovar do que arrumar os antigos objetos”. Ele conta que costuma colocar em caixas os materiais que não vai mais utilizar para facilitar na hora da coleta e geralmente esses materiais são entregues quando acontece a programação no bairro, ou quando o caminhão da coleta seletiva passa pelo bairro.

A edição de 2011 inicia no mês de março quando serão definidos os bairros atendidos. “Nosso principal objetivo é criar o hábito da separação do lixo reciclável, novas leis exigem que nenhum material que possa ser reutilizado vá parar no aterro e para isso é preciso que a separação seja feita em casa, e o mais importante é que esse lixo tenha o destino correto”, completa Moreira.

Parceiros

Organizadores e voluntários do programa “São Bento Sempre Limpa” agradecem os parceiros que patrocinaram a alimentação durante a realização das sete etapas de 2010. Na última etapa a parceria foi com as empresas; Indústria de Móveis Seiva, Móveis Imperial e Autobox Centro Automotivo, e o atendimento foi prestado pelo Restaurante Búfalo Branco.


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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Recuperação das margens do rio Vermelho garantem qualidade da água

11/11/2010

Recuperação das margens do rio Vermelho garantem qualidade da água



A recuperação das margens do rio Vermelho, manancial que abastece São Bento do Sul, está em fase final de execução. A empresa J Sul Ligner de Blumenau desenvolveu as ações de proteção da APP (Área de Proteção Permanente) com construção de cercas quando necessário, plantio de mudas e técnicas de nucleação. O procedimento de trabalho segue conforme projeto aprovado pela Fatma.

A cerca com palanque de eucalipto apresenta quatro fios de arame liso ou farpado e balancins, mas a cerca é construída somente quando necessário, para evitar a entrada do gado ou cavalos na área em recuperação, devendo durar o suficiente para o crescimento das mudas. O plantio de mudas é feito com espécies nativas que ocorrem no Planalto Norte Catarinense da floresta de araucária.

Já as técnicas de nucleação garantem a regeneração de espécies do próprio local com transposição de solo de áreas com vegetação formada, transferindo o banco de sementes e garantindo uma variabilidade genética melhor que as próprias mudas provindas de viveiros da região.

No decorrer das atividades algum proprietários preferiram ficar apenas com o material para fazerem a recuperação da área por conta própria. Casas, galpões e outras obras de benfeitoria que ocupam a área de APP, não tiveram interferência, mas todas as áreas possíveis de plantio foram observadas e o proprietário recebeu a orientação da necessidade de recuperação. O trecho de recuperação compreende o ponto de captação de água do município de São Bento do Sul até a divisa com Campo Alegre, no rio que é o manancial de água, que abastece os moradores de São Bento do Sul.

Recentemente, a comunidade influenciada pelo projeto teve a terceira etapa de educação ambiental, em forma de palestra no recanto do Noti com o engenheiro florestal James Peixer e o técnico agropecuário Julio Jaime Pereira. A recuperação da área é necessária e de atendimento de um TAC do Ministério Público, mas de forma independente e além das obrigações, o município está sensibilizado com a ação e vai implantar o PSA (Pagamento por Serviços Ambientais) beneficiando as pessoas comprometidas com a preservação da mata ciliar ou pela recuperação desta.

O pagamento será anual e baseado em proporção a unidades fiscais do município. “Iniciamos com uma atividade que nos foi imposta, mas finalizaremos com o PSA que será um reconhecimento perpétuo para estes moradores e um benefício para a sociedade, pois garantiremos a água para o município”, diz Marcelo Hübel, Diretor de Meio Ambiente.

Recuperação das margens do rio Vermelho garantem qualidade da água

11/11/2010

Recuperação das margens do rio Vermelho garantem qualidade da água



A recuperação das margens do rio Vermelho, manancial que abastece São Bento do Sul, está em fase final de execução. A empresa J Sul Ligner de Blumenau desenvolveu as ações de proteção da APP (Área de Proteção Permanente) com construção de cercas quando necessário, plantio de mudas e técnicas de nucleação. O procedimento de trabalho segue conforme projeto aprovado pela Fatma.

A cerca com palanque de eucalipto apresenta quatro fios de arame liso ou farpado e balancins, mas a cerca é construída somente quando necessário, para evitar a entrada do gado ou cavalos na área em recuperação, devendo durar o suficiente para o crescimento das mudas. O plantio de mudas é feito com espécies nativas que ocorrem no Planalto Norte Catarinense da floresta de araucária.

Já as técnicas de nucleação garantem a regeneração de espécies do próprio local com transposição de solo de áreas com vegetação formada, transferindo o banco de sementes e garantindo uma variabilidade genética melhor que as próprias mudas provindas de viveiros da região.

No decorrer das atividades algum proprietários preferiram ficar apenas com o material para fazerem a recuperação da área por conta própria. Casas, galpões e outras obras de benfeitoria que ocupam a área de APP, não tiveram interferência, mas todas as áreas possíveis de plantio foram observadas e o proprietário recebeu a orientação da necessidade de recuperação. O trecho de recuperação compreende o ponto de captação de água do município de São Bento do Sul até a divisa com Campo Alegre, no rio que é o manancial de água, que abastece os moradores de São Bento do Sul.

Recentemente, a comunidade influenciada pelo projeto teve a terceira etapa de educação ambiental, em forma de palestra no recanto do Noti com o engenheiro florestal James Peixer e o técnico agropecuário Julio Jaime Pereira. A recuperação da área é necessária e de atendimento de um TAC do Ministério Público, mas de forma independente e além das obrigações, o município está sensibilizado com a ação e vai implantar o PSA (Pagamento por Serviços Ambientais) beneficiando as pessoas comprometidas com a preservação da mata ciliar ou pela recuperação desta.

O pagamento será anual e baseado em proporção a unidades fiscais do município. “Iniciamos com uma atividade que nos foi imposta, mas finalizaremos com o PSA que será um reconhecimento perpétuo para estes moradores e um benefício para a sociedade, pois garantiremos a água para o município”, diz Marcelo Hübel, Diretor de Meio Ambiente.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Departamento de Meio Ambiente em novo endereço

04/11/2010

Departamento de Meio Ambiente em novo endereço


O Departamento de Meio Ambiente está em novo endereço, atendendo no prédio localizado no trevo do Bairro Mato Preto, local antes ocupado pelo Departamento de Turismo. Dessa forma os novos números de telefone são 3635-6084; 3626-7187 e 3626-3273.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Prefeitura fará desassoreamento de rios

25/10/2010

Prefeitura fará desassoreamento de rios


A Prefeitura de São Bento do Sul, através do Departamento de Meio Ambiente, recebeu a aprovação do órgão ambiental Fatma, com três Licenças Ambientais de Instalação para a atividade de desassoreamento.

As licenças permitem a limpeza de um afluente do rio São Bento nas proximidades da rua José Cordeiro, no bairro Schramm; córrego sem dominação localizado nas proximidades da rua Francisco Beckert, no Bairro Rio Negro; e afluente sem dominação, que drena para o rio Banhados, localizado nas proximidades da Avenida Serra Alta no Bairro Serra Alta. “As atividades de desassoreamento são conquistadas mediante estudo ambiental simplificado, envolvendo pelo menos três profissionais que analisam as características da atividade, do ambiente e os impactos. A licença autoriza a atividade com condições dos aspectos florestais, controle e programas ambientais, medidas mitigatórias e compensatórias”, explica o diretor de Meio Ambiente, Marcelo Hübel.

Os cuidados com as atividades de desassoreamento são acompanhados por profissionais habilitados para a função. “A Prefeitura trabalha em suas ações com responsabilidade ambiental, e em acordo com a legislação ambiental”, descreve Hübel. Com estas licenças, somadas as anteriores, o município está cobrindo os principais casos de enchentes causados pelo acúmulo de terra no leito do rio, e com a canaleta mais profunda também favorece a própria manutenção da funcionalidade do rio, mantendo as características biológicas.

Na semana passada o tema sobre desassoreamento ainda foi discutido na Escola Frederico Fendrich a convite da diretora Eliane Josete Bueno Greinert. A palestra do Departamento de Meio Ambiente teve propósito de complementar os estudos dos estudantes que nos dia 3 e 4 de novembro estarão em Florianópolis participando do Programa Parlamento Jovem, com a representação de cinco deputados eleitos pela escola e sete assessores, professores e coordenadores.

Na palestra foram apresentadas as ações desenvolvidas pelo município para amenizar o desassoreamento e problemas com a enchente. Como os programa S.O.S Rio Limpo, São Bento Sempre Limpa, Recuperação de APP (Área de Preservação Permanente) Projeto de Lei de PSA (Pagamento por Serviços Ambientais) e todo processo para conquistar o licenciamento para desassoreamento de rios. Com todas as etapas de importância ambiental e atenção aos impactos gerados.


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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Plano de Manejo e APA de São Bento do Sul já são referências

22/10/2010

Plano de Manejo e APA de São Bento do Sul já são referências


Antes do início das atividades da APA (Área de Proteção Ambiental) Rio Vermelho, o Prefeito  Magno Bollmann e o Prefeito de Campo Alegre, Vilmar Grosskopf, conversaram da importância do estudo e definição do futuro das unidades de conservação, visto os interesses pelas semelhanças e conectividade com a APA Alto Rio Turvo.

Contudo nesta semana, o Prefeito de Campo Alegre, entusiasta pelo Consórcio Ambiental Quiriri, esteve reunido com o diretor de Meio Ambiente de São Bento do Sul, Marcelo Hübel, e o secretário de Saneamento Ambiental de Campo Alegre, Artur Fernando Bastos, para compreensão das ações desenvolvidas nos estudos da Unidade de Conservação em São Bento do Sul.

Em sua visão de planejamento socioambiental, Vilmar, entende que a APA (Área de Proteção Ambiental) do Alto Rio Turvo, de Campo Alegre, deve passar pelo Plano de Manejo. A APA do Alto Rio Turvo apresenta uma área de 7.000ha criada pela Lei Municipal 2.347 de 18/08/98. Para Campo Alegre o maior benefício da regularização é garantir o abastecimento de água do município, além disso são desenvolvidas diferentes atividades econômicas que seguem por anos de acompanhamento, como as minas de caulim, que algumas mineradoras exploram para a fabricação de louças.

Esta mesma característica econômica também é observada na APA Rio Vermelho/Humbold. Muitas particularidades são semelhantes entre as duas APA's devendo ser compatíveis de interesses e resultados para as duas unidades, tanto em características físicas como biológicas.

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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Etapa do São Bento Sempre Limpa recolhe 5,5 toneladas de reciclável

20/10/2010

Etapa do São Bento Sempre Limpa recolhe 5,5 toneladas de reciclável


Sucesso absoluto em mais uma etapa do Programa "São Bento Sempre Limpa" que ocorreu no último sábado, dia 16. Foram recolhidos 5,5 toneladas de materiais diversos, tais como: geladeira, televisores, fogões, colchões, forno de microondas etc.

Segundo Aluisio Moreira, diretor da Defesa Civil, com a conscientização realizadas pelo departamento, seja na imprensa, seja nas escolas, o volume de materiais está diminuindo. No ano passado, nestes mesmos bairros foram retirados 6 toneladas.

O programa foi realizado nos bairros: Lençol, Vila Pilz, Sertãozinho e Serra Alta. “Gostaríamos de agradecer aos tradicionais parceiros: Samae, Secretaria de Obras, departamento de Meio Ambiente, Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de São Bento do Sul. Também agradecer os responsáveis pela alimentação dos colaboradores: Fiação São Bento, Supermercado Rubens de Serra Alta, RCA - Materiais Elétricos, Transportadora Rápido Sunorte”, acrescenta Aluisio.

A próxima e última etapa do ano será nos bairros 25 de Julho e Schramm com data prevista para 20 de novembro.



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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Encerrada primeira fase de campo do Plano de Manejo

18/10/2010

Encerrada primeira fase de campo do Plano de Manejo

da APA (Área de Proteção Ambiental) Rio Vermelho/Humbold, na fase de campo, a empresa Ecossistema concentrou a equipe no CEPA – Rugendas (Centro de Estudos e Pesquisas Ambientais) localizado em Rio Natal. Na abrangência da APA foram marcados 10 pontos de referência para amostra do diagnóstico ecológico. Além das analises das características da fauna e flora e do meio físico ainda forma consideradas analises de interpretação de possíveis situações que podem ser encontradas na avaliação ecológica rápida com direcionamento para algumas possíveis ocorrências.

Nas observações do uso da terra no interior da UC (Unidade de Conservação) foram consideradas a avaliação da proteção à biodiversidade, silvicultura, mineração, pesca, ocupação humana, caça, agricultura, pastagem/criação de gado, extrativismo, entre outros. Em relação a Evidências de ameaças no interior da UC foram considerados na avaliação: a perda de habitats, perda de espécies, presença de espécies exóticas, presença de posseiros, represas, rodovia, assoreamento, alteração/ contaminação, desmatamento, queimadas entre outros.



Nas perspectivas de potencialidades no interior da UC foram verificadas a viabilidade: da pesquisa científica, educação e interpretação ambiental, recreação e ecoturismo, sítios de especial interesse, feições espeleológicas, proteção da biodiversidade, paisagens únicas/cênicas, cultura indígena, comunidade tradicional, sítios arqueológicos/paleontológicos entre outros. “A equipe de campo ficou impressionada com a formação da área e o estado de conservação, valorizando distintas particularidades como o Morro da Igreja, Braço Esquerdo, as distintas formações florestais e o potencial de fauna e flora”, conta Marcelo Hübel, Diretor de Meio Ambiente.

Como exemplo das observações dos estudos de fauna foram reconhecidos em campo vestígios de puma, cateto, veados entre outros. Enquanto a equipe de flora, reconhecia a grande diversidade de plantas e recolhia ramos com folhas, e quando possível, sementes e flores, para enriquecer o herbário, garantindo uma fonte de consulta para acadêmicos e afins.


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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Plano de Manejo em primeira fase de campo

14/10/2010

Plano de Manejo em primeira fase de campo


O Prefeito de São Bento do Sul, Magno Bollmann e o Diretor de Meio Ambiente, Marcelo Hübel, receberam a primeira equipe que está realizando o Plano de Manejo, fase de campo. A empresa Ecossistema de Curitiba, que está elaborando o Plano de Manejo apresentou os primeiros passos de reconhecimento da área, confrontando com as informação bibliográficas e outras fontes.

Num primeiro momento foram identificados os pontos de amostragem que são criteriosamente escolhidos pela diversidade de fatores bióticos e abióticos. Portanto considera-se a formação florestal, estado de conservação, ambientes alterados, culturas diferenciadas, uso do solo, altitude, recurso hídricos, pontos de maior circulação, núcleos de turismo entre outros. “As primeiras observações em campo identificaram as minas de caulim, plantios de floresta exóticas, culturas agrícolas, produção de sub existência, ambientes naturais de bom estado de conservação, pontos de atração turística, Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Densa, Campos Naturais entre outros”, diz Marcelo.

Com esta primeira percepção feita em três dias de atividades, os próximos dias serão aprofundados no detalhamento de toda área, com os profissionais que caracterizarão os aspectos socioeconômicos e geológicos, definido assim as ações que serão trabalhas em sincronia com a segunda equipe com biólogos que chegam no sábado, permanecendo na APA Rio Vermelho por mais sete dias de estudos de campo e compilação dos dados levantados.

Este primeiro diagnóstico é importante para a construção das oficinas, momento que a comunidade local será participativa. “Queremos um ambiente que seja de satisfação dos proprietários e moradores locais, a APA é deles e a definição de uso também deve partir dos moradores”, definiu o prefeito Magno Bollmann.




Na primeira etapa estão envolvido um economista, um geógrafo e uma especialista em gestão, além de uma bióloga. Na segunda equipe participarão três biólogos e dois geógrafos, além de mais dois auxiliares. Outros profissionais são envolvidos nos trabalhos de cartografia e levantamento de dados. “Com uma equipe multidisciplinar bem constituída, e com a experiência que apresentam teremos um trabalho bem elaborado, valorizando um bom delineamento futuro”, diz Marcelo Hübel, diretor de Meio Ambiente.

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Elaboradas as etapas do Plano de Manejo da APA do Rio Vermelho

07/10/2010

Elaboradas as etapas do Plano de Manejo da APA do Rio Vermelho


A APA do Rio Vermelho/Humboldt, é uma unidade de conservação de uso sustentável, criada pela Lei Municipal n.º 246, de 14 de outubro de 1998, com a finalidade de assegurar o bem estar da população humana e conservar as condições ecológicas locais. Engloba a bacia hidrográfica do rio Vermelho, abrangendo uma área de 23.000 ha.

As APAS são unidades de conservação, em geral extensas, com um certo grau de ocupação humana e tem como objetivo básico proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais. Pode ser constituída por terras públicas e privadas.

A elaboração do Plano de Manejo da APA do Rio Vermelho, contratado pela Prefeitura de São Bento do Sul, e executado pela empresa Ecossistema Consultoria Ambiental, contempla diversas etapas, conforme explica a bióloga e coordenadora do Plano de Manejo da Apa Rio Vermelho, Gisele C. Sessegolo.

Inicia-se com a etapa denominada Organização do Planejamento, quando se detalha as etapas a serem executadas, com a equipe técnica e componente dos trabalhos. Na segunda etapa, denominada Organização do Conhecimento e Realização de levantamentos e estudos específicos da UC, abrange o levantamento dos estudos executados anteriormente na região, e em seguida a realização de levantamentos e estudos específicos (flora, aves, mamíferos, aspectos físicos e socioeconomia), bem como a elaboração dos mapas temáticos necessários para o planejamento da unidade.

Prevê-se a produção, conforme as bases cartográficas disponibilizadas pelo contratante, de mapas relacionados à geologia, planialtimetria, vegetação e uso atual do solo. Em uma etapa seguinte, serão realizadas as Oficinas de Planejamento Participativo, onde se apresentam os resultados dos estudos efetuados nas etapas anteriores e se efetua discussões com moradores das comunidades locais e representantes de instituições públicas e privadas com atuação na região.

Com base nos resultados dessas atividades, o passo seguinte engloba a elaboração de uma Proposta de Zoneamento e dos programas voltados à gestão da APA do Rio Vermelho, visando seu uso sustentável.

Projeto de Lei visa garantir a disponibilidade de água


07/10/2010

Projeto de Lei visa garantir a disponibilidade de água


Com o objetivo de garantir a disponibilidades de água e também melhorar a qualidade desta, a Prefeitura de São Bento do Sul, através do departamento de Meio Ambiente, está na fase final de estudos para a implementação do Projeto de Lei referente ao PSA (Pagamento por Serviços Ambientais). O projeto envolve parte da Bacia do Rio Vermelho, mais especificamente o próprio rio, do ponto de captação da água até a divisa com o município de Campo Alegre.

As ações visam a preservação da mata ciliar e outras medidas de melhoria ambiental que influenciam os recursos hídricos, como o controle de erosão, construção de fossa e filtro, restrição no uso de insumos agrícolas, entre outros.

Para garantir o abastecimento de água para São Bento do Sul, além dos proprietários desenvolverem algumas ações na propriedade, também devem preservar a APP (Área de Preservação Permanente), recuperando a área degradada ou mantendo conservada. Desse modo irão receber o pagamento anual pela atitude, com recursos do Samae.

A elaboração do Projeto de Lei está sendo acompanhada pelo Prefeito Magno Bollmann, que tem feito alterações e comparações, somadas aos modelos analisados por ele em visita a Feira Internacional de Sustentabilidade, realizada na Alemanha.

Com a intenção de buscar o melhor modelo de aplicação, com adaptação ao local, foram pesquisadas diferentes frentes de trabalho desenvolvidas no Brasil. Nesta semana, o presidente do Samae, Geraldo Weihermann e diretor de Meio Ambiente, Marcelo Hübel, estiveram em Curitiba, na Fundação O Boticário de Preservação à Natureza para entender sobre o projeto Oásis, desenvolvido em Apucarana, Londrina e São Paulo (Itapecerica da Serra, Embu, São Lourenço da Serra, Cotia, Juquitiba e Embu-Guaçu).

Na visita o biólogo Carlo Krieck fez duas apresentações e demonstrou os resultados do PSA. “As ações de pagamento pela preservação são comprovadamente a melhor garantia de sustentabilidade do pequeno produtor, da conservação e a garantia da manutenção da água”, ressalta Marcelo. Ele afirma ainda que São Bento do Sul está no caminho certo, e o Projeto de Lei será um primeiro passo para a manutenção da disponibilidade dos recursos hídricos e conservação do ecossistema.



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Reciclagem da lâmpada fluorescente deve ser feita com segurança

07/10/2010

Reciclagem da lâmpada fluorescente deve ser feita com segurança


As lâmpadas fluorescente surgiram em 1938, mas somente agora é amplamente utilizada, sendo uma opção mais interessante se comparada com as incandescentes, pois potencializam a iluminação e duram mais tempo, mas sem dúvida são procuradas pelo baixo consumo de energia, ou ainda por ser ambientalmente correta. Mas quando descartada de forma incorreta torna-se a grande vilã do meio ambiente, pela contaminação de diferentes elementos entre eles: cádmio; antimônio; cromo ou ainda o mercúrio, este último, com efeito cancerígeno e ainda é perigoso pois se perpetua na cadeia alimentar.

Portanto um peixe contaminado transfere ao seu predador, que pode ser o próprio homem. Podendo ainda causar danos no fígado, desenvolvimento de fetos, irritabilidade e problemas de audição e visão, entre outros. As lâmpadas devem ter disposição final correta e a Lei Estadual nº 11.347 de 2000, estabelece as diretrizes, onde o vendedor deve receber e encaminhar pra reciclagem, sendo uma responsabilidade dos fornecedores das lâmpadas.

O comércio que vendeu e não recebeu ou ainda procedeu o descarte de forma incorreta, sofre as penalidades do orgão ambiental, a Fatma, conforme especificado na lei. Preocupados com a destinação final das lâmpadas fluorescente uma equipe multidisciplinar composta pelo Assessor de Gabinete Jayme Fuck; Diretor de Defesa Civil Aluisio Moreira; Diretor de Meio Ambiente Marcelo Hübel e pelo Gerente de Negócios do CDL Gilmar Foitt, visitaram as instalação da Bulbox, na cidade de Camboriú, em Santa Catarina.

A empresa existente há três anos apresenta um atendimento diferenciado, por atender o cliente com uma unidade móvel. Um furgão equipado com o sistema Bulbox, tritura e descontamina as lâmpada fluorescentes. Os elementos químicos dispersivos são absorvidos por filtros diferenciados por aperção a vácuo. O material restante é comprovadamente evidenciado de qualquer contaminante, sendo então destinado para reciclagem, sendo o vidro o maior volume.

O Sistema Buldox oferece proteção e segurança ao operador e não tem riscos ao meio ambiente. A empresa possui certificação ambiental e atende atualmente diferentes empresas. A aproximação da Prefeitura e CDL teve por primeiro propósito conhecer o método e avaliar os ganhos econômicos pelo atendimento móvel, sem comprometer o deslocamento das lâmpadas e o risco de acidentes ambientais. “A viabilidade de organizar uma ação coletiva de destinação final das lâmpadas favorece a redução do custo final e melhora a eficiência de atendimento ao pequeno gerador de lâmpadas, entretanto também pode atender empresas de maior porte pois o sistema absorve até 3000 lâmpadas por dia”, explica Marcelo.

Já segundo Aluisio Moreira Diretor da Defesa Civil, a Prefeitura trabalha com esta visão, de instrumentalizar todos os atores sociais, buscando incessantemente meios e caminhos para retirarmos a possibilidade das lâmpadas serem descartadas na natureza. Na atual administração, diversos programas voltados ao meio ambiente já foram implementados em parceria entre os Departamentos de Defesa Civil e Meio Ambiente, dentre eles podemos citar o "São Bento Sempre Limpa" o "SOS Rio Limpo", a Reciclagem do Óleo de Cozinha" o "Recicla CDL" entre outros.


terça-feira, 5 de outubro de 2010

Gincana do Meio Ambiente premia vencedores

05/10/2010

Gincana do Meio Ambiente premia vencedores


O Departamento de Meio Ambiente e a Escola Newton Mendes visitaram o CEPA – Centro de Estudos e Pesquisas Ambientais (Vila da Glória), e o Museu Nacional do Mar e a cidade Histórica de São Francisco. O roteiro diz respeito a premiação da II Gincana Ambiental, que no mês de outubro se concretizou com a viabilidade de adequação com as atividades desenvolvidas pela escola.

No CEPA Vila da Glória foram recepcionados pelos monitores Valter e Ana que fizeram uma palestra no auditório sobre as características do ecossistema litorâneo. Após dividiram-se em duas equipes: enquanto uma percorria a trilha, outra era envolvida em dinâmicas. Existem três trilhas que são divididas pela dificuldade de acesso. A escola visitou a trilha azul de menor dificuldade, com interpretação da fauna e flora e do ambiente atual e passado. Interpretaram os diferentes tipos de liquens (associação de alga com fungo) e sua associação com a qualidade do ambiente. No final da trilha terminaram as atividades com novas dinâmicas, sobre a visita na trilha.

Saindo da trilha utilizaram a balsa para chegar na cidade histórica com observação de casas de 1905, restauradas e bem conservadas. Em visita no Museu Nacional do Mar presenciaram diferentes réplicas de barcos e navios, história das famílias, primeiras embarcações, réplicas de animais de gesso, mini-cidade mostrando a vila dos pescadores, lendas das bruxas do mar.

No observatório do museu, na praça Manfredo Cominese, foi possível ver o Porto de São Francisco onde acompanharam a movimentação de carregamento. Chamou a atenção a movimentação das aves marinhas, que apresentavam local próprio para pouso anexo ao porto. “A premiação da gincana foi apropriada, pois os alunos além de aprenderem sobre o ecossistema local, ainda tiveram a oportunidade de conhecer e valorizar a importância histórica e cultural de parte do litoral catarinense”, destacou o diretor de Meio Ambiente, Marcelo Hübel.

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